sábado, 6 de agosto de 2011

Nick Hayden (MotoGP) e Coulthard na DTM

Nesse vídeo o campeão da MotoGP de 2006 Nick Hayden que corre pela Ducati (com Valentino Rossi) esteve a bordo de um Mercedes 2011 da DTM para mostrar suas aptidões em quatro rodas. Quem o acompanhou e instruiu sobre como pilotar o carro foi David Coulthard, que corre com aquele carro no campeonato alemão de turismo (o DTM). Aconteceram muitas rodadas, mas pareceu divertido!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

As tensas negociações Williams-Barrichello

Frank Williams disse recentemente a um jornalista suíço que seus pilotos de 2012 podem não ser necessariamente os mesmos desse ano, acrescentando em seguida comentários elogiosos ao novato Pastor Maldonado, que trás um mega-patrocínio consigo.

Do outro lado Rubens Barrichello teria declarado à imprensa que está contrariado com o encaminhamento das coisas na Williams desse ano, onde ele tem que testar várias peças novas (que raramente funcionam) e assim lhe sobraria bem menos tempo que seu companheiro para efetivamente ajustar seu carro para classificação e corrida, além do que, com tantas constantes variações de novas peças a cada corrida ficaria dificil uma real leitura do funcionamento delas. Também disse que tem feito corridas com peças experimentais (ou sem KERS) para coletar dados para comparar seu desempenho com o de seu parceiro, quando deveria estar com as peças que já sabe funcionar para tentar extrair mais do seu carro e tentar pontos, "nunca quis ser piloto de testes", teria dito.

Além disso, como está no artigo que coloquei ontem aqui no BLOG, rumores colocariam Nico Hulkenberg ou Adrian Sutil em seu lugar no ano que vem. São só rumores? Sim. Podem ter sido plantados para valorizar o passe desses pilotos em outras negociações? Sim. Mas pode estar mesmo havendo algo entre eles e a Williams porquê não.

De qualquer forma o que dá para se depreender de todo esse cenário que temos acesso - Não falamos diretamente nem com o piloto nem com a equipe para conferir, saliento - é que Rubens Barrichello está insatisfeito com a forma que a Williams tem sido gerida e pressiona intrna (reuniões) e externamente (falando aos jornalistas) por modificações. Também parece claro que como resultado disso as negociações entre Adam Parr/Frank Williams e ele para renovação parecem tensas.

A Williams teria muito a ganhar com a permanência de Rubens ano que vem,, um ano de transição onde terá motor e equipe técnica diferentes, mas tem fama de dura e no passado já se deu ao luxo de dispensar pilotos campeões. Ok, naquele tempo ela era bem mais forte e podia se permitir isso, mas vai saber...

Quanto a Barrichello, depois de 19 anos correndo na categoria máxima do automobilismo ele já não está disposto a continuar na equipe (e quiçá na Formula 1) à qualquer preço. Só fica se tiver as condições que imagina mínimas para desenvolver o seu trabalho.

Essa tensão que só cresce só vai acabar quando sair uma definição nos próximos meses.

A ver...

ATUALIZADO ÀS 18:27:
Rubens Barrichello apareceu em seu Twitter no fim dessa sexta-feira e disse:

"Esta historia que eu quero parar é uma baita bobagem... O QUE MAIS QUERO É CONTINUAR e estou trabalhando pra ter um carro bom ano q vem, falar mal da Williams agora eu estaria dando um tiro no próprio pé...problemas existem e ainda bem q existem.Vamos tratar de resolve-los e pra ser sincero eu ate falei pra Williams q se me dessem um contrato de 2 anos eu assinaria na hora. Bem diferente desta historia de parar."

Com essa declaração em vista, e com base no meu texto acima onde salientei que não sabíamos se essas afirmações eram verdadeiras, reafirmo o que eu escrevi: Trata-se de uma negociação tensa entre as duas partes, com a Williams fazendo pressão, outros pilotos usando rumores plantados para se valorizar e partes da imprensa jogando lenha na fogueira. Sigo acreditando na renovação do contrato entre ambos e esses rumores e declarações são parte desse jogo de xadrês com mais de 2 jogadores.

Vamos esperar e ver no que dá!

Programa José Inácio Falou de 03/08/2011

Nesse programa ataquei os grevistas irresponsáveis que atrapalham o trânsito da cidade, falei sobre a tensa negociação entre Barrichello e a Williams, das entrelinhas que podem ser lidas nesses vários rumores que surgem a respeito das possíveis substituições de pilotos, comentei o resultado do GP da Hungria e respondi às perguntas dos internautas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A vaga de Barrichello

Muito tenho lido a respeito da vaga de Rubens Barrichello na Williams em 2012 estar a perigo. No meu programa de TV também recebi uma rajada de repetidas perguntas sobre o tema. A "notícia" da vez é que Nico Hulkenberg ou Adrian Sutil poderão ir pra vaga do Brasileiro na Williams no ano que vem, já que a de Maldonado com seus milionários petrodólares estaria garantida. Nessa teoria Paul Di Resta ficaria na Force Índia ao lado de um desses alemães acima e o preterido teria guarida na equipe inglesa.

Isso pode acontecer? Pode, mas sob o ponto de vista técnico não faria sentido para a equipe dispensar o brasileiro justamente agora que vêm de uma temporada tão ruim e precisam fazer um carro melhor para receber os novos (e desconhecidos para a equipe) motores Renault. É uma questão de coerência: Hulk não tem a mesma experiência - sim esse é o grande trunfo do brasileiro - e esse ano só corre nos treinos livres e Sutil, enrolado com a justiça após enfiar um copo no pescoço de um dirigente da equipe Renault (que levou 25 pontos) tem um desempenho ainda muito irregular (está tomando "couro do novato para liderar uma equipe que pretende ser grande. Além disso o brasileiro é muito rápido independente de seus 39 anos e se isso não está tão evidente esse ano é por que o brasileiro tem que testar uma miríade de peças que não funcionam nos treinos, onde ele deveria se concentrar no ajuste do carro, como disse no fim desse artigo aqui.

Mas vamos pensar mais longe. Semanas atrás os "boatos" apontavam que Glock, insatisfeito com a Virgin poderia ir pra sua vaga, depois falou-se em Grosjean, por ser francês como os novos motores Renault, agora Sutil e/ou Hulkenberg. A quem interessa esses boatos? Aos pilotos especulados, ora! Muitos desses rumores são plantados pelos empresários desses pilotos junto à sites ansiosos por notícias novas. Com isso esses empresários valorizam o passe de seus clientes como forma de pressão nas negociações com as equipes do grid, dando a entender que eles estão sendo disputados pelos rivais.

E quais as vagas mais cobiçadas por esses pilotos e empresários? Com as principais equipes definidas na continuidade de seus atuais titulares (Red Bull, Ferrari, Mclaren, Mercedes e Sauber), restam as vagas ainda não fechadas em algumas das equipes médias: A de Sutil na Force Índia, de Heidfeld na Renault e de Barrichello na Williams. A de Heidfeld não tenho muitas dúvidas: Deverá mesmo ter outro dono ano que vem: Kubica, Grosjean ou até Senna, nessa ordem, são os nomes que se falam. A vaga de Rubens parece que deve ficar com ele mesmo (como já expliquei no primeiro parágrafo), então o lugar que mais vejo balançar no momento é o de Adrian Sutil, que teria justamente Hulkenberg como principal ameaça, por isso seus empresários usam essa possibilidade na Williams (que pode estar negociando sim, porque não) como forma de pressionar Vijay Mallya a se definir logo, até pára deixar ao "rejeitado" margem de tempo suficiente para tentar alguma outra vaga nas demais equipes restantes, pois o avançar do tempo só faz reduzir as opções, como Nico aprendeu em 2010.

Todo ano é a mesma história, só mudam os nomes dos pilotos ameaçados e das equipes envolvidas nas especulações e quanto melhor a vaga, mais candidatos surgem para preenchê-la. As de Massa e Webber, por exemplo, já são discutidas desde já.

No caso do assento de Rubens Barrichello esses rumores não vão acabar até Adam Parr e Frank Williams se decidirem quanto ao que querem pra sua equipe no ano que vem. Paciência, frieza e uma boa dose de ceticismo ajudam a nos guiar nesse enevoado ambiente onde as possibilidades reais e fantasiosas se cruzam intencionalmente enganadoras .

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Festa dos 200 GP´s de Button


Quando um piloto é querido no meio da Formula 1 ele pode criar cenas preciosas para quem acompanha a categoria. Na celebração dos duzentos grandes prêmios na carreira de Jenson Button no sábado após a classificação, o Box da McLaren recebeu alguns convidados ilustres, como Frank Williams e Ross Brawn, que fizeram discursos elogiosos sobre seu ex-piloto, além de engenheiros e mecânicos que trabalharam com ele ao longo de seus quase 11 anos de carreira.

Na ocasião também pode-se ver um cena rara: Fernando Alonso dentro do QG da McLaren, equipe da qual saiu brigado ao fim de 2007. O espanhol e outros pilotos (os que não estavam em reuniões pós-treino com suas equipes) ao fim posaram ao lado do inglês e sua placa comemorativa. Mal sabia Button que no dia seguinte ganharia a corrida húngara para coroar a data.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Porque a Williams não melhora?

Todos nos acostumamos a ler antes das corridas as declarações ora de Sam Michael ora de Adam Parr que a Williams trará novas asas dianteiras, asas traseiras, assoalho, difusor, dutos de resfriamento de freios etc. No início eram palavras que garantiam expectativas de uma melhora palpável no FW33 mas quase sempre tais novidades não surtiam o efeito planejado pela equipe e seus dois carros continuavam a figurar na segunda metade do grid.

O que acontece com a Williams esse ano? O carro é tão ruim que não há novidade que o melhore? Eles desaprenderam a projetar peças novas? É culpa dos pilotos? As respectivas respostas seriam: mais ou menos, mais ou menos e não.

A Williams não desaprendeu a fazer carros, mas erraram a mão no FW33 que no projeto realmente deveria ser um carro muito rápido, como esboçou ser nos testes de inverno. Ok, a Williams não projeta um carro realmente superior desde 1997, ano que, não por coincidência, Adrian Newey saiu da equipe. Desde então oscilaram entre carros medianos e carros razoáveis, vez ou outra atrapalhados por motores fracos (Cosworth  em 2006, 2010 e 2011 e Toyota entre 2007 e 2009). Desde 2006, sem o apoio da BMW eles foram ano a ano perdendo patrocinadores e assim, dinheiro.

Sem dinheiro você acaba não contratando os melhores projetistas, técnicos e engenheiros do mercado, pois eles custam caro e as rivais ricas pagam mais e tem-se que escolher alguns apenas resultando num certo enfraquecimento técnico da equipe. Mas essa pode não ser a única nem maior causa do fiasco de 2011. Ao meu ver, o maior vilão é o túnel de vento. Como falei aqui, até o ano passado as equipes usavam modelos dos carros na escala de 50% para testar suas peças e esse ano a escala foi aumentada para 60% e creio que nessa adaptação para os novos padrões algo se perdeu, fazendo com que os resultados das peças lá testadas não bata com a realidade nas pistas, como os próprios pilotos e Sam Michael já deram a entender em entrevistas.

Se daqui do alto de meu despretensioso escritório deduzi isso com base no que eles falam, no que vejo nos treinos e no que leio nas fontes sérias, é por que certamente eles lá dentro já devem saber faz tempo e estão tentando corrigir, mas isso custa tempo (e essas férias serão bem vindas para isso) e dinheiro, algo que não sobra na Williams.

O que farão então? Penso que já devem saber o que está errado na fábrica e estão corrigindo, mas o resultado disso  deverá ser conhecido minimamente em pequenas novidades paliativas no FW33 e aí sim, no FW34 de 2012 as coisas deverão avançar.

Aliás, se as corridas e sobretudo classificações de Barrichello esse ano não tem sido "tudo isso", é exatamente por causa desses problemas, visto que como piloto mais experiente cabe a ele testar a maioria das peças e novidades que a equipe produz e que muitas vezes não funcionam e acabam encostadas para serem revistas mais pra frente. Isso requer do brasileiro mexer muito no acerto do carro todas as vezes que se muda uma peça, ao passo que Maldonado pode se concentrar em buscar desde o começo dos treinos um ajuste melhor para seu carro, já que testando menos peças as suas variáveis na busca pelo ajuste são bem menores.

Nesse sentido, se a Williams tiver coerência e juízo, manterá a dupla Rubens Barrichello e Pastor Maldonado para 2012.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

As aletas da McLaren

Ganhadora dos últimos 2 GPs com Lewis Hamilton e Jenson Button respectivamente, a McLaren mostra seu característico poder de reação com constantes novidades em seu MP4-26. O modelo que já está a rivalizar com as Red Bull sobretudo em ritmo de corrida trouxe como última novidade perceptível (lembre-se que há tantas outras não detectáveis por fotografias) um novo desenho nas aletas nas laterais da asa traseira do carro.

Antes o desenho era mais quadrado e agora ficou mais refinado, curvo e com menos porém mais largas aletas que direcionam o fluxo de ar dos escapamentos e do fim da carenagem naquela parte do difusor traseiro do carro, reduzindo o arrasto aerodinâmico (turbulência do ar que prejudica o desempenho), como vemos na imagem acima. Clique na imagem para ampliá-la

domingo, 31 de julho de 2011

GP da Hungria - Análise e resultados

Uma grande corrida numa pista que não costuma reservar grandes emoções para os telespectadores. Agradeça a chuva, que no começo e no meio da corrida deu o ar da graça, ainda que de leve.

McLaren: Depois de uma boa largada ambos se posicionaram em bons lugares mais uma vez mais foi Button quem soube capitalizar melhor a bagunça da corrida sendo cerebral e poupando os pneus. Hamilton foi rápido como sempre, mas uma troca de pneus na hora errada e uma punição por voltar à corrida arriscadamente depois de rodar sozinho sepultaram suas chances de vitória, mas ainda assim chegou num bom 4º lugar. Parece que a McLaren pode realmente dar trabalho para a Red Bull nesse segundo semestre, mas lutar pelo título já seria um pouco demais.

Red Bull: Ainda com um ótimo carro, mas já não tão superior, Vettel correu com a cabeça e não se arriscou em disputas desnecessárias tendo a enorme vantagem de pontos que tem para lhe dar conforto na corrida pelo título, mas nem por isso deixou de passar quando teve as oportunidades certas. Webber desde a classificação não acompanhou o ritmo de Vettel, mas ainda segue na vice-liderança.

Ferrari: O desempenho do carro não foi grande coisa, dando a impressão que a McLaren avançou um pouco mais que eles tanto em velocidade como em ritmo de corrida mas Fernando conseguiu capitalizar melhor e chegou ao pódio, mesmo depois de rodar e espalhar algumas vezes. Massa, que também rodou, perdeu mais tempo nas ultrapassagens e no breve momento que disputou com Alonso foi superado facilmente. Pra quem largou em quarto, chegar em sexto é ruim. 1 minuto atrás daquele que largou atras de si, pior. Com isso Alonso continua com mais do que o dobro de pontos do brasileiro, que precisa melhorar mais rapidamente em sua aparente reação.

Force-Índia: Mais uma vez a equipe indiana fica na cola das equipes grandes. Ok, não exatamente na cola, pois seu ritmo era bem inferior, mas pouco a pouco vão descontando os pontos para a Sauber. Parabéns para Di Resta que não fez besteira chegando em 7º e uma palmada na mão de Sutil, que fez, chegando lá atrás em 14º.

Toro Rosso: E Sebastien Buemi mostra como se faz uma corrida de recuperação. Sair do fundão para pontuar tem sido seu forte. Dessa vez se superou: de 23º para 8º é digno de nota sim, mostra que o carro é razoavel e o piloto e a estratégia de boxes funcionaram direitinho. Alguersuari só não chegou melhor porque rodou ao tentar passar Kobayashi onde não dava, mas ainda assim marcou seu pontinho.

Mercedes: Depois de uma boa largada de Rosberg e Schumacher, decepcionou tanto em ritmo de corrida como em estratégia. Schumacher quebrou, mas chegou a liderar circunstâncialmente. O carro não deve evoluir muito mais visto que a equipe já foca no modelo 2012.

Sauber: Dessa vez a estratégia de parar uma vez a menos não funcionou e Kobayashi protagonizou uma das maiores sequências de ultrapassagens já vistas nesse ano, só que no polo passivo. Perez também não fez milagres e ambos não pontuaram.

Renault: Depois de não conseguir se firmar entre as equipes mais rápidas na classificação, o mesmo se deu na corrida. Heidfeld pegou fogo quando não fazia nada demais e Petrov terminou a corrida não fazendo nada demais. Me desculpem os diretores da equipe, mas não adianta culpar Heidfeld pela desgraça da equipe pois é o carro que não evoluiu, mesmo que os pilotos não sejam brilhantes nem lideres natos.

Williams: Parece que as novidades ajudaram minimamente o carro. Minimamente, nada dramático. É outra equipe que deve estar focando seus esforços no carro de 2012. Nessa corrida Barrichello poderia concretamente ambicionar pontos, mas o consumo elevado dos pneus e uma troca errada de pneus arruinaram essas chances (quando ele, Maldonado e outros colocaram pneus intermediários e a chuva sumiu). Ainda assim fez tempos de voltas melhores. Pastor penou mais e só chegou à frente das nanicas. Vamos ver se até Spa a novela da renovação do Brasileiro desincalacra de uma vez.

Lotus Virgin e HRT: As Lotus abandonaram, mas davam mostras de terem melhor ritmo que antes, se descolando de suas colegas de fundo de grid mas ainda não rápidas o suficiente para incomodar Williams e Sauber, por exemplo. No mais palmas para Ricciardo que em sua terceira corrida chegou à frente de seu experiente companheiro Liuzzi e ainda colocou D´Ambrosio no bolso.



Veja o resultado do GP da Hungria de F1

1º. Jenson Button (ING/McLaren), 70 voltas
2º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), a 3s5
3º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 19s8
4º. Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 48s3
5º. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 49s7
6º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 83s1
7º. Paul di Resta (ESC/Force India), a 1 volta
8º. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso), a 1 volta
9º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1 volta
10º. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso), a 1 volta
11º. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber), a 1 volta
12º. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 1 volta
13º. Rubens Barrichello (BRA/Williams), a 2 voltas
14º. Adrian Sutil (ALE/Force India), a 2 voltas
15º. Sergio Pérez (MEX/Sauber), a 2 voltas
16º. Pastor Maldonado (VEN
17º. Timo Glock (ALE/Marussia Virgin), a 4 voltas
18º. Daniel Ricciardo (AUS/HRT), a 4 voltas
19º. Jérôme D'Ambrosio (BEL/Marussia Virgin), a 5 voltas
20º. Vitantonio Liuzzi (ITA/HRT), a 5 voltas

Não Terminaram:

Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus)
Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
Nick Heidfeld (ALE/Renault)
Jarno Trulli (ITA/Team Lotus)