quinta-feira, 7 de março de 2013

Programa José Inácio Falou dessa semana!

No programa dessa semana falamos sobre os testes de inverno, o que esperar de cada equipe com base no que vimos nesses testes, da abertura da Stock-Car, da morte de Hugo Chávez e seu possível impacto no futuro de Pastor Maldonado na F1, d´outras notícias do automobilismo em geral, de como conseguir fazer sucesso com a mulherada e respondi, é claro, as perguntas feitas ao vivo pelo internautas no nosso chat interativo, confira, opine e DIVULGUE!

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Ferrari testa nova asa dianteira

Uma das novidades da equipe Ferrari nos últimos dias de testes da F1 em Barcelona, além dos novos escapamentos que já lhes mostrei AQUI, foi uma nova asa dianteira, com extremidades laterais levemente redesenhadas, uma nova micro asinha no canto superior externo, nova mini-asa superior agora levemente maior e curva, ao lado da maior, redenho das extremidades internas dos elementos principais, tanto perto das extremidades laterais externas quanto perto das hastes que ligam a asa ao bico do F138.

Como o grande mestre aerodinamicista e consultor extraordinário do blog Ricardo Divila me ensinou e eu já disse "N" vezes aqui, a asa dianteira de um F1 é tão complexa e trabalhada por que ela é que fundamentalmente define a distribuição de ar em todo o resto do carro: laterais, assoalho, entradas de ar, asa traseira, pneus, etc. Compare:

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Quanto cada um andou nos testes da F1

Esses são os números finais dos testes de inverno da pré-temporada 2013 da Fórmula, considerando as 3 sessões de 4 dias cada nas pistas de Jerez e Barcelona. Lembro que Pastor Maldonado e Valteri Bottas da Williams usaram o carro de 2012 na primeira sessão de testes.

Como tempos de volta podem ser muito enganadores nessas ocasiões, tempos que observar mais é a quilometragem total, para ver se um carro é confiável, sendo uma base sólida para desenvolvimento, não tendo a equipe que se preocupar em entender problemas e podendo se dedicar ao refino do desempenho do modelo. Nesse sentido a Sauber e a Mercedes aparecem muito bem nas tabelas, cabendo ao estreante Esteban Gutierrez a bem-vinda liderança nos números individuais, o que certamente ajudará na sua adaptação com a nova categoria.

Sobre os números em si, lembro que a distância total da pista de Jerez é de 4.428 km ao passo que a de Barcelona é maior, com 4.655 km, o que resultou em números diferentes na relação total de quilometragem (critério principal para posicionamento no ranking), mesmo com um número de voltas semelhante ou mesmo inferior ao de um piloto abaixo na tabela.

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Pilotos:

Pos. Piloto               / Voltas       / Quilômetros:
1. Esteban Gutiérrez / 607 voltas / 2.768 km
2. Nico Rosberg / 575 voltas / 2.639 km
3. Lewis Hamilton / 563 voltas / 2.584 km
4. Nico Hülkenberg / 554 voltas / 2.538 km
5. Sergio Pérez / 554 voltas / 2.538 km
6. Max Chilton / 550 voltas / 2.535 km
7. Paul di Resta / 553 voltas / 2.519 km
8. Jean-Éric Vergne / 536 voltas / 2.454 km
9. Charles Pic / 516 voltas / 2.364 km
10. Valtteri Bottas / 514 voltas / 2.352 km
11. Fernando Alonso / 505 voltas / 2.350 km
12. Sebastian Vettel / 513 voltas / 2.343 km
13. Felipe Massa / 513 voltas / 2.336 km
14. Romain Grosjean / 495 voltas / 2.270 km
15. Mark Webber / 495 voltas / 2.264 km
16. Pastor Maldonado / 483 voltas / 2.213 km
17. Giedo van der Garde / 469 voltas / 2.148 km
18. Jenson Button / 455 voltas / 2.090 km
19. Daniel Ricciardo / 448 voltas / 2.050 km
20. Kimi Räikkönen / 260 voltas / 1.182 km
21. Jules Bianchi / 253 voltas / 1.165 km
22. Adrian Sutil / 249 voltas / 1.159 km
23. Luiz Razia / 113 voltas / 500 km
24. James Rossiter / 61 voltas / 270 km
25. Pedro de la Rosa / 51 voltas / 225 km
26. Davide Valsecchi / 16 voltas / 74 km


Equipes:

Pos. Equipe     / Voltas   / Quilômetros:
1. Sauber / 1.161 voltas / 5.306 km
2. Mercedes / 1.138 voltas / 5.224 km
3. Ferrari / 1.069 voltas / 4.913 km
4. McLaren / 1.009 voltas / 4.629 km
5. Red Bull / 1.008 voltas / 4.607 km
6. Williams / 997 voltas / 4.565 km (333 voltas com o carro 2012)
7. Caterham / 985 voltas / 4.512 km
8. Toro Rosso / 984 voltas / 4.505 km
9. Force Índia / 980 voltas / 4.480 km
10. Marussia / 799 voltas / 3.669 km
11. Lotus / 771 voltas / 3.527 km

Maldonado e a morte de Chávez


Como todos sabemos, Pastor Maldonado (e alguns outros pilotos) tem sua carreira internacional no automobilismo bancada pela PDVSA, a petroleira venezuelana, graças a interferência direta de Hugo Chávez para que isso ocorresse.

Como todos também sabemos, Hugo Chávez morreu e agora muita gente deve estar se perguntando se o novo líder venezuelano Nicolás Maduro ou algum possível substituto de o posição a ele que pode ser alternativamente eleito nas próximas eleições manterá o dispendioso plano de investimento na Fórmula 1.

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Se puxarmos pela memória, dizia-se à época do anuncio da parceria entre Williams e PDVSA que o acordo seria de 5 anos, não necessariamente com Maldonado como titular, mas sim alguém designado em comum acordo entre a equipe e o patrocinador. Na prática essa pessoa é Maldonado, até porque ele tem feito por merecer. Tal contrato (de cerca de 30 milhões de euros por ano), como todos na F1, certamente deve ter lá suas bem amarradas cláusulas que permitiriam sua finalização antes da hora  - um não pagamento de parcela, como bem sabe Luiz Razia, pode ser um deles - mas se Maduro ou outro líder da situação se mantiver no poder, as coisas deverão continuar como estão pois o plano seguiria o interesse desse grupo dominante. Se a oposição vencer, entretanto, a coisa pode mudar de figura, pois certamente eles promoveriam uma reavaliação total dos investimentos do país e esses patrocínios, tão vinculados pessoalmente à figura de Hugo Chávez, de quem Maldonado era amigo e apoiava publicamente, certamente estariam entre elas.

Pelo cenário eleitoral que vemos atualmente as chances de Maduro permanecer no poder são maiores, então ao menos para essa temporada tudo fica como está. Uma vez eleito diretamente Nicolás Maduro pode ele mesmo mudar de opinião, talvez até para imprimir sua própria marca administrativa? Sim, mas se essa improvável decisão ocorrer, o mais provável seria, uma vez mais, a manutenção do atual contrato vigente ao menos até o final de 2013.

Em resumo, se o pessoal de Chávez se mantiver no poder como a maioria acredita que ocorrerá, não creio que Pastor Maldonado perderá muitas horas de seu sono temendo por seu futuro na categoria máxima do automobilismo mundial. Certeza? Ninguém tem, vamos aguardar para ver.


terça-feira, 5 de março de 2013

McLaren e Honda juntas em 2015



Muito tem se comentado nos bastidores da Fórmula 1 sobre uma possível nova associação entre a equipe McLaren e a fabricante japonesa Honda.

Essas conversas fazem sentido especialmente se lembrarmos as relações entre a equipe inglesa e os atuais parceiros alemães da Mercedes já foram melhores, a ponto da sociedade de ambas na composição acionária da equipe ter sido desfeita em 2008 e pouco depois a marca da estrela adquirir sua própria equipe (Brawn) e atualmente vem atraindo pessoal-chave dos rivais e ainda parceiro ingleses, como o piloto Lewis Hamilton e diretor técnico Paddy Lowe.

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Mas porque só em 2015 (fala-se até em 2016) e não em 2014, quando estreiam os novos motores V6 1.6 Turbo? Porque a ideia da Honda e possivelmente de outras montadoras que pensam em regressar à Fórmula 1 com esses novos motores é atrair o pessoal técnico que projetou esses novos motores da Renault, Mercedes e Ferrari, que já saberiam exatamente que caminhos tomar e sobretudo que não tomar para a criação de um novo propulsor, evitando assim que essas fabricantes que retornariam de gastar enormes fortunas no desenvolvimento e pesquisa em caminhos errados já tentados e descartados por eles.

O problema é que se eu e você sabemos disso, a Mercedes também sabe e como seu atual contrato de fornecimento com a McLaren termina no fim do ano, estaria pressionando desde já para renová-lo por 2014 e 2015, sendo apenas o primeiro ano a opção mais provável que os ingleses devem escolher, já antevendo a chegada dos parceiros nipônicos que, segundo rumores não confirmados, já estariam trabalhando em conjunto com a equipe inglesa em processos colaborativos em solo inglês.

Se pensarmos bem, assinar apenas para 2014 seria uma ótima opção para a McLaren e para a Honda, já que teriam 1 ano de dados dos novos motores Mercedes para ajudar no desenvolvimento paralelo dos novos propulsores, dando farto material para uma comparação real de consumo, comportamento, curva de torque, potência e durabilidade para o pessoal da fábrica e significaria só um anos de sangria nas contas da equipe, já que eles pagaram pelos motores Mercedes e pelos Honda provavelmente não.

Tanto a Honda como a McLaren não comentam - mas também não negam - o assunto, de modo que deveremos aguardar mais um pouco para sabermos se os dois vão mesmo fechar um acordo ao mesmo tempo revivendo a histórica parceria vista entre 1988 e 1992 e encerrando a longeva e igualmente memorável união de 20 anos entre McLaren e Mercedes eque teve nomes como Mansell, Hakkinen, Raikkonen, Alonso e Hamilton entre seus pilotos.

Meu palpite? Essa volta nipônica e a reedição da antiga parceria vai acontecer sim.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Compare todas as traseiras dos F1

Nessas imagens obtidas sob ângulos muito parecidos, temos a ótima oportunidade de compararmos asas traseiras e, sobretudo os assoalhos e difusores dos carros 2013 da Fórmula 1. Os conceitos são muitas vezes parecidos, até porque todos os carros são concebidos sob um regulamento técnico muito restritivo e os princípios da aerodinâmica são os mesmos para todos, mas ainda assim é muito interessante analisar detidamente as sutis diferenças em aletas, curvas, dimensões das sessões verticais e até altura do solo de cada carro.Resistam à tentação de tenar adivinhar pelas imagens qual carro desgasta mais ou menos os pneus, as fotos foram tiradas em momentos e dias diferentes na última sessão de testes.

As maiores diferenças visíveis são asas curvas em ceu centro, alguns com monkey seat (aquela mini-asinha mais alta) no meio da asa de baixo, assoalhos com gurney flaps ou até versões mais elaboradas disso, como mini-asinhas em todo seu contorno final, etc, tudo em busca de equacionar a difícil combinação de aumentar o downforce, a pressão aerodinâmica sem ganhar mais do indesejado arrasto, ou drag.

Como um desafio extra, quero vem quem consegue adivinhar quais são cada um dos 11 carros das imagens, lembrando que os patrocinadores estampados nas asas traseiras lhes ajudarão muito nessa identificação, confira: Clique nas imagens para ampliá-las.

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Numeros do 2º teste de Barcelona

Abaixo estão os números completos da segunda bateria de testes coletivos da Fórmula 1 na pista de Barcelona, Espanha das quais surgem algumas conclusões e perguntas: A Mercedes andou muito e rápido, mas será que as outras, especialmente Red Bull, não estão escondendo um pouco o desempenho? Fernando Alonso diz que esse carro é "200 vezes" melhor que o do ano passado, mas logo em seguida diz que ainda está atrás das rivais.

Essa mensagem "morde e assopra" do espanhol também seria para esconder o real potencial do carro? Pelas declarações de Perez e sobretudo Button, a McLaren parece ainda estar um pouco atrás de suas rivais, lembrando que nunca saberemos quanto combustível cada equipe usava em suas voltas, e que a cada 10 quilos dos 160 possíveis a mais ou a menos de gasolina no carro o tempos variam cerca de 0,4s por volta.

A Lotus diz não ter problemas de confiabilidade, mas foi a equipe que menos andou nesses 4 dias em Barcelona, ficando atrás das nanicas, que andaram bem e até da Williams, cujo carro foi lançado mais tarde e poderia, mais do que eles, enfrentar problemas de resistência pelo noviciado do modelo.

Mais para frente nessa semana publicarei as novidades que as equipes testaram em seus carro e um balanço com os números completos das 3 sessões de testes coletivos (Jerez + Barcelona + Barcelona) que totalizaram 12 dias na pista. Agora vamos aos números da semana passada:

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Tempos combinados dos pilotos nos 4 dias:

Pos Piloto                  Equipe          Tempo        Dif.   
 1. Nico Rosberg            Mercedes        1m20.130s
 2. Fernando Alonso         Ferrari         1m20.494s  + 0.364s
 3. Lewis Hamilton          Mercedes        1m20.558s  + 0.428s
 4. Felipe Massa            Ferrari         1m21.266s  + 1.136s
 5. Jenson Button           McLaren         1m21.444s  + 1.314s
 6. Nico Hulkenberg         Sauber          1m21.541s  + 1.411s
 7. Adrian Sutil            Force Índia     1m21.627s  + 1.497s
 8. Kimi Raikkonen          Lotus           1m21.658s  + 1.528s
 9. Paul di Resta           Force Índia     1m21.664s  + 1.534s
10. Pastor Maldonado        Williams        1m22.305s  + 2.175s
11. Valtteri Bottas         Williams        1m22.468s  + 2.338s
12. Sebastian Vettel        Red Bull        1m22.514s  + 2.384s
13. Esteban Gutierrez       Sauber          1m22.553s  + 2.423s
14. Mark Webber             Red Bull        1m22.658s  + 2.528s
15. Sergio Perez            McLaren         1m22.694s  + 2.564s
16. Romain Grosjean         Lotus           1m22.716s  + 2.586s
17. Charles Pic             Caterham        1m23.115s  + 2.985s
18. Jules Bianchi           Marussia        1m23.167s  + 3.037s
19. Jean-Eric Vergne        Toro Rosso      1m23.223s  + 3.093s
20. Davide Valsecchi        Lotus           1m23.448s  + 3.318s
21. Daniel Ricciardo        Toro Rosso      1m23.628s  + 3.498s
22. Max Chilton             Marussia        1m24.103s  + 3.973s
23. Giedo van der Garde     Caterham        1m24.235s  + 4.105s


Quanto cada piloto andou:
Pos. Piloto                  Equipe          Voltas  Kms
 1.  Nico Rosberg            Mercedes         251   1168
 2.  Lewis Hamilton          Mercedes         230   1070
 3.  Fernando Alonso         Ferrari          222   1033
 4.  Felipe Massa            Ferrari          206   958 
 5.  Max Chilton             Marussia         202   940 
 6.  Sergio Perez            McLaren          201   935 
 7.  Charles Pic             Caterham         199   926 
 8.  Nico Hulkenberg         Sauber           197   917 
 9.  Jenson Button           McLaren          194   903 
10.  Esteban Gutierrez       Sauber           191   889 
11.  Romain Grosjean         Lotus            186   865 
12.  Giedo van der Garde     Caterham         174   809 
13.  Jean-Eric Vergne        Toro Rosso       173   805 
14.  Adrian Sutil            Force Índia      171   796 
15.  Paul Di Resta           Force Índia      169   786 
16.  Sebastian Vettel        Red Bull         165   768 
17.  Daniel Ricciardo        Toro Rosso       152   707 
18.  Pastor Maldonado        Williams         151   702 
19.  Mark Webber             Red Bull         149   693 
20.  Valtteri Bottas         Williams         147   684 
21.  Jules Bianchi           Marussia         136   633 
22.  Kimi Raikkonen          Lotus             50   232 
23.  Davide Valsecchi        Lotus             16    74  

 
Quilometragem percorrida:
Pos. Equipe          Voltas        Kms 
 1.  Mercedes         481          2239
 2.  Ferrari          428          1992
 3.  McLaren          395          1838
 4.  Sauber           388          1806
 5.  Caterham         373          1736
 6.  Force Índia      340          1582
 7.  Marussia         338          1573
 8.  Toro Rosso       325          1512
 9.  Red Bull         314          1461
10.  Williams         298          1387
11.  Lotus            252          1173

domingo, 3 de março de 2013

Stock-Car - 1ª Etapa - SP

Depois de recarregar parcialmente minhas baterias após os dias corridos e calorosos em Interlagos, vamos ao que realmente interessa: o que ocorreu na corrida desse Domingo.

Para começar a pista hoje estava particularmente mais quente, além disso, como os novos pneus são mais aderentes, isso permite pilotos acelerarem mais ao longo das voltas, o que acarreta também em um aumento no consumo de combustível, garantindo a necessidade de um pit-stop para reabastecimento e, dependendo do ponto da corrida, possibilitando também uma troca de pneus.

Aliás conversei com o representante inglês da Pirelli e ele se disse surpreso com os vários estouros de pneus na corrida de hoje. Muitos acreditam que a zebra alta na chicane do café e a temperatura lá em cima foram os principais ingredientes dos problemas. Silenciosamente o pessoal da Goodyear deve estar achando tudo no mínimo muito interessante, pois apanharam um bocado com os estouros dos seus pneus nas temporadas anteriores. Quero ver em Cascavel, com asfalto lixa, emendas na pista e calor do capeta. Não estranharia nada se em algumas etapas a troca de pneu se tornar obrigatória...

Sobre a corrida em si, ela foi muito disputada em toda a extensão do pelotão, com gente parando para reabastecer logo na primeira volta e outros mais pra frente, criando uma grande variabilidade nas posições. Cacá Bueno mais uma vez fez tudo direitinho e deu o bote na hora certa numa arrepiante disputa tripla com Valdeno Brito e o então líder Átila Abreu, assumindo a liderança na penúltima volta para seguir acossado pelo aguerrido paraibano até a vitória. Átila acabou prejudicado na disputa quando sua bomba de combustível começou a falhar, isso porquê ele estava com pneus relativamente novos e com boa margem de vantagem, podendo ter ganhado a corrida, mas corrida tem disso. O pódio foi completado pelo grande Ricardo Maurício.

Rubens Barrichello largou da 16ª colocação e após andar em 7º, conforme seus oponentes iam parando nos boxes, acabou voltando mais pra trás ao fazer a sua parada, mostrando que a inda não dominou o ritmo de corrida da Stock-Car.

Mais pra frente, como alguns outros pilotos, teve seu pneu traseiro estourado, e acabou completando uma volta inteira se arrastando na pista, terminando na discreta 25ª posição, mas pelo que ouvi dele após a corrida, esse revez não abalou em nada sua motivação para as próximas etapas. 

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Pos.   Piloto        Equipe           Carro            Diferença  
1.  Cacá Bueno (Red Bull Racing) – Chevrolet: 25 voltas - 43min21s489
2.  Valdeno Brito (Shell Racing) – Peugeot: a 0.763
3.  Ricardo Maurício (Eurofarma RC) – Chevrolet: a 7.906
4.  Daniel Serra (Red Bull Racing) – Chevrolet: a 11.861
5.  Tuka Rocha (BMC Racing) – Chevrolet: a 15.462
6.  Max Wilson (Eurofarma RC) – Chevrolet: a 15.639
7.  Allam Khodair (Vogel Motorsport) – Chevrolet: a 22.250
8.  Luciano Burti (Boettger Competições) – Peugeot: a 22.367
9.  Fábio Fogaça (Vogel Motorsport) – Chevrolet: a 23.868
10.  Rafa Matos (Hot Car Competições) – Chevrolet: a 26.834
11.  Galid Osman (Ipiranga-RCM) – Chevrolet: a 28.370
12.  Atila Abreu (Mobil Super Pionner Racing) – Chevrolet: a 28.591
13.  Marcos Gomes (Carlos Alves) – Chevrolet: a 30.464
14.  Ricardo Sperafico (Prati-Donaduzzi) – Chevrolet: a 31.167
15.  Lico Kaesemodel (Boettger Competições) – Peugeot: a 31.184
16.  Diego Nunes (RC3 Bassani) – Peugeot: a 35.926
17.  Wellington Justino (Hot Car Competições) – Chevrolet: a 40.571
18.  Vitor Genz (Gramacho Racing) – Peugeot: a 51.813
19.  Thiago Camilo (Ipiranga-RCM) – Chevrolet: a 55.023
20.  Duda Pamplona (Officer Pro GP) – Chevrolet: a 55.783
21.  Popó Bueno (Shell Racing) – Peugeot: a 56.161
22.  Rodrigo Pimenta (Gramacho Racing) – Peugeot: a 1:01.899
23.  Ricardo Zonta (BMC Racing) – Chevrolet: a 1:21.911
24.  Nonô Figueiredo (Mobil Super Pionner Racing) – Chevrolet: a 1:22.460
25.  Rubens Barrichello (Medley/Full Time) – Chevrolet: a 1:30.068
26.  Denis Navarro (Voxx Suplementos) – Peugeot: a 1 volta
27.  Beto Cavaleiro (Hanier Racing) – Peugeot: a 1 volta.
28.  Sérgio Jimenez (Full Time Competições) – Peugeot: a 2 voltas
29.  Alceu Feldmann (Voxx Suplementos) – Chevrolet: a 2 voltas
30.  Júlio Campos (Prati-Donaduzzi) – Peugeot: a 9 voltas
31.  Patrick Gonçalves (RC3 Bassani) – Peugeot: a voltas
32.  David Muffato (Carlos Alves) – Chevrolet: a 17 voltas
33.  Felipe Lapenna (Hanier Racing) – Peugeot: a 21 voltas
34.  Rodrigo Sperafico (Prati-Donaduzzi) – Chevrolet: a 25 voltas