quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Raio X Penske 1994

O Penske PC-23 foi uma evolução do PC-22 de 1993, que por si ja era uma grande ruptura com os padrões antigos dos carros da Penske. O PC-23 era equipado com motores Mercedes preparados pela Ilmor (que também preparava os motores Mercedes da Sauber para a F1) V8 3.5 Turbo de 800 cavalos mas que alcançava 1000 cavalos de potência nos circuitos ovais, cerca de 150 à 200 cavalos a mais que seus rivais.

Esse carro foi pilotado por Emerson Fittipaldi, Paul Tracy e Al Unser Jr. este último o campeão do ano, à frente de Emerson.

É creditado ao desempenho supremo desse carro (sobretudo graças a seu motor) nas 500 Milhas de Indianapolis daquele ano como um dos gatilhos que acelerou a cisão da F-Indy entre CART e IRL.

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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Raio X Williams-Renault 1987

Eis o carro que deu o tricampeonato a Nelson Piquet em 1987. Depois de perder o de 1986 devido a disputas internas entre Piquet e Mansell, a Williams não repetiria a dose esse ano. O carro, mesmo de 1986 foi revisado para não apresentar problemas mecânicos, e se não era nenhuma obra de vanguarda da engenharia, era muito sólido e confiável

Com um motor Honda 1.5 V6 turbo que desenvolvia cerca de 800 cavalos nas corridas e superava 1000 nos treinos, esse caro tinha algumas marcas interessantes:

0-100km/h em 1,9 segundos
0-200km/h em 4,3 segundos
0-300km/h em 9,4 segundos

Mas além do motor, outro ponto forte introdução da suspensão ativa no meio da temporada ajudou a equipe e o brasileiro a serem campeões daquele ano. Mansell teria que esperar mais tempo.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Raio X Williams-Renault 1993

No dia de natal um Raio X marcante: O FW15C. A letra "C" é porque ele foi uma evolução do FW15, que não competiu e só foi usado no fim de 1992 para testes e do FW15B que também foi usado apenas em testes durante o inverno de 1992/1993. O FW15C estreou faltando 3 semanas para a bertura do campeonato.

O motor da Renault, RS5 foi uma evolução do carro do ano anterior e a suspensão ativa foi apenas atualizada e realocados dentro do carro para melhorar a distribuição de pesos. Esse carro também estreou (no GP da França) o uso dos freios ABS e um novo sistema de troca de marchas, que facultava a seus pilotos, Alain Prost e Damon Hill trocá-las por meio de borboletas atrás do volante ou deixando o câmbio trocar as marchas sozinho, sem qualquer acionamento.

Paralelamente, a aerodinâmica do carro era uma nítida evolução do modelo anterior usado por Mansell na conquista de seu tíltulo. As entradas de ar tiveream seus desenhos revistos, bem como asas dianteiras e traseiras. Em 1993 Prost e a Williams conquistaram novamente o Campeonatos de Pilotos e Construtores.

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domingo, 26 de dezembro de 2010

Raio X Jordan 1994 - outro

Já que o pessoal gostou do Raio-X da Jordan J194 de Barrichello publicada aqui ontem, hoje terá repeteco, mas com outra imagem, é claro. Um descritivo mais técnico desse carro pode ser lido no post de ontem, enjoy!
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sábado, 25 de dezembro de 2010

Raio X Jordan 1994

Em 1994, a Jordan se beneficiou de ter continuado com os motor Hart, esse ano ligeiramente menor, o que beneficiou o desenho da parte traseira do carro, eliminando uma tendência de sair de frente que o modelo anterior carregava. Outra modificação do modelo desse ano foi o entre-eixos ligeiramente maior, melhorando o centro de pressão aerodinâmica.

O projetista do carro, Gary Anderson declarou que o carro tinha 14% mais carga aerodinâmica, sendo cerca de 8 a 10% dela ja disponível à baixas velocidades. Durante o ano o carro sofreu um pouco com problemas eletrônicos no câmbio e com um motor 3.5L V10 que se desenvolvia com um orçamento restrito (a Jordan, única cliente, pagava cerca de 3 milhões de libras por ele, e assim Brian Hart não tinha muito de onde tirar para investir), mas que ainda assim tinha evoluído bastante e agradado a equipe, chegando à cerca de 730 cavalos e 13.300 rotações.

Esse carro foi guiado por Rubens Barrichello, Eddie Irvine, Aguri Suzuki e Andrea de Cesaris e foi de grande importância na carreira dos 2 primeiros da lista por proporcionar-lhes visibilidade com boas apresentações e assim garantir a continuidade e, mais tarde, ascensão de suas carreiras após saírem da Jordan.

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Raio X Ferrari 1990


Como hoje é noite de Natal, escolhi um carro com as cores natalinas, ainda que seu comportamento ético e moral não seja dos mais cristãos ultimamente... O Carro é a Ferrari 641, que quase deu o título a Alain Prost em 1990, não tivesse Senna acertado-lhe a traseira em Suzuka naquele ano como "retribuição" pela trancada que recebera na mesma pista no ano anterior.

O carro equipado com um motor 3.5 V12 ganhou 6 corridas naquele ano, 5 com Prost e 1 com Nigel Mansell. Nesse ano a grande batalha foi tornar o câmbio automatizado (o pioneiro da Formula 1) desse carro confíavel e o clima dentro da equipe mais unido.

O carro era uma evolução do novo projetista de Maranelo, Steve Nichols sobre o modelo 640 de 1989, este projetado pelo "Adrian Newey da época", John Barnard. Tinha como grande trunfo a maior resistência mecânica do que o seu predecessor, que já era rápido e assim manteve-se neste ano.

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Eu saio de férias, O BLOG NÃO!

Bem Muito bem, pessoal, é Natal e logo mais ano novo. Como filho de Deus também tenho direito a um descanso. Mas o Blog não, ele é escravo mesmo.

Nos próximos dias soltarei mais "Raios-X" de carros antigos (outros nem tanto) da Formula 1 e F-Indy.

TODOS OS DIAS TEREMOS POSTS NOVOS por aqui, então continue visitando, recomendando, comentando e me seguindo no Twitter (@inacio1).

Boas festas, um abração e até dia 3 de Janeiro!

PS: Logo mais tem o Post de hoje!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Raio X Williams-Renault 1992

Evolução do FW14 de 1991, o FW14B era para ser apenas um carro de uso temporário no início da temporada de 1992 e ser substituído pelo FW15, só que as coisas saíram tão boas com esse modelo que o carro novo foi abortado e já pensado para 1993, ano que os carros da F1 sofreriam mudanças importantes em suas dimensões. Um dos grande méritos do carro foi seu apurado desenho aerodinâmico, fruto de muitas horas de testes em túnel de vento comandados pelo jovem Adrian Newey e, acima dele, Patrick Head.

Outro trunfo do carro era sua suspensão ativa, desenvolvida desde 1987 (no carro do tricampeonato de Piquet) e desde então refinado para não apresentar os problemas de confiabilidade enfrentados pelo FW12. Só para 1992 o carro rodou mais de 11.200 quilômetros para aperfeiçoar a suspensão eletrônica nas mãos de seu então piloto de testes, Damon Hill. Como se não bastasse, o câmbio eletrônico e o controle de tração se mostraram muito eficientes durante todo o ano.

Não podemos esquecer ainda o importante papel dos motores 3.5L V10 da Renault, que naquele ano rodaram suas versões RS3C e RS4 que pesavam cerca de 140 quilos e superavam em potência os famosos V12 da Honda, completando um quadro de imensa superioridade que tirou o sono de Ayrton Senna.

O FW14B deu o título de Campeão Mundial à Nigel Mansell com larga vantagem sobre seu companheiro de equipe, o vice-campeão Ricardo Patrese. Além disso a Williams, também com vasta vantagem, conquistou o título de construtores daquele ano

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