Como muitos de vocês sabem, as próximas semanas serão de férias para a F-1. Todas as equipes tem que, obrigatoriamente, dar 2 semanas de férias para todos os seus funcionários, exceto aos da faxina, manutenção de prédios e marketing.
Mas nem todas as equipes fecham na mesma data. Algumas preferem aproveitar as informações ainda frescas logo após o GP da Hungria para trabalhar um pouco mais e fechar mais tarde, já outras preferem fechar logo e abrir mais cedo para se prepararem com mais tempo antes do GP belga. Veja o cronograma completo de cada uma delas:
Segunda-Feira 2 de Agosto: Williams, Mercedes, McLaren e Sauber
Terça-feira 3 de Agosto: Cosworth
Quarta-feira 4 de Agosto : Hispânia
Sábado 7 de Agosto: Virgin
Domingo 8 de Agosto : Ferrari, Toro Rosso
Segunda-feira 9 de Agosto : Red Bull, Renault e Force India
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Barrichello 300 GP´s
Rubens Barrichello divulgou recentemente em seu Twitter um pedaço do capacete com pintura comemorativa que deverá usar na próxima corrida de F1, em Spa-Francorchamps na Bélgica. Depois haverá a venda de 30 réplicas exatas desse capacete e 100% do dinheiro arrecadado será empregado nas obras assistenciais do Intitudo Barrichello-Kanaan, Veja:
A novela da asa flexivel da Red Bull IV
Depois de 3 tópicos mostrando o que acredito serem provas da asa flexível da Red Bull, trago aqui duas fotos comparativas e uma ilustração explicativa para que tirem suas próprias conclusões a respeito do assunto que tem causado alvoroço entre leitores e equipes de F1. A primeira imagem mostra a Mercedes de Michael Schumacher numa reta Húngara, a segunda imagem mostra a Red-Bull na mesmo trecho da mesmíssima reta da pista Húngara e percebe-se que as extremidades da asa desta segunda estão arqueadas para baixo e bem mais próximas ao solo. A terceira imagem na sequência é uma ilustração técnica demonstrando o principio de funcionamento da referida asa, que verga para baixo conforme a pressão aerodinâmica aumenta. Por fim trago também imagens de TV que nos ajudam a ver o mesmo fato:
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
A asa flexível da Red-Bull - a prova III
Em mais uma imagem da Hungria, temos uma vez mais indícios da tal asa flexível da Red Bull, especialmente quando comparada com a Renault no mesmo ponto de tangência, na mesma curva. Mais abaixo temos uma imagem da Red Bull sozinha, e as extremidades das asas parecem realmente vergar. Veja:
Tirem as SUAS conclusões!
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A asa flexível da Red-Bull - a prova II
Muitas pessoas ainda duvidam da tal asa flexivel da Red-Bull, ja mostrada num outro post e amplamente contestada por suas rivais. Essa imagem abaixo, mostrando o comparativo direto da altura da asa dianteira da Sauber e da Red-Bull num mesmo ângulo e no contorno da mesma curva no GP da Hungria pode ser mais um indicativo da tal flexibilidade das asas dianteiras dos carros da equipe austríaca. Repare como a asa da Red Bull parece passar muito mais rente ao solo do que a da Sauber: (Clique na imagem para ampliá-la):
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Williams na DTM?
A equipe Williams esta mais relacionada a rumores de associação com uma grande motadora alemã. Depois de ter seu nome especulado ao lado da VW para uma parceria na F-1 a partir de 2013, o jornal suíço Motorsport Aktuell disse que atual equipe de Rubens Barrichello e Nico Hulkenberg estaria prestes a fechar uma parceria com a Opel para preparar os seus carros para competir no tradicional Campeonato Alemão de Turismo, que já conta com as marcas Mercedes-Ben e Audi e em breve BMW.
Segundo o jornal, o atual presidente da Williams, Adam Parr, teria se encontrado com os dirigentes da Opel alguns meses atrás. Perguntado sobre a possível parceria, Parr disse tratar-se apenas de um rumor, mas acrescentou: "Pessoalmente eu adoraria, estaria muito interessado nisso".
A Opel estaria na iminência de anunciar sua entrada na DTM, e segundo o seu porta-voz Volker Brien, tal decisão deve ser anunciada "nos próximos dois meses".
A Opel competiria com a versão preparada do modelo Insígnia (foto abaixo), que substituiu recentemente o Vectra na Europa.
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Segundo o jornal, o atual presidente da Williams, Adam Parr, teria se encontrado com os dirigentes da Opel alguns meses atrás. Perguntado sobre a possível parceria, Parr disse tratar-se apenas de um rumor, mas acrescentou: "Pessoalmente eu adoraria, estaria muito interessado nisso".
A Opel estaria na iminência de anunciar sua entrada na DTM, e segundo o seu porta-voz Volker Brien, tal decisão deve ser anunciada "nos próximos dois meses".
A Opel competiria com a versão preparada do modelo Insígnia (foto abaixo), que substituiu recentemente o Vectra na Europa.
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Os detalhes da Sauber
Aqui vai um tópico mais de curiosidade. Várias pessoas com as quais converso me dizem que o carro da equipe suíça é muito simples e teria seu desenho até de certa forma antiquado e pobre. Essas imagens mostram detalhes do C29 que normalmente passam desapercebidos pelo grande público: (Clique nas imagens para ampliá-las)
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domingo, 1 de agosto de 2010
Campeões imorais, sociedade imoral?
Depois da polêmica ultrapassagem de Barrichello sobre Schumacher, mais uma vez os limites da ética e da esportividade são debatidos no âmbito da Formula 1. Semana passada tivemos o lamentável episódio de Massa ter que abrir para Alonso cumprindo ordens de equipe. Antes, ainda esse ano, Webber se sentiu, com razão, prejudicado pela equipe por não poder usar uma peça em seu carro que deveria ser sua, mas que foi dada a Vettel.
Se puxarmos pela memória recente da categoria máxima do automobilismo mundial, mais eventos negros permearam a história recente, como Nelsinho atirando seu carro contra a parede em Singapura para beneficiar Alonso, a Mclaren roubando informações da Ferrari, as ordens de equipe para Barrichello deixar Schumacher passar (várias delas sequer ficamos sabendo, nem ficaremos) entre 2000 e 2005, isso sem falar em estratégias de equipes que beneficiariam intencionalmente um piloto em detrimento de outro, como ocorre fartamente nos tempos recentes, como o caso do bico de Webber e Vettel em Silverstone.
Quem são os maiores prejudicados por essas estratégias e maracutaias? São vários: Os pilotos que tem que engolir tais medidas, os patrocinadores que tem suas imagens associadas a manipulações, o público que passa a não acreditar mais na lisura das disputas, e a credibilidade do esporte em si, que é posto em xeque.
E quem são os beneficiados? Em tese as equipes, que alcançariam o resultado almejado com o piloto que escolheram beneficiar e, é claro, o piloto escolhido.
E aí é que a "coisa pega". Em tese, os beneficiados seriam justamente os grandes campeões (ou com potencial para o serem), os pilotos mais rápidos e arrojados, a ponto de merecerem maior confiança e privilégios de suas equipes para disputar o título. Mas e a honra? E a ética? Que valor há numa conquista sabendo que seu principal rival, seu companheiro de equipe, não goza das mesmas condições que você? Digo que seu companheiro é seu principal rival porque é com ele que você pode realmente se medir, por dispor rigorosamente do mesmo equipamento. Se assim não é, qual o valor de uma conquista que já nasce viciada e tendenciosa?
Hoje em dia a glorificação das vitórias e títulos estão suprimindo a honra e a moralidade. Campeões como Schumacher e Alonso, por mais arrojados e rápidos que sejam, não se incomodam de ver seus nomes envolvidos em manipulações e até mau-caratismo desde que ao final seja beneficiado. Sabemos que os grandes campeões tem em suas personalidades traços de egoísmo, mas alguns acontecimentos tem superado essa linha e adentrado no mau-caratismo, na amoralidade e a tolerância da FIA, das demais equipes e mesmo de parte da mídia e do público com essas ações sujas é o que mais assusta. É como as novelas da TV, onde o publico passa a torcer pelo bandido ao invés do mocinho. Há uma inversão de valores na sociedade que reflete na indulgência e até simpatia com que tratam assuntos que deveria ser repudiados.
Se a F-1 está assim, um parte dessa responsabilidade é do público, porque se ele realmente não concordasse, Bernie Ecclestone e a FIA sentiriam isso na audiência e logo a seguir no bolso, e tomariam atitudes mais veementes para coibir o acontecimento desses fatos anti-desportivos e o consequente surgimento de campeões imorais. Se nada ou pouco fazem, é talvez porque a mensagem não lhes chegou tão forte aos ouvidos. Estaria a sociedade também tornando-se, pouco a pouco, imoral?
Digo "imoral" porque sabe-se que está errado, e não "amoral", onde não há consciência do que é certo e errado.
Se puxarmos pela memória recente da categoria máxima do automobilismo mundial, mais eventos negros permearam a história recente, como Nelsinho atirando seu carro contra a parede em Singapura para beneficiar Alonso, a Mclaren roubando informações da Ferrari, as ordens de equipe para Barrichello deixar Schumacher passar (várias delas sequer ficamos sabendo, nem ficaremos) entre 2000 e 2005, isso sem falar em estratégias de equipes que beneficiariam intencionalmente um piloto em detrimento de outro, como ocorre fartamente nos tempos recentes, como o caso do bico de Webber e Vettel em Silverstone.
Quem são os maiores prejudicados por essas estratégias e maracutaias? São vários: Os pilotos que tem que engolir tais medidas, os patrocinadores que tem suas imagens associadas a manipulações, o público que passa a não acreditar mais na lisura das disputas, e a credibilidade do esporte em si, que é posto em xeque.
E quem são os beneficiados? Em tese as equipes, que alcançariam o resultado almejado com o piloto que escolheram beneficiar e, é claro, o piloto escolhido.
E aí é que a "coisa pega". Em tese, os beneficiados seriam justamente os grandes campeões (ou com potencial para o serem), os pilotos mais rápidos e arrojados, a ponto de merecerem maior confiança e privilégios de suas equipes para disputar o título. Mas e a honra? E a ética? Que valor há numa conquista sabendo que seu principal rival, seu companheiro de equipe, não goza das mesmas condições que você? Digo que seu companheiro é seu principal rival porque é com ele que você pode realmente se medir, por dispor rigorosamente do mesmo equipamento. Se assim não é, qual o valor de uma conquista que já nasce viciada e tendenciosa?
Hoje em dia a glorificação das vitórias e títulos estão suprimindo a honra e a moralidade. Campeões como Schumacher e Alonso, por mais arrojados e rápidos que sejam, não se incomodam de ver seus nomes envolvidos em manipulações e até mau-caratismo desde que ao final seja beneficiado. Sabemos que os grandes campeões tem em suas personalidades traços de egoísmo, mas alguns acontecimentos tem superado essa linha e adentrado no mau-caratismo, na amoralidade e a tolerância da FIA, das demais equipes e mesmo de parte da mídia e do público com essas ações sujas é o que mais assusta. É como as novelas da TV, onde o publico passa a torcer pelo bandido ao invés do mocinho. Há uma inversão de valores na sociedade que reflete na indulgência e até simpatia com que tratam assuntos que deveria ser repudiados.
Se a F-1 está assim, um parte dessa responsabilidade é do público, porque se ele realmente não concordasse, Bernie Ecclestone e a FIA sentiriam isso na audiência e logo a seguir no bolso, e tomariam atitudes mais veementes para coibir o acontecimento desses fatos anti-desportivos e o consequente surgimento de campeões imorais. Se nada ou pouco fazem, é talvez porque a mensagem não lhes chegou tão forte aos ouvidos. Estaria a sociedade também tornando-se, pouco a pouco, imoral?
Digo "imoral" porque sabe-se que está errado, e não "amoral", onde não há consciência do que é certo e errado.
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