Depois de mais uma vez apresentar problemas no seu equipamento de recuperação de energia cinética - KERS nessa quarta-feira com Pastor Maldonado, que só deu 29 voltas, a Williams conseguiu completar 105 voltas nas mãos de Barrichello nessa quinta-feira. Bom não?
Em termos. Por um lado a Williams conseguiu isso porque não usou o KERS hoje, e não deverá usá-lo novamente amanhã (pelo menos não o dia inteiro), o que é bom pois tirando isso o carro parece ser rápido e confiável, podendo recolher valiosa quilometragem para aferir e ajustar as novas peças aerodinâmicas que trouxeram para esses testes.
Por outro lado o problema principal deles dá mostras de não ter sido resolvido: superaquecimento das baterias do bendito KERS. Ontem, por exemplo, ao serem removidas do carro de Maldonado elas tiverem que ficar numa área atrás dos boxes isolada do contato das pessoas, de tão quentes que estavam (foto ao lado).
Claro que a Williams não está parada e está usando todos os seus recursos se desdobrando para conseguir vencer esse problema de noviciado (nunca tinham usado o KERS antes) que, não se engane, também se repete com o aparelho de outras marcas como Renault, Mercedes e Sauber (Magneti-Marelli-Ferrari, foto abaixo), que apesar de ja terem a experiência de temporada de 2009 também tem deixado seus dirigentes um pouco preocupados com a fragilidade dos equipamentos, ainda que as razões para isso possam não ser as mesmas nem tão intensas como as da Williams.
O resultado é que nos bastidores já começa a se falar na possibilidade da equipe de Grove começar o campeonato sem utilizar o aparato, mesmo isso podendo significar uma largada menos eficiente e não poder contar com os 6,67 segundos de "boost" por volta que certamente auxiliariam um pouco nas ultrapassagens (ou na defender-se delas) e classificação.
Perguntado sobre a possibilidade de alinhar na Austrália sem o KERS, Barrichello declarou hoje: "Eu espero que não, mas acho que todos vão ter que passar por essa pergunta". Vejamos como as coisas se saem nos 2 dias restantes de testes e aguardemos.
Em termos. Por um lado a Williams conseguiu isso porque não usou o KERS hoje, e não deverá usá-lo novamente amanhã (pelo menos não o dia inteiro), o que é bom pois tirando isso o carro parece ser rápido e confiável, podendo recolher valiosa quilometragem para aferir e ajustar as novas peças aerodinâmicas que trouxeram para esses testes.

Claro que a Williams não está parada e está usando todos os seus recursos se desdobrando para conseguir vencer esse problema de noviciado (nunca tinham usado o KERS antes) que, não se engane, também se repete com o aparelho de outras marcas como Renault, Mercedes e Sauber (Magneti-Marelli-Ferrari, foto abaixo), que apesar de ja terem a experiência de temporada de 2009 também tem deixado seus dirigentes um pouco preocupados com a fragilidade dos equipamentos, ainda que as razões para isso possam não ser as mesmas nem tão intensas como as da Williams.

Perguntado sobre a possibilidade de alinhar na Austrália sem o KERS, Barrichello declarou hoje: "Eu espero que não, mas acho que todos vão ter que passar por essa pergunta". Vejamos como as coisas se saem nos 2 dias restantes de testes e aguardemos.