Desenhado por Ross Brawn e Rory Byrne, o B192 era um carro bastante competitivo, alcançando a importante marca de 12 pódios, incluindo-se aí a primeira vitória de Michael Schumacher na categoria justamente na pista que estreara um ano antes, Spa-Francorchamps.
O desempenho do carro, se não era extraordinário sequer ameaçando as imbatíveis Williams, foi suficiente para eclipsar o pouco confiável Mclaren-Honda MP4-7 de Ayrton Senna que apesar das 3 vitórias (mais 2 de Berger) nesse ano amargou um distante 4º lugar no campeonato de pilotos atrás do campeão Nigel Mansell, do vice Patrese e justamente de do piloto alemão em sua primeira temporada completa na F1. O outro piloto da Benetton a dirigir o B192 foi Martin Brundle.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Raio X Benetton-Ford 1990
O Benetton-Ford B190 foi projetado por Rory Byrne sob supervisão de John Barnard e teve como pilotos o brasileiro Nelson Piquet e o italiano Alessandro Nanini, que após se acidentar com um helicóptero perto de sua casa em Siena no fim daquele ano foi substituído pelo também brasileiro Roberto Pupo Moreno.
Esse carro venceu 2 corridas no ano, os GPs de Suzuka, no Japão e Adelaide, na Austrália, ambas com Piquet. No Japão, GP em que Senna acertou a traseira da Ferrari de Prost e sagrou-se bicampeão, a Benetton ainda viu sua vitória com dobradinha, com Moreno em segundo.
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Esse carro venceu 2 corridas no ano, os GPs de Suzuka, no Japão e Adelaide, na Austrália, ambas com Piquet. No Japão, GP em que Senna acertou a traseira da Ferrari de Prost e sagrou-se bicampeão, a Benetton ainda viu sua vitória com dobradinha, com Moreno em segundo.
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sábado, 18 de dezembro de 2010
Honda de volta a F1?
O diretor administrativo da Renault Jean Francois Caubet, que recentemente declarou que a mudança de regras de motores para 2013 significaria uma grande chance para a empresa francesa, disse também que outros grupos multinacionais podem estar de olho na F1.
Além do grupo VW-Porsche que já manifestou publicamente interesse e aprovação aos novos motores de quatro cilindros 1.6 Turbo, Caubet disse que "ha agora um terceiro grupo de olho na F1".
"São os japoneses", confirmou ele. "Estou surpreso com esse seu interesse nos novos motores, mas é claro que a questão do [corte] de custos pode ter mudado a atitude deles"
"Os europeus estão à frente, as tecnologias são novas - Eu suponho que eles não possam se dar ao luxo de não estar aqui", completou o diretor Francês, que ainda indicou que é a Honda que estaria considerando seriamente seu retorno a principal categoria do automobilismo mundial, mas agora como fornecedora de motores.
A Honda saiu da Formula 1 no fim da temporada de 2008, tendo como melhor resultado nesse ano um 3º lugar obtido por Rubens Barrichello no chuvoso GP da Inglaterra. Após anunciar sua saída, o espólio da equipe foi assumido por Ross Brawn e ganhou o Campeonato Mundial em 2009 com um carro projetado ainda com o dinheiro dos japoneses. No fim deste ano Ross a vendeu para a Mercedes-Benz.
Raio X Benetton-Ford 1988
Eis o "raio x" do Benetton-Ford B188, usada por Thierry Boutsen e Alessandro Nanini na temporada de 1988. Nessa temporada ainda conviviam no grid carros com motores 1.5L V6 turbo com motores aspirados de 3.5L V12, V10 e V8 (como o Ford do Benetton acima)
Os melhores resultados dele foram expressivos sete terceiros lugares nos GP´s do Canadá, Detroit, Alemanha, Hungria, Portugal, Espanha e Japão, garantindo à equipe uma confortável 3ª colocação no Campeonato Mundial de Construtores daquele ano.
Clique na imagem para ampliá-la e analisar os detalhes desse carro!
Os melhores resultados dele foram expressivos sete terceiros lugares nos GP´s do Canadá, Detroit, Alemanha, Hungria, Portugal, Espanha e Japão, garantindo à equipe uma confortável 3ª colocação no Campeonato Mundial de Construtores daquele ano.
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Ordens de equipe liberadas
Muitos me perguntam o que penso da liberação das ordens de equipe na Formula 1. Penso que sua liberação foi uma favor à transparência, pois elas sempre ocorreram nesses 8 anos em que foram proibidas, só que de formas cifradas.
Ao invés do piloto receber a ordem de deixar-se passar, era orientado por eufemismos técnicos pré-combinados, como "diminua o ritmo, seu consumo está alto", "poupe pneus", "coloque o botão X em posição Y" ou mesmo com estratégias de box não tão positivas que acarrete na inversão de posições. Agora a partir do ano que vem, em tese, quando houver ordens de equipe elas terão de ser escancaradas e públicas, para que todos saibam que ela ocorreu.
Isso, entretanto, pode não ocorrer. Uma equipe de Formula 1 sabe o quão importante é sua imagem com o público.O desgaste da Ferrari com sua mal disfarçada ordem à Massa na Alemanha é prova de como talvez algumas equipes prefiram continuar o uso da linguagem cifrada para obrigar seus pilotos cumprirem ordens desagradáveis, usando as ordens de equipe apenas em último caso, se o piloto se fizer de bobo por muitas voltas, ou se a situação no campeonato for absolutamente clara a favor de um piloto em detrimento de seu companheiro, que, já no fim do ano, esteja matematicamente fora da páreo por seus próprio méritos.
Portanto acho que tanto a FIA como os telespectadores devem ficar bem atentos a "movimentos estranhos" entre companheiros de equipe nas corridas nos primeiros 2/3 do campeonato.
Ao invés do piloto receber a ordem de deixar-se passar, era orientado por eufemismos técnicos pré-combinados, como "diminua o ritmo, seu consumo está alto", "poupe pneus", "coloque o botão X em posição Y" ou mesmo com estratégias de box não tão positivas que acarrete na inversão de posições. Agora a partir do ano que vem, em tese, quando houver ordens de equipe elas terão de ser escancaradas e públicas, para que todos saibam que ela ocorreu.
Isso, entretanto, pode não ocorrer. Uma equipe de Formula 1 sabe o quão importante é sua imagem com o público.O desgaste da Ferrari com sua mal disfarçada ordem à Massa na Alemanha é prova de como talvez algumas equipes prefiram continuar o uso da linguagem cifrada para obrigar seus pilotos cumprirem ordens desagradáveis, usando as ordens de equipe apenas em último caso, se o piloto se fizer de bobo por muitas voltas, ou se a situação no campeonato for absolutamente clara a favor de um piloto em detrimento de seu companheiro, que, já no fim do ano, esteja matematicamente fora da páreo por seus próprio méritos.Portanto acho que tanto a FIA como os telespectadores devem ficar bem atentos a "movimentos estranhos" entre companheiros de equipe nas corridas nos primeiros 2/3 do campeonato.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Balanço da temporada: Red Bull
Encerrando o ciclo de avaliação do desempenho das equipes de Formula 1, iniciado lá de baixo com a Virgin, A Red Bull fecha, assim como sua própria temporada, com chave de ouro essa sessão.
Já desde a segunda metade de 2009 o RB5 mostrou-se um carro superior a todos os demais no grid, Brawn inclusive, mostrando a força daquele chassis especialmente depois que teve seu difusor duplo instalado.
Fechando aquela temporada em alta, ficava claro que o ano seguinte, sem grande mudanças de regulamento, contariam com uma excelente base para seu próximo carro.
E foi o que aconteceu. O RB6 foi a evolução natural do bem sucedido modelo do ano anterior, mas dessa vez com seu duplo difusor não mais adaptado, e sim desenhado desde os primeiros rabiscos na prancheta para extrair o máximo de desempenho em perfeita sintonia com todo o projeto do carro, incorporando soluções inovadoras como o câmbio inclinado para aumentar o espaço do difusor e os escapamentos baixo, para alimentá-lo de gases quentes.
Além do difusor ainda inovaram nas polêmicas asas dianteiras flexíveis, que até agora acredita-se que não era apenas a asa que se inclinava, e sim toda a frente do carro a partir da dianteira do assoalho que também se inclinaria conforme ganhava velocidade.
Enfim, quaisquer que tenham sido os artifícios usados por Adrian Newey na construção desse carro, era garantia de maior velocidade nas curvas de média e alta velocidades, compensando com folgas as reclamações da equipe sobre a alegada falta de potência dos motores Renault, algo muito relativo, uma vez que as potências são próximas e o que se perde dela se ganha em dirigibilidade e economia de combustível (peso a menos no carro), conforme Adam Parr, o diretor técnico da Williams lembrou durante o ano.
O calcanhar de Aquiles do carro entretanto, era sua durabilidade. Em pelo menos 3 ocasiões Vettel perdeu vitórias certas por problemas mecânicos, seja nos freios, seja no câmbio ou motor, e com isso se distanciou da liderança do campeonato, algo que só viria a exercer quando foi efetivamente o campeão.
Mas nem só de carro vive uma equipe, seus pilotos tem um papel fundamental e nesse ano Webber e Vettel protagonizaram um belo duelo nas pistas e fora delas, com vantagem de Webber nessa segunda modalidade.
Nas pistas Webber capitalizava sua regularidade e sangue frio, enquanto Vettel, mais afoito cometia alguns erros tolos, que o faziam patinar na busca de sua taça de campeão, talvez sentido a pressão psicológica de seu companheiro que mostrava-se surpreendentemente veloz e aguerrido.
No fim do ano, entretanto, Vettel venceu 3 das 4 últimas corridas (só não venceu as 4 porque o motor o deixou na mão enquanto liderava na Coréia) e foi a vez de Webber dar mostras de abatimento com a recuperação do alemão. Pode-se adicionar a isso a hoje conhecida fissura no ombro do Australiano, que pode ter pesado em sua queda de desempenho, mas como o próprio nega, crio que o peso dessa dor não foi determinante na derrocada de Webber.
No fim, de maneira apoteótica, Vettel venceu Alonso e Webber na disputa pelo título e passou a imagem que na F1 o bem (Red Bull) pode vencer o mal (Ferrari e suas ordens de equipe), o que pode ser uma maneira simplista e até inocente de enxergar a F1, mas que certamente vem muito a calhar para a imagem da categoria como esporte.
Para 2011 as mudanças nas regras não são radicais, mas certamente mais consideráveis do que as entre 2009 e 2010 e nessas oportunidades equipe boas podem cair (como Ferrari e Mclaren em 2009) e equipes que não estão no topo pode mostrar alguma força (a própria Red Bull), mudando um pouco o jogo de forças no Grid.
Nessas horas quem tem, uma vez mais, uma boa base do carro do ano anterior e um engenheiro criativo e arrojado como Newey pode ser dar bem. De novo.
Já desde a segunda metade de 2009 o RB5 mostrou-se um carro superior a todos os demais no grid, Brawn inclusive, mostrando a força daquele chassis especialmente depois que teve seu difusor duplo instalado.
Fechando aquela temporada em alta, ficava claro que o ano seguinte, sem grande mudanças de regulamento, contariam com uma excelente base para seu próximo carro.
E foi o que aconteceu. O RB6 foi a evolução natural do bem sucedido modelo do ano anterior, mas dessa vez com seu duplo difusor não mais adaptado, e sim desenhado desde os primeiros rabiscos na prancheta para extrair o máximo de desempenho em perfeita sintonia com todo o projeto do carro, incorporando soluções inovadoras como o câmbio inclinado para aumentar o espaço do difusor e os escapamentos baixo, para alimentá-lo de gases quentes.Além do difusor ainda inovaram nas polêmicas asas dianteiras flexíveis, que até agora acredita-se que não era apenas a asa que se inclinava, e sim toda a frente do carro a partir da dianteira do assoalho que também se inclinaria conforme ganhava velocidade.
Enfim, quaisquer que tenham sido os artifícios usados por Adrian Newey na construção desse carro, era garantia de maior velocidade nas curvas de média e alta velocidades, compensando com folgas as reclamações da equipe sobre a alegada falta de potência dos motores Renault, algo muito relativo, uma vez que as potências são próximas e o que se perde dela se ganha em dirigibilidade e economia de combustível (peso a menos no carro), conforme Adam Parr, o diretor técnico da Williams lembrou durante o ano.O calcanhar de Aquiles do carro entretanto, era sua durabilidade. Em pelo menos 3 ocasiões Vettel perdeu vitórias certas por problemas mecânicos, seja nos freios, seja no câmbio ou motor, e com isso se distanciou da liderança do campeonato, algo que só viria a exercer quando foi efetivamente o campeão.
Mas nem só de carro vive uma equipe, seus pilotos tem um papel fundamental e nesse ano Webber e Vettel protagonizaram um belo duelo nas pistas e fora delas, com vantagem de Webber nessa segunda modalidade.
Nas pistas Webber capitalizava sua regularidade e sangue frio, enquanto Vettel, mais afoito cometia alguns erros tolos, que o faziam patinar na busca de sua taça de campeão, talvez sentido a pressão psicológica de seu companheiro que mostrava-se surpreendentemente veloz e aguerrido.
No fim do ano, entretanto, Vettel venceu 3 das 4 últimas corridas (só não venceu as 4 porque o motor o deixou na mão enquanto liderava na Coréia) e foi a vez de Webber dar mostras de abatimento com a recuperação do alemão. Pode-se adicionar a isso a hoje conhecida fissura no ombro do Australiano, que pode ter pesado em sua queda de desempenho, mas como o próprio nega, crio que o peso dessa dor não foi determinante na derrocada de Webber.No fim, de maneira apoteótica, Vettel venceu Alonso e Webber na disputa pelo título e passou a imagem que na F1 o bem (Red Bull) pode vencer o mal (Ferrari e suas ordens de equipe), o que pode ser uma maneira simplista e até inocente de enxergar a F1, mas que certamente vem muito a calhar para a imagem da categoria como esporte.
Para 2011 as mudanças nas regras não são radicais, mas certamente mais consideráveis do que as entre 2009 e 2010 e nessas oportunidades equipe boas podem cair (como Ferrari e Mclaren em 2009) e equipes que não estão no topo pode mostrar alguma força (a própria Red Bull), mudando um pouco o jogo de forças no Grid. Nessas horas quem tem, uma vez mais, uma boa base do carro do ano anterior e um engenheiro criativo e arrojado como Newey pode ser dar bem. De novo.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Balanço da temporada: McLaren
Depois de um inicio de 2009 fraquíssimo, à exemplo de sua rival Ferrari, a Mclaren não teve chances de disputar o título daquele ano. Diferente de seu par italiano, entretanto, eles não jogaram a toalha e investiram na recuperação deu sua competitividade ainda naquele ano e o resultado, além das 2 vitórias, foi uma base mais sólida para o carro 2010.Iniciada a pré-temporada desse ano, ficou patente que aquela estranha carenagem alongada sobre o carro teria alguma função diferenciada do que os olhos leigos classificavam como mero "desenho radical". Passado os testes logo seus dois pilotos, os mais recentes campeões da F1 Lewis Hamilton e Jenson Button mostram que a grande vantagem daquele carro era sua velocidade em reta, muito superior à de seus rivais.
O resultado foi que desde o começo do ano o MP4/25 mostrou-se em condições de disputar o título, ainda que não no mesmo nível de competitividade de Red Bull.
O primeira metade do ano foi passando, as vitórias se acumulando, com Button saindo-se melhor no começo e Hamilton no final e a Mclaren chegou a ter uma vantagem nos dois campeonatos (construtores e pilotos) que dava a entender que realmente poderiam ser campeões. Só que a vida... A vida é uma caixinha de surpresas, diria Joseph Klimber. Na etapa de Silverstone estrearam sua versão do escapamento baixo (blow-diffuser) e eis que foi um fracasso retumbante. Desse GP em diante a equipe penou para alcançar suas rivais em competitividade e os com a maioria circuitos sem grandes retas também não os ajudou a capitalizar seu duto frontal, a essas alturas ja copiados com quase tanta eficiência por suas rivais, e sua última vitória foi em Spa.
Com isso foram paulatinamente se distanciando dos esperados títulos e tiveram apenas um último semi-brilho em Abu Dhabi, etapa de encerramento, ao completar o pódio do campeão Vettel.
Seus pilotos Button e Hamilton mostraram serem merecedores dos créditos que tinham. Ok, Hamilton errou um pouco mais do que deveria, desgastando demais os pneus no inicio da campeonato e se arriscando em ultrapassagens mal-sucedidas. Só que depois disso ele parece ter compreendido melhor a importância da regularidade e passou a usar melhor a cabeça. Já Button, sabidamente mais cerebral e menos espetaculoso não se apequenou e aproveitou-se de sua maior calma para capitalizar duas vitórias no início do ano e depois, ainda que tenha caído um pouco de desempenho e sido eclipsado por Hamilton não passou nem perto de ser humilhado numa comparação. Outra coisa a se destacar foi a igualdade de tratamento conferida aos dois até o final do ano e clima leve entre ambos fora das pistas, ainda que dentro dela fossem aguerridos em suas disputas, como vimos na Turquia.2011 promete ser mais uma ano competitivo para a equipe e seus pilotos, lutando por vitórias e provavelmente o título junto às já pré-candidatas Red Bull e Ferrari.
Imagens do McLaren 2011 vazam
Uma inocente visita ao museu da McLaren em sua sede acabou rendendo mais do que o inicialmente imaginado. Como a fábrica dos carros de F1 opera no mesmo lugar, todo envidraçado, um visitante conseguiu fotografar fortuitamente a construção do modelo 2011.
A imagem, de 29 de Novembro, não entrega muito do desenho do novo carro, mas pode-se perceber claramente que aquelas laterais elevadas perto do bico, como a Red Bull usou nos últimos anos e várias equipes a copiaram, não foi seguida pelo pessoal de Woking.
Veja a imagem do MP4-26 de Lewis Hamilton e Jenson Button sendo construído no canto direito da foto acima e sua ampliação no detalhe abaixo: (Clique nas imagens para ampliá-las)
A imagem, de 29 de Novembro, não entrega muito do desenho do novo carro, mas pode-se perceber claramente que aquelas laterais elevadas perto do bico, como a Red Bull usou nos últimos anos e várias equipes a copiaram, não foi seguida pelo pessoal de Woking.
Veja a imagem do MP4-26 de Lewis Hamilton e Jenson Button sendo construído no canto direito da foto acima e sua ampliação no detalhe abaixo: (Clique nas imagens para ampliá-las)
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