sábado, 9 de novembro de 2013

Webber e seu Porsche GT2 RS

Mark Webber levou alguns passageiros para uma volta rápida em seu Porsche GT2 RS de 612 cavalos de potência e o resultado foi esse:

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O adeus de Mark Webber

Mark Webber postou na conta de Twitter dele uma foto simples, mas interessante, tirada da janela de seu carro (pela beiradinha do espelho chutaria um Porsche).

Era da sede da equipe Red Bull na Inglaterra, que conforme a legenda dele mesmo explicava, estava sendo visitada por ele pela última vez como piloto da Red Bull: "9 dos meus 12 anos na F1 eu entrei nesse prédio para trabalhar. Hoje foi oficialmente meu último dia."

Vamos lembrar que antes de ser da Red Bull essa sede abrigou sua antecessora direta Jaguar, pela qual o australiano também competiu.

Será que a equipe vai fazer uma pintura especial para seu adeus no GP Brasil como fez para a despedida de Coulthard em 2008? Seria bacana.

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Entrevista de Alan Mosca

O nosso programa "TV CORRIDA" dessa semana recebeu o artista aerografista Alan Sidney Mosca, que comanda o famoso estúdio SID Special Paint de seu pai Sid Mosca, criador dos capacetes de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Rubens Barrichello, Felipe Massa, Ingo Hoffmann entre outros tantos e ele nos contou muitas histórias interessantes sobre a sua arte e convívio com os grandes pilotos brasileiros e também com equipes de automobilismo, inclusive estrangeiras.  Para você, ainda vai pintar uma super promoção com uma réplica oficial do capacete do Senna que falarei mais pra frente!

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ecclestone pagou "propina" a chefes de equipe

E a situação de Bernie Ecclestone com a justiça se complica um pouco mais...

Durante o processo por suborno que responde na Inglaterra, Bernie Ecclestone revelou que pagou aos então chefes de equipe Alain Prost, Eddie Jordan e Tom Walkinshaw 10 milhões de dólares para cada um de modo a "facilitar" a adesão deles ao novo pacto da concórdia da Fórmula 1 assinado em 1998.

Segunto o jornal britânico The Telegraph, perguntado se esses chefes de equipe receberam essas quantias para que suas equipes assinassem o pacto da concórdia, ele respondeu com um categórico "sim".

O detalhe é que esse dinheiro teria saído diretamente do fundo de investimentos familiar de Bernie para as contas pessoais dos três dirigentes. Questionado porque a quantia não foi depositada na conta das equipes ele disse "eu não faço a menor ideia" e quando instado a dizer o que foi feito com esses valores, completou: "eu não tenho idéia, eles receberam para assinar o acordo e foi isso que eles fizeram".

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Essa informação de teor bastante questionável não ajuda nada Bernie que aos 83 anos de idade enfrenta acusações de ter pagado propina para um banqueiro alemão (que está preso) para que ele facilitasse a venda de ações da Fórmula 1 para novos investidores.

Com isso fica cada vez mais forte a sensação que o reinado de Bernie à frente da categoria máxima do automobilismo não deve durar muito mais, deixando a pergunta nada fácil de ser respondida no ar: quem terá condições de assumir o cargo do decano na condução da Fórmula 1, categoria em que ele foi fundamental para transformar no sucesso mundial que é hoje?

Para esse papel exige-se muita inteligência, liderança, habilidade política, total conhecimento de como funcionam o mundo e os submundos da categoria, além de muito sangue frio para lidar com eternos interesses conflitantes entre as equipes, montadoras, pilotos e investidores, atributos muito raros de serem encontrados numa pessoa só...

O último motor V8 da F1

Nesse vídeo a divisão AMG da Mercedes-Benz mostra os testes finais do último motor 2.4L V8 que eles fabricaram para a temporada 2013 da Fórmula 1, numa história de mais de mil produzidos desde os primeiros testes ainda em 2005.

Os engenheiros falam do orgulho que sentem desse propulsor, extraoficialmente tido como o mais potente da F1, e também da expectativa do novo motor 1.6L V6 turbo que passará a ser usado a partir do ano que vem, confira:

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O pior ano da Williams

O FW33, um carro muito ruim

Depois de uma razoavelmente boa temporada em 2010, em 2011 a Williams resolveu criar um carro inovador, o FW33, que prometia ser muito rápido mas logo se descobriu que era uma tartaruga, amealhando pífios 5 pontos ao longo daquela temporada, 4 de Rubens Barrichello, que estava em seu último ano na categoria, e 1 de Pastor Maldonado, que estreava por causa de seu dinheiro na vaga que era de Nico Hulkenberg. No fim do ano muita admissão de culpa e reflexões, já com certo otimismo por conta da chegada dos motores Renault no ano seguinte. Ainda assim a cabeça do diretor técnico da equipe Sam Michael rolou ao fim dessa temporada.

Aí veio 2012, Bruno Senna se juntou a equipe e Bottas testava todas as sextas-feiras já de olho na vaga de titular no ano seguinte. Esse ano foi bem melhor, com Maldonado até ganhando uma corrida por méritos seus e do novo carro, já que não precisou contar com o abandono de ninguém para esse resultado. Ao longo da temporada, entretanto, ainda que marcando seus pontinhos com frequência, a disputa por vitórias não se repetiu, ficando a expectativa de um salto para o ano seguinte.

O FW35, um carro ainda pior
E então veio 2013! Nos testes de inverno o carro não parecia tudo isso, mas a incerteza de condições desses testes não nos permitia vaticinar de pronto que o carro era a bomba que se provaria no resto do ano, para desalento do finlandês e do venezuelano.

O FW35 conseguiu a proeza de superar o FW33 como o pior carro já produzido pela equipe de Grove em sua história, marcando apenas um mísero ponto ao longo da temporada até agora, sem sinais de que essa realidade possa ser alterada nas etapas finais, também dando início a mais uma dança das cadeiras, com Mike Coughlan saindo da chefia técnica da equipe e o experiente Pat Symonds entrando em seu lugar, prometendo novos horizontes a partir de 2014 quando passará a contar com os motores Mercedes-Benz e, ao que tudo indica, Felipe Massa e Valteri Bottas como seus titulares ainda não anunciados.

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Com isso podemos ver que nos últimos 4 anos a equipe intercala um ano bom (não ótimo) com um ano péssimo. Seguindo essa lógica bastante capenga, caberia a Massa estrear sua parceria com os ingleses num dos bons anos e então lutar para reverter o segundo para que continue bom ou melhore ainda mais, algo possível diante das novas regras, mas que dependeria também de um orçamento competitivo para contar com mais pessoas gabaritadas também no lado técnico. A ver...

O que são 0.009s na prática

Esse vídeo foi mandado pelo leitor e amigo Cesar Negrão e mostra uma matéria de 2011 onde Martin Brundle analisa detalhadamente para o canal a cabo inglês Sky o que são, na pratica míseros 0.009s de vantagem no tempo de uma volta de classificação.

Essa foi a diferença que separou o pole position Sebastian Vettel do segundo colocado Jenson Button, que naquele ano contou com uma McLaren bem mais forte que essa de 2013. Confira abaixo (áudio em inglês):

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O super estacionamento da FIA



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Essa foto acima mostra o parque fechado da FIA após a corrida de Abu Dhabi, com todos os carros da Fórmula 1 reunidos para as verificações técnicas de praxe (exceto a Lotus acidentada de Kimi Raikkonen, que ficou pela pista). Que belo estacionamento, não?