segunda-feira, 17 de março de 2014

Mercedes teria "supermotor" de 900 cavalos


Pouco antes de embarcarem para a etapa de abertura do campeonato, pergutaram a Niki Lauda qual era a potência dos novos motores 1.6L V6 Turbo da Mercedes. Lauda teria respondido que eram cerca de 580 cavalos, que juntamente com o ERS de 160cv somariam os esperados 740 cavalos que muitos imaginavam.

Só que agora o jornal alemão Bild diz que as rivais da fabricante alemã estariam dizendo que esse motor na verdade estaria desenvolvendo cerca de 740 cavalos sozinho, somando impressionantes 900 cavalos com o auxílio do ERS quando operando em sua configuração de desempenho máximo, o que seria um número bastante exuberante ante aos inicialmente imaginados.

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Perguntado sobre a potência dos motores da Mercedes, Helmut Marko, da rival Red Bull respondeu apenas que "com certeza o motor tem mais potência do que estão dizendo", acrescentando "a Mercedes não está enfrentando problemas (técnicos) com seu motor e eles tem potência em excesso, então podem fazer uma corrida de estratégia".

Será mesmo que a vantagem da Mercedes é tamanha? Os números verdadeiros dos fabricantes são escondidos de todos, então nunca saberemos ao certo, mas vamos lembrar que o jornal Bild é conhecido por carregar nas tintas em suas histórias e manchetes e por mais que a Mercedes tenha uma vantagem sobre as rivais, não creio que não possa ser alcançada pela Ferrari e Renault ao longo do tempo. Até lá Mercedes, Williams, McLaren e Force Índia que aproveitem o bilhete premiado!

14 comentários:

Thiago disse...

Então só o giro é limitado? A potência dos 1.6 podem variar de acordo com o regulamento?

Robson Cleyton disse...

Isso não descumpre algum regulamento da FIA? A Williams e Mercedes estavam impecáveis. Vamos ver na malásia se essa superioridade permanece depois da evolução natural das outras equipes.

Anônimo disse...

Os melhores carros..

1 Mercedes
2 Williams
3 McLaren

Quem assistir e acompanha os tempo no site da FIA, logo percebe que os melhores tempos são dos motores Mercedes, tudo bem que a 3 melhor volta, foi de Alonso, ele é bom mesmo e não tem outra, Ferrari que não acertou a mão novamente.

Melhores voltas da corrida.
NICO ROSBERG 1:32.478
VALTTERI BOTTAS 1:32.568
FERNANDO ALONSO 1:32.616

Azar de Massa, corrida seria dele ou 2° lugar e olhe que não gosto muito dele, mais o carro é bom.

Tiago disse...

Então não há um limite de potência? É para cada fabricante extrair o que conseguir de um motor 1.6 V6 dentro da rotação permitida?

Anônimo disse...

Observe no link abaixo, a melhor volta na corrida foi de Rosberg com TANQUE AINDA CHEIO na volta 19, tempo absurdo de 1'32''478.

A segunda melhor marca vem com Bottas com tanque quase vazio na volta 56, com 1'32''568.

Todas melhores voltas do GP da Austrália 2014:
http://www.statsf1.com/pt/2014/australie/meilleur-tour.aspx

Rosberg simplesmente passeou na corrida, poderia tirar muito mais do carro, mas foi inteligente em não provocar uma quebra. Saber dosar o acelerador vai ser fundamental em 2014. Que a Mercedes tinha um motor muito forte não era novidade, mas cerca de 740 cavalos chegando a 900, chega ser surreal...

Não é a toa que Hamilton disse, é o carro mais difícil que pilotou no molhado...

A fábrica alemã não vai entregar de mão beijada os segredos(dados), desse motor as rivais Mclaren, Williams e Force índia. O título deve ficar com um piloto da Mercedes, estou apostando na regularidade de Rosberg.

Mclaren e Williams devem conseguir vários pódios, até vencer algumas corridas, o que seria o máximo depois do péssimo ano de 2013. Force índia só resta sonhar com pódio...

Magnussen e Bottas vai dar o que falar em 2014, já começaram no GP da Austrália. Se Massa perder essa oportunidade, pode jogar uma pá de cal nesse assunto...

Marcelo

José Inácio Pilar disse...

A potência dos motores da F1 nunca foi limitada, mas os recursos para avançar nas melhorias do motor para se obter esses ganhou sim. Assim os fabricantes podem extrair o máximo de desempenho, economia e durabilidade dentro das regras estabelecidas.

abs!

Anchor disse...

A vantagem de ter mais potência é poder andar no mesmo ritmo que os outros com menos esforço no motor,menos giros, melhor consumo e com mais confiabilidade. Se não tiver algum problema claro, como o Hamilton.

CPA disse...

@joseinacio

há uma coisa que não percebi.
as unidades de potencia actuais são um sistema hibrido entre o próprio motor e a recuperação de energia cinética e calorífica, o ERS.
este ERS terá o dobro da potencia do ano passado e "pode ser usado" durante 33 seg por volta.
e é neste ultimo ponto que entra a minha confusão: no ano passado tinhamos e botao "KERS" para accionar a potencia extra (80 BHP em 6,6seg)e alguns carros ainda tinham o botão "overtake".
este ano apenas vi o botão "overtake" a ser mencionado. a minha questão é: como é que é feita a gestão da potencia adicional? a gestão é feita automaticamente pela electrónica do motor e é igual para todos, ou podemos ter uma situação em que um piloto está a usar o motor mais a totalidade da energia adicional, e outro piloto esteja apenas a usar o motor, devido aos tais 33seg por volta a que equivale a energia adicional?




David Israel disse...

@ CPA

Pelo o que eu entendi, o Antigo KERS - agora renomeado como ERS tem seu funcionamento AUTOMÁTICO (o piloto não o aciona) limitado a 33 segundos por volta. Já o DRS continua como era antes, sendo acionado por um botão no volante.

Anônimo disse...

Pra quem quiser rever a corrida(completa), ou passar para DVD, assista logo antes que a Globo tire do ar.

Grande Prêmio da Austrália de Fórmula 1 de 2014
http://globotv.globo.com/rede-globo/formula-1/t/provas/v/grande-premio-da-australia-de-formula-1-de-2014/3216631/

Marcelo

Anônimo disse...

Solução rápida!!!

Turbospoke Exhaust System
http://www.youtube.com/watch?v=qqpcBpSsj1A

Ecclestone se diz "horrorizado" com falta de barulho dos carros 2014 da F1 e pede solução rápida
http://www.grandepremio.com.br/f1/noticias/ecclestone-se-diz-horrorizado-com-falta-de-barulho-dos-carros-2014-da-f1-e-pede-solucao-rapida

Marcelo

Rômulo Augusto (Espec. TI - Bahia) disse...

A resposta para isso é: TURBO! Antes de mais nada, fique-se calro uma coisa: POTÊNCIA = TORQUE x RPM. Nos motores aspirados, potência é diretamente proporcional ao giro, uma vez que é difícil variar muito a curva de torque! Isso porque o torque é praticamente todo dependente da cilindrada, que é fixa. Por isso, a limitação nos RPM dos carros, junto com padronização da cilindrada, era tão crucial para a potência a ser alcançada por eles.... Os desenvolvimentos eram meramente na eficiência do motor em admitir o ar, minimizar a fricção ou otimizar a queima. Então, pra extrair mais potência, mesmo com um grande salto tecnológico conseguia-se apenas alguns décimos de kgf.m de torque por rotação e, como o giro era limitado, no máximo uns 20 cavalinhos aqui ou ali. Com motores sobrealimentados é diferente: mesmo com giros mais baixos é possível extrair potências elevadas, já que a quantidade de ar admitida nos cilindros não depende mais da cilindrada do motor, mas também da pressão do turbo! Ganha-se um absurdo de torque com pouco aumento de pressão, numa mesma faixa de giro. Com pressões elevadas, o turbo passa a ser determinante na potência total. Ou seja: mesmo limitando-se o giro ou a cilindrada, é possível claramente potências astronômicas. No regulamento atual, parece que o grande fator limitador em tudo isso é principalmente o consumo de combustível, limitado pelo regulamento. Fora das amarras do limite do tanque para corrida, em sessão de classificação (limitados apenas pelo fluxo de combustível), é possível obter potências gigantescas. Com a "folga", usa-se a sobra para durabilidade em corrida.

Anônimo disse...

A vantagem dos Mercedes está na confiabilidade, por isto podem usar mais potência, exemplo as Ferrari tiveram sérios problemas na parte da geração de energia, prejudicando o motor nas retas, não devemos esquecer que no Barhein a Ferrari atingiu a melhor velocidade máxima nas retas, além disto os motores Ferrari demonstraram ser bem econômicos, já a Renault tiveram problemas de superaquecimento, uma das causa é o desenho do Red Bull, por isto mandaram tirar potência do Renault...acredito que a partir da sexta corrida tanto a Renault como a Ferrari vão melhorar, apesar dos motores serem lacrados pela FIA, da pra modificar a parte eletrônica e de refrigeração, mas a Mercedes até lá já estarão administrando os resultado. O Marcelo (vulgo Marcelo Alemão) precisa parar de achar que só coisa de alemão é superior...que o Schumacher é superior que os motores alemães são superiores...existem boa tecnologia em outros países...a Mercedes ganha, mas no fim do ano Red Bull e Ferrari vão andar bem.

Anônimo disse...


Se o Massa não fizer um campeonato decente este ano, com o motorzão alemão, é melhor encerrar a carreira na F-1 e correr de kart comigo.