sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Novos Porsche Cayenne
Nova Linha Porsche Cayenne: maiores, mais bonitos, mais leves, mais rápidos, mais econômicos, mais ecológicos... Ah, mais caros também.
Porque sextas-feiras são diferentes
Você certamente já reparou que a energia vinda de uma sexta-feira normal, é diferente. Digo sexta-feira normal no sentido de não coincidir com alguma data ou acontecimento específico que altere sua percepção do dia.
Sextas tem uma energia de relaxamento, um sentimento de "hoje acaba" (a semana) e "hoje começa" (o descanço), tanto para quem que trabalha, como para que não trabalha. Para quem trabalha, acordar na sexta-feira tem um sentimento de liberdade, leveza, pois sabe que no trabalho o clima vai estar mais tranquilo, com todos fazendo e contando seus planos para o fim de semana, como a viajem pro sítio, para a praia, a balada, o barzinho, acordar tarde... Tem-se a sensação que os 3 dias pela frente serão como uma versão light de um comercial de leite em pó Molico, cheio de gente feliz, bonita, sorrindo e com vento soprando nas cortinas brancas da casa de praia...! No trabalho, as coisas rendem mais, mesmo que tenha mais conversas paralelas durante o dia, ha mais riso, otimismo, mesmo quando o tempo ou o resultado não está dos melhores. E se você realmente não gosta do que faz ou de com quem convive, já fica a certeza de que "hoje acaba, é só mais um pouquinho!".
Esse sentimento libertador extrapola chuva e frio, e quase sempre se ouve aqui e ali pipocarem aquelas batidas frases "temos que combinar de nos ver...!" ou "Vamos combinar uma pizza!" tudo vago, sem data definida e com um sorriso no rosto. E tudo bem! A graça de sexta é que é tudo com leveza, esses meio-convites não tem (tanta) cobrança, pois queremos mais é que o dia termine numa boa, para irmos ao happy-hour ou pra casa mesmo, ainda que com o trânsito pior.
Para quem não trabalha (eu, que já fiquei sem trabalhar por alguns bons meses antes de trabalhar na ALLTV, Blog e outras coisas, sei bem), sextas também são aguardadas com alento, pois você sabe que ao fim do dia, os trabalhadores estarão "equiparados" a você, isto é: Não vão trabalhar, igualzinho a você! Você terá dias de igualdade, sem comparações diretas, sem causar estranheza aos demais por acordar tarde, sem sentir-se deslocado e desconfortável por poder acordar tarde, pois estamos no mesmo clube por esses dias! Depois vem a segunda, claro... Mas não estraguemos a beleza rústica e virginal da coluna falando em desgraça!
Enfim, sextas-feiras têm uma conotação gregária, que une as pessoas, senão fisicamente, espiritualmente com certeza. Hoje é sexta-feira! Não deixe que as frustrações de seu chefe, que alguém de mente pequena ou simples contratempos estraguem com seu dia, não arranhem sua Sexta e conseqüentemente seu fim de semana, com bobagens que você superaria contando até dez, ou cem se necessário. Sorria, faça planos, elogie e, se der, saia um pouco mais cedo, pois vai cair um toró!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A roda da Ferrari
Como se sabe, a partir desse ano acaba o reabastecimento na F1. Com isso as trocas de pneus nos Pit-stops ganham muito mais importância, pois será o único fato externo à corrida que poderá significar perda (ou ganho) de tempo para os pilotos.Em busca de melhorar a velocidade nas trocas de pneus, as equipes estão se desdobrando em achar alternativas, além de treinar a equipe a exaustão, claro.
Eis que a ferrari desenvolveu um cubo rápido (nome do parafuso único que prende as rodas ao carro) "revolucionario". Todas as quipes usam isso, o desenhoredondo dessa que é a novidade. Será que vai funcionar?

Clique nas imagens para aumentá-las.
Como estragar 6 milhões de reais em 20 segundos
Bugatti Veyron, 1001 cavalos de potência, alcança mais de 400 km/h, custa mais de 6 milhões de reais, tudo, por agua abaixo, literalmente...
Paulo Francis, quando tudo da errado...
Esse vídeo é uma compilação de erros de gravação de participações de Paulo Francis, grande jornalista brasileiro morto em 1997 (de infarte).
Ainda que a base do vídeo sejam impropérios, vale a pena para matar a saudades desse grande sábio de humor ácido e cortante
Estranho são os outros
Pare e repare, olhe que maravilha...Assim começa a música, mas a realidade é outra, é dura! Pare e olhe para a primeira pessoa ao seu lado. Ok, talvez não agora, pois você está na frente do computador e as pessoas ao seu lado ou são da sua família ou são do seu trabalho, mas um dia experimente ir a qualquer lugar público e sentar-se. Observe então a fauna a sua volta.
Desfilará por você pessoas estranhas, gente com testa grande ou carecas que acham que se pentear o cabelo das laterais e da nuca até lá na frente, ninguém vai reparar que são carecas, como se calvice fosse fraqueza de caráter (só em alguns casos). Verá aquela mulher de mais de quarenta anos que se veste como se fosse uma paquita velha, negando pelas roupas a idade que as rugas, logo acima, entregam. Verá mulheres de 60 com tantas plásticas que seus rostos mais parecem a cara de uma raposa, e de tão esticadas mal conseguem esticar as duas pernas ao mesmo tempo. Verá cinquentões-meninões, com camiseta agarradinha e bronze artificial e em cima, impecáveis implantes capilares que mais parecem cabelo de boneca, com aqueles tufos no melhor estilo plantação de milho. Cruzará com gordas que se acham sexy (e porque não seriam?) e usam decotes e calças justíssimas, que só saem na tesourada; gente alta que, inconscientemente, tenta se misturar à massa mais baixa andando curvado, tímidos e reservados. Já viu isso tudo? Nossa, você está aonde?!
Mas o que faz essas pessoas serem como são? O mesmo que fez sermos como somos, é claro! O ambiente em que vivem, a educação que receberam, a cultura que adquiriram, os traumas pelos quais passaram, etc.
Dependendo dos pais que você teve (ou não teve), você vai usar desodorante ruim e vai se achar o máximo. Dependendo dos livros que você não leu, você pode acabar restrito a um círculo social de amigos burros e ignorantes que usam regata e chinelo Ryder o dia inteiro. Dependendo do que você não estudou, você pode acabar até Presidente da República...
Enfim, tudo isso serve para você parar e pensar "puxa, que fantástico, sou absolutamente normal!". De certa maneira, é sim reconfortante olharmos para os menos afortunados em normalidade e bom senso e perceber que nós, mesmo com nossos pequenos defeitos e manias, somos aceitos como "normais" (pelo menos gostamos de pensar assim). Portanto, ao reparar na esquisitice da pessoa à sua esquerda e destilar comentários irônicos para sí mesmo, cuidado, pois do seu outro lado alguém pode estar fazendo exatamente o mesmo com você. Sim, com VOCÊ!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Testes de Barcelona
Começa nessa quinta-feira em Barcelona os últimos 4 dias de testes da antes do início do campeonato da F-1.Esse teste pode ser o maio indicador de forças entre as equipes antes do GP do Bahrein.
Todas as onze equipes que já tem carro estarão lá, testando atualizações, novidadades mecânicas, aerodinâmicas, e no caso de Williams, Lotus e Virgin, novidades no motor também, pois as 3 correm com os Cosworth, que é o único motor que ainda não está com o seu desenvolvimento congelado pelas regras da FIA, e pode evoluir até antes do primeiro GP no dia 12 do mes que vem.
Nesse teste teremos uma idéia mas próxima da real do quadro evolutivo de cada equipe, quem é mais rápida, quem anda melhor com peso, qual desgasta menos pneus, qual motor gasta mais combustível e até qual ainda sofre com problemas de confiabilidade, como a Virgin vinha sofrendo.
Como já disse antes, não podemos saber ao certo qual é o carro mais rápido, pois só com a variável de quantidade de combustíveis, ha mais de 4 segundos de diferença nos tempos de pista, e nunca sabemos quem carrega que peso gasolina, mas é de se esperar essa semana que todas as equipes, ou pelo menos a maioria, tente aproveitar o bom tempo e pista seca para em algum momento andar com pouca gasolina para simular uma qualificação, e aí sim, dar-nos um esboço de seus potenciais de velocidade. A se destacar entretanto, que as equipes ainda não precisam correr com o peso mínimo de 620, então podemos ver alguma equipe menor "fazendo um bonito" para atrair os holofotes da imprensa e possíveis patrocinadores de última hora, o que não é o caso das sólidas e estabelecidas Ferrari, Red-Bull, Mercedes, Mclaren e Williams.
Outro fator interessante a se considerar é que Barcelona é única pista usada nos testes de inverno que também é palco de um das corridas durante o campeonato, então poderemos comparar os tempos desse ano com os do ano passado e, mais pra frente, compará-lo com os próprio tempos obtidos durante o seu GP oficial, já com alguma evolução dos carros ao longo do ano.
Depois dos testes, farei uma analise de minhas impressões derradeiras pré-campeonato.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Grandes mulheres, grandes carros 2

Hoje é dia de Ângela Rô Rô e o Ford Maverick
Ângela Maria Diniz Gonçalves, nascida no Rio de Janeiro em 5 de dezembro de 1949, começou a estudar piano clássico já aos 5 anos de idade. Na sua juventude, foi musicalmente influenciada por Maysa (sim, a do seriado), Ella Fitzgerald e Jacques Brel. Na década de 60, no auge da ditadura militar, mudou-se para Londres, onde trabalhou em restaurantes e cantou em Pubs.
Em sua volta ao Brasil, nos anos 70, ela foi contratada pela Polygram, gravando inúmeros sucesso, de sua autoria, como Meu Grande amor e Meu mal é a Birita, tendo como uma de suas características a vóz grave e rouca (daí o "Rô Rô") e a pronuncia com forte acento carioca, sobretudo nas letras "r". Sua vida pessoa, igualmente marcante, foi marcada por escândalos, graças a seu temperamento forte, alcoolismo e uso de drogas. Exemplos de polêmica vão desde sair de um programa de televisão ao vivo, passando por acusações de que teria agredido sua então namorada Zizi Possi e o incêndio de seu próprio apartamento. Depois desse período conturbado, no início dos anos 2000 ela largou as drogas e o álcool, emagreceu e voltou a fazer sucesso, apresentando um Talk-Show no Canal Brasil, lançando CD´s, DVD´s e ganhando prêmios como cantora.
O Ford Maverick foi o primeiro "muscle car" produzido no Brasil, a partir de 1973, ainda que seu projeto seja dos EUA, de 1968. No país, seus motores eram inicialmente um 3.0L 6 cilindros em linha ou o importado 5.0L V8. Depois o 3.0, lento e beberrão, foi substituído pelo 2.3L 4 cilindros, mais rápido e econômico, mas a má fama do motor antigo comprometeu as vendas desse também, pois os consumidores pensavam, "se o antigo que era maior, não andava, imagine esse". O carro em sua versão 2 portas e com motor V8 era muito veloz e querido pelo público, apesar da visibilidade ruim e espaço apertado para quem vai no banco de trás. Com o passar dos anos, ele sofreu pequenas modificações estéticas e mecânicas e chegou a ter uma versão especial "quadrijet" com carburador de corpo quadruplo mudanças no motor, que o fazia chegar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e atingir 205 km/h de velocidade máxima, o recorde nacional da época.
No fim da década de 70, a fama de beberrão do carro e suas formas tidas como datadas, bem como a adoção de modificações estéticas duvidosas e o motor 2,3 como item de série, fez com que suas vendas caíssem, tendo assim sua produção encerrada em 1979, com mais de 108 mil carros vendidos. Durante a década de 80 o preço dos modelos usados caiu muito, tornando-se um carro rejeitado pelo mercado, mas na década de 90 e 2000 seus modelos usados voltaram a ser cultuados e valorizados, especialmente as versões V8.
A relação entre Ângela Rô Rô e os Ford Maverick se da porque ambos eram belos e beberrões, fazendo muito sucesso no passado, dando uma sumida no fim da década de 80 e inicio de 90, dando a volta por cima e tornando a ser admirados e cultuados - merecidamente - nos dias de hoje.