quinta-feira, 30 de maio de 2013

Williams trouxe micro-atualização

A equipe Williams trouxe uma asa dianteira virtualmente idêntica à que usaram na corrida anterior, de Barcelona, a não ser por uma quase imperceptível mudança: Aquela mini asinha superior, que fica um pouco à frente do conjunto principal, agora tem suas laterais internas independentes, vazadas, alterando o fluxo de ar que parra por lá de maneira sutil. Repare que como essa lateral agora é fracionada, há um dois pequenos novos suportes unindo os três elementos para manter a rigidez do conjunto. Clique na imagem acima para ampliá-la!

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Todos os F1 de Felipe Massa

Fiz essa montagem de todos os carros que Felipe Massa guiou até agora na F1com base em imagens encontradas na internet. O carro de 2003 não existe pois ele teve nesse ano um período sabático, como piloto de testes da Ferrari, retornando à Sauber no campeonato seguinte.

Repare que desde a temporada de 2010 os carros ficaram mais longos, o que é natural visto que com o fim do reabastecimento os tanques de combustível tiveram que aumentar sua capacidade para adequar-se à maior autonomia necessária para terminar as corridas. E no que depender de mim, ainda aumentarei essa lista por com vários outros modelos de boas equipes! Clique na imagem para ampliá-la:

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terça-feira, 28 de maio de 2013

Red Bull estreou pequenas novidades

"O diabo mora nos detalhes", diz o a frase popular. Sabendo disso a Red Bull fica sempre atenta aos mínimos aperfeiçoamentos possíveis em seu RB9 para tentar dar-lhe a maior eficiência possível, prova disso é que em Mônaco eles trouxeram uma nova asa dianteira, aparentemente idêntica à anterior usada em Barcelona, mas um olhar atento vê as sutis diferenças nas curvaturas dos elementos da asa, agora menos arqueadas, com uma pequena abertura e mais arredondada no canto da interno do elemento superior, como você vê nos detalhes ao lado.

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A peça que teria sido trazida de última hora na sexta-feira à noite após ser exaustivamente testada e aprovada por Sebastien Buemi no simulador da equipe em sua sede na cidade de Milton Keynes, Inglaterra, onde o piloto suíço percorreu mais de 400 voltas até o "ok" final. Clique na imagem para ampliá-la.

Lotus amarga maior prejuízo da história da F1

Segundo o jornalista Christian Sylt publicou no jornal inglês The Telegraph, a equipe Lotus F1 amargou ao fim da temporada de 2012 o maior prejuízo de sua história e também de toda a história da categoria: 85 milhões de dólares. A marca supera o até então recorde negativo da categoria que foi registrado pela BAR, que sangrou 63 milhões de dólares ao fim da temporada de 1999.

A  principal explicação para isso seria a falta de patrocinadores, lembrando que a equipe nada recebe para estampar em  seu carro as letras douradas e o logotipo da marca de carros esportivos Lotus, antiga patrocinadora que lhes deu o cano anos atrás, mas que permanece em destaque por ser "interessante para a equipe e manter esse nome forte da F1".

Esse é o terceiro ano seguido em que a equipe fecha no vermelho, pois somados a esses 85 milhões de 2012, ainda tiveram um déficit de 31 milhões de 2011 e o rombo de 51 milhões em 2010, tudo sempre pago pela principal acionista da equipe, o fundo de investimentos Genii, que aparece em letras garrafais nas laterais dos carros, mas que por não vender produtos de massa (afinal, é um fundo de investimentos!) certamente não se beneficia tanto de tal exposição, mas apesar disso a equipe continua investindo e ao longo da última temporada contratou mais 20 empregados, totalizando 520 funcionários na equipe.

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Esse ano a equipe ganhou alguns reforços financeiros interessantes, como os energéticos Burn, do grupo Coca-Cola , uma não confirmada ampliação nos valores pagos pela petrolífera francesa Total e aparentemente também da Unilever, já que o nome dos desodorantes Rexona e shampoo Clear aparecem com maior destaque esse ano, mas Eric Boullier e sua turma continuam não sem um patrocinador principal, algo cada vez mais difícil na F1 atual.

Enfim, vamos ver como a Lotus fechará seu balanço de 2013, mas tenho a impressão que a permanência de do involuntariamente midiático Kimi Raikkonen na equipe poderá influenciar no futuro dela junto à possíveis novos apoiadores, mas como bem sabemos o contrato do finlandês termina esse ano e ele já dispõe de outras opções no cardápio. A ver...



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Kobayashi testou a Ferrari de F1


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Kamui Kobayashi testou nesse último domingo a Ferrari F1 de 2010, como preparativo para a demonstração que fará nas ruas de Moscou no fim de Julho. O japonês ficou muito feliz com a experiência e gostou do que sentiu do carro: "Eu corri contra ele em 2010, então sabia que esse carro é rápido, mas foi uma experiência importante como preparação. A última vez que pilotei um F1 foi no GP Brasil do ano passado, hoje corro de Ferrari F458 GT e as impressões são bem diferentes, mas não foi difícil me readaptar, pois no passado já dirigi todos os tipos de carros, então estou acostumado à mudanças", disse o carismático nipônico.

Kamui Kobayashi deverá "estrear" oficialmente à frente de um carro de F1 da Ferrari nesse evento em Moscou no dia 21 de Julho, cidade essa que também será visitada por ele pela primeira vez.

Pode abraçar que é sua, Tony


Imagem do dia (seguinte)!

O pior inicio de temporada da história da Williams

Seis etapas, nenhum ponto... Depois do inconstante brilhareco de 2012, onde ganharam até uma corrida, a equipe Williams vai mal. Esse é o pior inicio de temporada da história da equipe desde que ela começou a projetar e construir seus próprios carros, em 1978. Superou até mesmo o desastroso ano de 2011, onde Barrichello marcou os dois primeiros pontos do ano pela equipe dos carros azuis e brancos justamente na etapa de Mônaco e repetiu a dose na corrida seguinte, no Canadá, com Maldonado marcando mais um mísero pontinho na Bélgica e foi só: 5 parcos pontos naquele ano.

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O pior é que até agora a equipe não deu mostras de estar reagindo. É evidente que eles estão trabalhando e repensando as coisas internamente e trazendo modificações para o carro, mas a reação que me refiro é nas pistas, nos resultados. Do jeito que a coisa vai, corre-se até o risco de, terminado o contrato da PDVSA com a Williams (em tese, no fim de 2015), Maldonando e os Venezuelanos da nova gestão do presidente Maduro picarem a mula com seus valiosos petrodólares - em eles continuando disponíveis, é claro, atrás de alguma equipe mais competitiva para continuar apostando, isso se continuarem na F1 (uma vaguinha na deficitária Lotus pode ser o caminho).

Mas vem aí o GP do Canadá, uma pista com características bem diferentes e onde normalmente a equipe não sofre tanto. Vou esperar e torcer para que marquem, enfim, seus tardios primeiros pontos, para o bem de sua gloriosa história cada vez mais distante e de seu futuro, que há tempos nunca é muito auspicioso...

GP de Mônaco - RESULTADOS e ANÁLISE "equipe-por-equipe"



Mais um GP de Mônaco, muitos carros numa longa fila, mas dessa vez as ultrapassagens aconteceram, e as tentativas nem sempre bem sucedidas também, com direito a safety-car, bandeira vermelha e relargada e tudo mais, Vamos analisar como foi essa etapa, equipe-por-equipe:


MERCEDES: A equipe alemã sob o comando de Rosberg dominou a corrida inteira. O piloto não foi ameaçado nenhuma vez, só perigando perder o primeiro posto se a parada sob safety-car fosse na hora errada, o que não ocorreu. Hamilton também veio bem, mas teve menos sorte nessa troca de pneus e caiu para quarto, não conseguindo passar ninguém ainda que estivesse aparentemente mais rápido atrás de Webber.

RED BULL: Sem carro para ameaçar de fato a superioridade de Hamilton e sobretudo Rosberg, comboiaram para marcar o maior número possível pontos, e ainda contaram com a lenta parada de Hamilton, que teve que fazer fila para Rosberg, herdando sua posição do inglês. Com isso Vettel e a Red Bull abrem mais vantagem na classificação dos campeonatos de pilotos e construtores.


FORCE ÍNDIA:
Depois de dois GP´s onde foi tirado da disputa por batidas alheias ou porcas de roda defeituosas, Sutil fez uma ótima apresentação e conquistou uma boa 5ª posição, sendo que para tal fez boas ultrapassagens na pista com timing perfeito e certeiro. Di Resta fez boa corrida de recuperação e marcou dois pontos, se valendo sobretudo de boa estratégia de parada.

McLAREN: Perez estava com a macaca. Ultrapassou Button na saída do túnel de maneira audaciosa, suplantou Alonso na improvável Rascasse, então, imbuído de uma confiança quase esotérica, tentou passar Kimi no mesmo lugar onde passara seu companheiro, mas dessa vez não havia espaço e os dois se tocaram. Resultado: o finlandês teve o pneu furado e voltas depois o mexicano abandonaria problemas nos freios. Menos, Sérgio, menos... Já Button fez uma corrida conservadora e levou passão de Perez e Sutil, mas chegou até o fim numa corrida que não foi de suas melhores.

FERRARI: Essa sim foi uma equipe que não levará boas lembranças desse GP... Massa bateu forte e abandonou a prova quando, segunda a própria equipe, sofreu algum problema com a parte dianteira esquerda do carro. Alonso fez uma corrida bem medíocre, sendo ultrapassado por Perez, Sutil e Button e terminou reclamando muito da falta de ritmo do seu F138 nessa pista. Marcou magros pontos.


TORO ROSSO: Checar nos pontos de novo foi um bom resultado para o francês Vergne, que vinha sendo eclipsado por Ricciardo na corrida pela vaga de Webber em 2014. O australiano por sua vez foi a mais nova vitima do incauto Grosjean. A equipe já começa a abrir um respiro para a Sauber na pontuação.


LOTUS: Kimi fazia uma sólida corrida dentro das possibilidades de seu carro e da pista até ser acertado pelo temerário Perez e teve seu pneu furado. No fim, passando todos com compostos mais novos (veja no vídeo AQUI), marcou seu pontinho em cima do laço e segue próximo de quebrar o recorde de 24 GP´s nos pontos que Schumacher detém e saiu falando que alguém deveria dar um soco na cara do mexicano.  Grosjean conseguiu a proeza de bater todos os dias em que andou, sendo que na corrida ainda levou Ricciardo consigo, o que motivou sua punição (vão perder 10 posições no GP do Canadá) e vê seu nome, uma vez mais, ligado à confusões e não à bons resultados. Deve estar com a orelha quente.


SAUBER: Carro ruim, Hulkenberg fez o que pôde Gutierrez ainda aprendendo e naturalmente apanhando mais, também, mas o carro não ajuda mesmo. No fim da corrida o solitário pontinho que o alemão marcaria não teve como ser defendido de Raikkonen, que passou como uma águia sobre a pomba cinza.


WILLIAMS: Maldonado, quem diria, reclamando da condução irresponsável de outro piloto! Pois é, isso porque Chilton o espremeu na curva e o venezuelano passou reto. Mas Bottas é quem estava se apresentando melhor nessa corrida, onde a Williams disputava os farrapos com a turma do fundão. Essa é a pior temporada da Williams desde sua fundação nunca havia ficado sem marcar pontos até a sexta etapa do campeonato (esse recorde era de 2011 com 5 etapas, Barrichello marcou 2 pontos em Mônaco).

MARUSSIA e CATERHAM: Chilton protagonizou a batida em Maldonado, Bianchi abandonou, como Pic e seu carro parcialmente incendiado. Van der Garde não capitalizou sua melhor posição de largada no ano. Tirando isso nada digno de nota aqui embaixo.


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Pos  Piloto               Equipe                  Tempo/Dif.
 1.  Nico Rosberg         Mercedes              2h17m52.056s
 2.  Sebastian Vettel     Red Bull-Renault          + 3.888s
 3.  Mark Webber          Red Bull-Renault          + 6.314s
 4.  Lewis Hamilton       Mercedes                 + 13.894s
 5.  Adrian Sutil         Force India-Mercedes     + 21.477s
 6.  Jenson Button        McLaren-Mercedes         + 23.103s
 7.  Fernando Alonso      Ferrari                  + 26.734s
 8.  Jean-Eric Vergne     Toro Rosso-Ferrari       + 27.223s
 9.  Paul Di Resta        Force India-Mercedes     + 27.608s
10.  Kimi Raikkonen       Lotus-Renault            + 36.582s
11.  Nico Hulkenberg      Sauber-Ferrari           + 42.572s
12.  Valtteri Bottas      Williams-Renault         + 42.691s
13.  Esteban Gutierrez    Sauber-Ferrari           + 43.212s
14.  Max Chilton          Marussia-Cosworth        + 49.885s
15.  Giedo van der Garde  Caterham-Renault       + 1m02.590s

Volta mais rápida: Sebastian Vettel, 1:16.577

abandonos:

     Sergio Perez         McLaren-Mercedes           72 voltas
     Romain Grosjean      Lotus-Renault              63 voltas
     Daniel Ricciardo     Toro Rosso-Ferrari         61 voltas
     Jules Bianchi        Marussia-Cosworth          58 voltas
     Pastor Maldonado     Williams-Renault           44 voltas
     Felipe Massa         Ferrari                    28 voltas
     Charles Pic          Caterham-Renault            7 voltas

Pontuação após a 6ª etapa:

Pilotos:                      Construtores:                    
 1.  Vettel        107        1.  Red Bull-Renault          164
 2.  Raikkonen      86        2.  Ferrari                   123
 3.  Alonso         78        3.  Lotus-Renault             112
 4.  Hamilton       62        4.  Mercedes                  109
 5.  Webber         57        5.  Force India-Mercedes       44
 6.  Rosberg        47        6.  McLaren-Mercedes           37
 7.  Massa          45        7.  Toro Rosso-Ferrari         12
 8.  Di Resta       28        8.  Sauber-Ferrari              5
 9.  Grosjean       26
10.  Button         25
11.  Sutil          16
12.  Perez          12
13.  Ricciardo       7
14.  Hulkenberg      5
15.  Vergne          5