No dia de natal um Raio X marcante: O FW15C. A letra "C" é porque ele foi uma evolução do FW15, que não competiu e só foi usado no fim de 1992 para testes e do FW15B que também foi usado apenas em testes durante o inverno de 1992/1993. O FW15C estreou faltando 3 semanas para a bertura do campeonato.
O motor da Renault, RS5 foi uma evolução do carro do ano anterior e a suspensão ativa foi apenas atualizada e realocados dentro do carro para melhorar a distribuição de pesos. Esse carro também estreou (no GP da França) o uso dos freios ABS e um novo sistema de troca de marchas, que facultava a seus pilotos, Alain Prost e Damon Hill trocá-las por meio de borboletas atrás do volante ou deixando o câmbio trocar as marchas sozinho, sem qualquer acionamento.
Paralelamente, a aerodinâmica do carro era uma nítida evolução do modelo anterior usado por Mansell na conquista de seu tíltulo. As entradas de ar tiveream seus desenhos revistos, bem como asas dianteiras e traseiras. Em 1993 Prost e a Williams conquistaram novamente o Campeonatos de Pilotos e Construtores.
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
Raio X Jordan 1994 - outro
Já que o pessoal gostou do Raio-X da Jordan J194 de Barrichello publicada aqui ontem, hoje terá repeteco, mas com outra imagem, é claro. Um descritivo mais técnico desse carro pode ser lido no post de ontem, enjoy!
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sábado, 25 de dezembro de 2010
Raio X Jordan 1994
Em 1994, a Jordan se beneficiou de ter continuado com os motor Hart, esse ano ligeiramente menor, o que beneficiou o desenho da parte traseira do carro, eliminando uma tendência de sair de frente que o modelo anterior carregava. Outra modificação do modelo desse ano foi o entre-eixos ligeiramente maior, melhorando o centro de pressão aerodinâmica.
O projetista do carro, Gary Anderson declarou que o carro tinha 14% mais carga aerodinâmica, sendo cerca de 8 a 10% dela ja disponível à baixas velocidades. Durante o ano o carro sofreu um pouco com problemas eletrônicos no câmbio e com um motor 3.5L V10 que se desenvolvia com um orçamento restrito (a Jordan, única cliente, pagava cerca de 3 milhões de libras por ele, e assim Brian Hart não tinha muito de onde tirar para investir), mas que ainda assim tinha evoluído bastante e agradado a equipe, chegando à cerca de 730 cavalos e 13.300 rotações.
Esse carro foi guiado por Rubens Barrichello, Eddie Irvine, Aguri Suzuki e Andrea de Cesaris e foi de grande importância na carreira dos 2 primeiros da lista por proporcionar-lhes visibilidade com boas apresentações e assim garantir a continuidade e, mais tarde, ascensão de suas carreiras após saírem da Jordan.
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O projetista do carro, Gary Anderson declarou que o carro tinha 14% mais carga aerodinâmica, sendo cerca de 8 a 10% dela ja disponível à baixas velocidades. Durante o ano o carro sofreu um pouco com problemas eletrônicos no câmbio e com um motor 3.5L V10 que se desenvolvia com um orçamento restrito (a Jordan, única cliente, pagava cerca de 3 milhões de libras por ele, e assim Brian Hart não tinha muito de onde tirar para investir), mas que ainda assim tinha evoluído bastante e agradado a equipe, chegando à cerca de 730 cavalos e 13.300 rotações.
Esse carro foi guiado por Rubens Barrichello, Eddie Irvine, Aguri Suzuki e Andrea de Cesaris e foi de grande importância na carreira dos 2 primeiros da lista por proporcionar-lhes visibilidade com boas apresentações e assim garantir a continuidade e, mais tarde, ascensão de suas carreiras após saírem da Jordan.
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Raio X Ferrari 1990
Como hoje é noite de Natal, escolhi um carro com as cores natalinas, ainda que seu comportamento ético e moral não seja dos mais cristãos ultimamente... O Carro é a Ferrari 641, que quase deu o título a Alain Prost em 1990, não tivesse Senna acertado-lhe a traseira em Suzuka naquele ano como "retribuição" pela trancada que recebera na mesma pista no ano anterior.
O carro equipado com um motor 3.5 V12 ganhou 6 corridas naquele ano, 5 com Prost e 1 com Nigel Mansell. Nesse ano a grande batalha foi tornar o câmbio automatizado (o pioneiro da Formula 1) desse carro confíavel e o clima dentro da equipe mais unido.
O carro era uma evolução do novo projetista de Maranelo, Steve Nichols sobre o modelo 640 de 1989, este projetado pelo "Adrian Newey da época", John Barnard. Tinha como grande trunfo a maior resistência mecânica do que o seu predecessor, que já era rápido e assim manteve-se neste ano.
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Eu saio de férias, O BLOG NÃO!
Bem Muito bem, pessoal, é Natal e logo mais ano novo. Como filho de Deus também tenho direito a um descanso. Mas o Blog não, ele é escravo mesmo.
Nos próximos dias soltarei mais "Raios-X" de carros antigos (outros nem tanto) da Formula 1 e F-Indy.
TODOS OS DIAS TEREMOS POSTS NOVOS por aqui, então continue visitando, recomendando, comentando e me seguindo no Twitter (@inacio1).
Boas festas, um abração e até dia 3 de Janeiro!
PS: Logo mais tem o Post de hoje!
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Boas festas, um abração e até dia 3 de Janeiro!
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Raio X Williams-Renault 1992
Evolução do FW14 de 1991, o FW14B era para ser apenas um carro de uso temporário no início da temporada de 1992 e ser substituído pelo FW15, só que as coisas saíram tão boas com esse modelo que o carro novo foi abortado e já pensado para 1993, ano que os carros da F1 sofreriam mudanças importantes em suas dimensões. Um dos grande méritos do carro foi seu apurado desenho aerodinâmico, fruto de muitas horas de testes em túnel de vento comandados pelo jovem Adrian Newey e, acima dele, Patrick Head.
Outro trunfo do carro era sua suspensão ativa, desenvolvida desde 1987 (no carro do tricampeonato de Piquet) e desde então refinado para não apresentar os problemas de confiabilidade enfrentados pelo FW12. Só para 1992 o carro rodou mais de 11.200 quilômetros para aperfeiçoar a suspensão eletrônica nas mãos de seu então piloto de testes, Damon Hill. Como se não bastasse, o câmbio eletrônico e o controle de tração se mostraram muito eficientes durante todo o ano.
Não podemos esquecer ainda o importante papel dos motores 3.5L V10 da Renault, que naquele ano rodaram suas versões RS3C e RS4 que pesavam cerca de 140 quilos e superavam em potência os famosos V12 da Honda, completando um quadro de imensa superioridade que tirou o sono de Ayrton Senna.
O FW14B deu o título de Campeão Mundial à Nigel Mansell com larga vantagem sobre seu companheiro de equipe, o vice-campeão Ricardo Patrese. Além disso a Williams, também com vasta vantagem, conquistou o título de construtores daquele ano
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Outro trunfo do carro era sua suspensão ativa, desenvolvida desde 1987 (no carro do tricampeonato de Piquet) e desde então refinado para não apresentar os problemas de confiabilidade enfrentados pelo FW12. Só para 1992 o carro rodou mais de 11.200 quilômetros para aperfeiçoar a suspensão eletrônica nas mãos de seu então piloto de testes, Damon Hill. Como se não bastasse, o câmbio eletrônico e o controle de tração se mostraram muito eficientes durante todo o ano.
Não podemos esquecer ainda o importante papel dos motores 3.5L V10 da Renault, que naquele ano rodaram suas versões RS3C e RS4 que pesavam cerca de 140 quilos e superavam em potência os famosos V12 da Honda, completando um quadro de imensa superioridade que tirou o sono de Ayrton Senna.
O FW14B deu o título de Campeão Mundial à Nigel Mansell com larga vantagem sobre seu companheiro de equipe, o vice-campeão Ricardo Patrese. Além disso a Williams, também com vasta vantagem, conquistou o título de construtores daquele ano
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Sauber 2011
Essas fotos mostram Sérgio Perez, o novo piloto mexicano da equipe suíça, provando seu assento no novo carro da equipe. Apesar de não estar totalmente montado, já podemos ver que se trata do chassis definitivo do modelo C30 que competirá no campeonato do ano que vem, todo feito em fibra de carbono.
Nota-se que apesar dos disfarces, a entrada de ar superior será um pouco menor [A]que a desse ano, bem como que ele se renderam a um expediente que os carros da Red Bull vem utilizando nos últimos 2 anos e várias outras nesse ano: um certo abaulamento na parte central da dianteira do cockpit, formando um discreto "v" quando se olha de frente embaixo da fita laranja, à direita da mão do mecânico [B] (muito perceptível na foto acima, pois a de baixo colocaram uma placa preta por cima), veja:
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Nota-se que apesar dos disfarces, a entrada de ar superior será um pouco menor [A]que a desse ano, bem como que ele se renderam a um expediente que os carros da Red Bull vem utilizando nos últimos 2 anos e várias outras nesse ano: um certo abaulamento na parte central da dianteira do cockpit, formando um discreto "v" quando se olha de frente embaixo da fita laranja, à direita da mão do mecânico [B] (muito perceptível na foto acima, pois a de baixo colocaram uma placa preta por cima), veja:
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Cartão Postal da Red Bull
Recebi a imagem do meu colega Speeder76 e repasso a vocês: O cartão da Red Bull dando uma nada sutil alfinetada na Ferrari e sua controversa ordem de equipe no GP da Alemanha. Aqui a da frase mais tristemente célebre de toda a temporada 2010 ganha ar de humor, veja:
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