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| Damon Hill em seu derradeiro GP da Áustria, 1999 |
Como nenhuma etapa atual deve cair fora, se todas as planejadas se realizarem (a de New Jersey, por exemplo, está balançando) teríamos um calendário de 22 etapas, o que certamente geraria mais lucro a ser embolsado por Bernie Ecclestone, a CVC dona da F1 e pelas equipes na distribuição de lucros, mas tem lá seus efeitos nefastos: Nem todas as equipes não gostam muito da ideia desse super calendário, pois isso significa mais custos, mais correria e menos folgas para as centenas de mecânicos que ficam muito tempo longe de casa e de suas famílias.
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Além disso corre-se o risco de banalizar a categoria. antigamente haviam 15 ou 16 etapas e todos esperavam ansiosamente por cada uma. Hoje a maioria das pistas não tem história emocional com o público e são em países sem tradição de automobilismo, se afastando de pistas conhecidas e queridas do público, na Europa sobretudo e com o grande número de corridas, fica mais difícil acompanhar todas as etapas, até porque como são muitas, "perder uma ou outra não mudará muito as coisas", pensam alguns.
Eu pessoalmente acho que quanto mais etapas, melhor, mas a F1 tem que pensar não no que eu ou uma minoria de fanáticos pensam, mas sim se essa é a melhor estratégia para angariar novos fãs para a categoria, que vem perdendo força mundialmente (e no Brasil) ano a ano e que vê o perfil de sua audiência envelhecendo e não sendo renovada com a entrada de tantos jovens na proporção desejada.

















