segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Raio X Williams-Renault 1997

Último carro projetado por Adrian Newey na Williams, não por acaso foi o último carro da equipe a vencer o campeonato de construtores e pilotos em 1997. Quando o ano começo o projetista já não trabalhava mais na fábrica e recebia para ficar em casa enquanto os advogados da Williams e da McLaren se degladiavam acerca da data exata do término do contrato que o impedia de já trabalhar para Ron Dennis. Em agosto Adrian foi finalmente para a McLaren, que seria campeão com folgas no ano seguinte.

Sobre o FW19, ele era uma nítida evolução do FW18 que acabara de ser campeão com o dispensado Damon Hill. Apesar da Renault ter avisado que deixaria a F1 no final desse ano, as evoluções do motor 3.0 V10 RS9/RS9A e RS9B não diminuíram e permaneceram competitivas e atualizadas até o último GP, sendo 14mm mais baixo e 11 quilos mais leve que os motores utilizados em 1996. O novo carro também tinha agora um cambio mais compacto e sistema de refrigeração revisto, isso sem falar nas modificações realizadas durante o ano nos braços de suspensão que precisaram ser fortalecidos para aguentar freios cada vez mais fortes e pequenas modificações na asa dianteira. Além disso introduziram um sistema eletrônico de balanceamento de frenagem, previsto para estrear apenas em 1998 mas que teve uma versão mais simplificada usada a partir do GP de Monza.

O carro sofria entretanto, de uma tendência de baixar de frente nas frenagens que atrapalhou um pouco seus pilotos, sobretudo em condições de pista molhada onde o ajuste do carro tinha que ser "amolecido", facilitando ainda mais essa tendência, mas nada que impedisse a equipe de conquistar seu 9º título de construtores e ver seus piloto Jacques Villeneuve Campeão Mundial de Pilotos daquele ano e Heinz-Harald Frentzen 3º colocado.

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domingo, 2 de janeiro de 2011

Raio X Copersucar

Hoje, domingo, dia de pensar no trânsito da estrada deja porque vai enfrentá-lo seja porque não precisará passar por essa tarefa herculea e esta rindo a toa, lanço-lhes um desafio!

Esse Raio-X é do Fittipaldi-Copersucar de F1. Certo, não precisa ser um gênio para deduzir isso olhando o desenho... Mas essa equipe correu em 8 temporadas, de 1975 à 1982. De que ano é o carro acima? Quais os dados técnicos dele? Só dou uma dica: Não é o carro da estréia, mas é dos primeiros anos.

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Fica o desafio!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Raio X de Ano Novo - Penske 1996

O Penske PC-25 não era o melhor carro do grid durante todo o ano. Depois de uma temporada avassaladora em 1994 e uma temporada fraca em 1995, 1996 não reservou às equipes Penske e Hogan-Penske (irmãs) surpesas melhores.

O carro de 1996 não proporcionou a Emerson nem à Al Unser Jr, ou Paul Tracy oportunidades con retas de vencer o título daquele ano. Para coroar negativamente o ano, depois de levar um pequeno toque na sua roda traseira esquerda de Greg Moore no Super-Oval de Michigan, Emerson Fittipaldi perdeu o controle de seu carro a bateu violentamente com a traseira de seu carro no muro, sofrendo uma compressão nas vertebras de sua coluna que quase o deixa paralítico, necessitando de varias cirurgias e pinos para manter-lhe a forma.

O carro da imagem é exatamente o de Emerson e na configuração de ovais, como na batida em Michigan. Clique na imagem para ampliá-la e estudá-la!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Raio X de Reveillon - Tyrrell 6 rodas

O P34 foi o modelo de Fórmula 1 da Tyrrell em parte da temporada de 1976 e em toda a temporada de 1977 da F1. Foi guiado por Jody Scheckter, Patrick Depailler e Ronnie Peterson.
A inédita configuração de quatro rodas na dianteira, todas elas esterçantes, foi uma tentativa do engenheiro Derek Gardner de reduzir a área frontal do carro, com o uso de pneus menores, e assim obter uma melhor penetração aerodinâmica. A fábrica de pneus Goodyear teve que produzir, especialmente para o modelo, pneus com 10 polegadas de diâmetro.

O Tyrrell P34 não chegou a ser um fracasso e até conseguiu alguns bons resultados, como a vitória no GP da Suécia de 1976 e mais 13 podios nas 2 temporadas disputadas, mas apresentou um desempenho prático bem aquém do esperado pela equipe: embora a área frontal realmente diminuísse, a aerodinâmica proporcionada pelo rombudo bico do carro não era das melhores e, principalmente, as rodas traseiras continuaram com as mesmas dimensões dos outros Fórmula 1 da época, o que acabava deixando a área frontal praticamente igual. O mecanismo de suspensão e de direção necessário para fazer as quatro rodas esterçarem mostrou-se complexo e de difíceis acerto e manutenção. E os pneus menores, apesar de não mostrarem uma piora perceptível de desempenho ou maior desgaste, tinham um custo muito alto, devido à baixíssima escala de produção.

Para a temporada de 1978 a Tyrrell apresentou o modelo 008, que retomou a configuração convencional de quatro rodas. Alguns anos depois, quando algumas equipes começaram a cogitar a possibilidade de usar quatro rodas motrizes na traseira --- principalmente a Williams, que chegou a produzir um protótipo ---, a Federação Internacional de Automobilismo, FIA alterou o regulamento da F-1 para proibir a participação de carros com mais de quatro rodas na categoria.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Raio X Tyrrell 1994

O Tyrrell 022 foi projetado por Harvey Postlethwaite em parceria com os estúdios de desenho italiano Foundmetal de Jean-Claude Migeot como primeiro passo de um acordo de 3 anos. Segundo Harvey o carro foi "bem concebido e fácil de se trabalhar"

O carro foi equipado com câmbio semi-automático ativado pneumaticamente com o mesmo suprimento de ar que movimentava o comando de válvulas do motor Yamaha V10. O projeto do carro, desde seu desenho passando por seu desenvolvimento e fabricação demorou apenas 5 meses graças ao apoio de um intenso programa de desenvolvimento da Yamaha especialmente focado em aumentar progressivamente as rotações e em reduzir o peso do V10.

Esse ano foi uma lufada de ar fresco para a tradicional equipe inglesa, tanto que ao fim do ano a Yamaha anunciou que manteria sua parceria coma equipe até 1996. Os pilotos desse ano foram Ukyo Katayama e Mark Blundell, que conseguiu o último pódio para a equipe no GP da Espanha.

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Raio X Penske 1994

O Penske PC-23 foi uma evolução do PC-22 de 1993, que por si ja era uma grande ruptura com os padrões antigos dos carros da Penske. O PC-23 era equipado com motores Mercedes preparados pela Ilmor (que também preparava os motores Mercedes da Sauber para a F1) V8 3.5 Turbo de 800 cavalos mas que alcançava 1000 cavalos de potência nos circuitos ovais, cerca de 150 à 200 cavalos a mais que seus rivais.

Esse carro foi pilotado por Emerson Fittipaldi, Paul Tracy e Al Unser Jr. este último o campeão do ano, à frente de Emerson.

É creditado ao desempenho supremo desse carro (sobretudo graças a seu motor) nas 500 Milhas de Indianapolis daquele ano como um dos gatilhos que acelerou a cisão da F-Indy entre CART e IRL.

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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Raio X Williams-Renault 1987

Eis o carro que deu o tricampeonato a Nelson Piquet em 1987. Depois de perder o de 1986 devido a disputas internas entre Piquet e Mansell, a Williams não repetiria a dose esse ano. O carro, mesmo de 1986 foi revisado para não apresentar problemas mecânicos, e se não era nenhuma obra de vanguarda da engenharia, era muito sólido e confiável

Com um motor Honda 1.5 V6 turbo que desenvolvia cerca de 800 cavalos nas corridas e superava 1000 nos treinos, esse caro tinha algumas marcas interessantes:

0-100km/h em 1,9 segundos
0-200km/h em 4,3 segundos
0-300km/h em 9,4 segundos

Mas além do motor, outro ponto forte introdução da suspensão ativa no meio da temporada ajudou a equipe e o brasileiro a serem campeões daquele ano. Mansell teria que esperar mais tempo.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Raio X Williams-Renault 1993

No dia de natal um Raio X marcante: O FW15C. A letra "C" é porque ele foi uma evolução do FW15, que não competiu e só foi usado no fim de 1992 para testes e do FW15B que também foi usado apenas em testes durante o inverno de 1992/1993. O FW15C estreou faltando 3 semanas para a bertura do campeonato.

O motor da Renault, RS5 foi uma evolução do carro do ano anterior e a suspensão ativa foi apenas atualizada e realocados dentro do carro para melhorar a distribuição de pesos. Esse carro também estreou (no GP da França) o uso dos freios ABS e um novo sistema de troca de marchas, que facultava a seus pilotos, Alain Prost e Damon Hill trocá-las por meio de borboletas atrás do volante ou deixando o câmbio trocar as marchas sozinho, sem qualquer acionamento.

Paralelamente, a aerodinâmica do carro era uma nítida evolução do modelo anterior usado por Mansell na conquista de seu tíltulo. As entradas de ar tiveream seus desenhos revistos, bem como asas dianteiras e traseiras. Em 1993 Prost e a Williams conquistaram novamente o Campeonatos de Pilotos e Construtores.

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