sábado, 21 de agosto de 2010
Foto do dia
Felipe Massa, quando tinha um rival mais dócil, menos centralizador e que não exijia regalias mesmo ganhando muito mais. Era Felipe feliz e não sabia? Ou sabia...?
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Os salários da F1 - 2010 vs 2009
O Jornal El Mundo divulgou hoje os salários em euros dos pilotos da F-1 para a temporada 2010, confira:
1. Fernando Alonso - Ferrari - €30 milhões
2. Kimi Raikkonen - Ferrari - €16 milhões (mesmo aposentado)
3. Lewis Hamilton - Mclaren - €16 milhões
4. Felipe Massa - Ferrari - €14 milhões
5. Jenson Button - Mclaren - €9 milhões
6. Michael Schumacher - Mercedes - €8 milhões
7. Nico Rosberg - Mercedes - €8 milhões
8. Robert Kubica - Renault - €7,5 milhões
9. Rubens Barrichello - Williams - €5,5 milhões
10. Mark Webber - Red Bull - €4,2 milhões
11. Jarno Trulli - Lotus - €3 milhões
12. Sebastian Vettel - Red Bull - €2 milhões
13. Heikki Kovalainen - Lotus - €2 milhões
14. Timo Glock - Virgin - €1 milhão
15. Nico Hulkenberg - Williams - €700 mil
16. Pedro De la Rosa - Sauber - €500 mil
17. Kamuy Kobayashi - Sauber - €500 mil
18. Vitaly Petrov - Renault - €400 mil
19. Sebastian Buemi - Toro Rosso - €400 mil
20. Jaime Alguersuari - Toro Rosso - €400 mil
21. Adrian Sutil - Force Índia - €200 mil
22. Vitantonio Liuzzi - Force Índia €200 mil
23. Lucas Di Grassi - Virgin - €200 mil
24. Bruno Senna - Hispânia - €150 mil
25. Karun Chandhok - Hispânia - €100 mil
26. Sakon Yamamoto - Não disponível
Compare com os salários de 2009 em dólares:
1. Kimi Raikkonen $45m
2. Lewis Hamilton $18 m
3. Fernando Alonso $15 m
4. Nico Rosberg $8.5 m
5. Felipe Massa $8 m
6. Jarno Trulli $6.5 m
7. Sebastian Vettel $6 m
8. Mark Webber $5.5 m
9. Jenson Button $5 m
10. Robert Kubica $4.5 m
11. Heikki Kovalainen $3.5 m
12. Nick Heidfeld $2.8 m
13. Timo Glock $2 m
14. Giancarlo Fisichella $1.5 m
15. Sébastien Buemi $1.5 m
16. Rubens Barrichello $1 m
17. Jaime Alguersuari $0.5 m
18. Vitantonio Liuzzi - Não disponível
19. Adrian Sutil - Não disponível
20. Romain Grosjean - Não disponível
21. Nelsinho Piquet - Não disponível
22. Kazuki Nakajima - Não disponível
1. Fernando Alonso - Ferrari - €30 milhões
2. Kimi Raikkonen - Ferrari - €16 milhões (mesmo aposentado)
3. Lewis Hamilton - Mclaren - €16 milhões
4. Felipe Massa - Ferrari - €14 milhões
5. Jenson Button - Mclaren - €9 milhões
6. Michael Schumacher - Mercedes - €8 milhões
7. Nico Rosberg - Mercedes - €8 milhões
8. Robert Kubica - Renault - €7,5 milhões
9. Rubens Barrichello - Williams - €5,5 milhões
10. Mark Webber - Red Bull - €4,2 milhões
11. Jarno Trulli - Lotus - €3 milhões
12. Sebastian Vettel - Red Bull - €2 milhões
13. Heikki Kovalainen - Lotus - €2 milhões
14. Timo Glock - Virgin - €1 milhão
15. Nico Hulkenberg - Williams - €700 mil
16. Pedro De la Rosa - Sauber - €500 mil
17. Kamuy Kobayashi - Sauber - €500 mil
18. Vitaly Petrov - Renault - €400 mil
19. Sebastian Buemi - Toro Rosso - €400 mil
20. Jaime Alguersuari - Toro Rosso - €400 mil
21. Adrian Sutil - Force Índia - €200 mil
22. Vitantonio Liuzzi - Force Índia €200 mil
23. Lucas Di Grassi - Virgin - €200 mil
24. Bruno Senna - Hispânia - €150 mil
25. Karun Chandhok - Hispânia - €100 mil
26. Sakon Yamamoto - Não disponível
Compare com os salários de 2009 em dólares:
1. Kimi Raikkonen $45m
2. Lewis Hamilton $18 m
3. Fernando Alonso $15 m
4. Nico Rosberg $8.5 m
5. Felipe Massa $8 m
6. Jarno Trulli $6.5 m
7. Sebastian Vettel $6 m
8. Mark Webber $5.5 m
9. Jenson Button $5 m
10. Robert Kubica $4.5 m
11. Heikki Kovalainen $3.5 m
12. Nick Heidfeld $2.8 m
13. Timo Glock $2 m
14. Giancarlo Fisichella $1.5 m
15. Sébastien Buemi $1.5 m
16. Rubens Barrichello $1 m
17. Jaime Alguersuari $0.5 m
18. Vitantonio Liuzzi - Não disponível
19. Adrian Sutil - Não disponível
20. Romain Grosjean - Não disponível
21. Nelsinho Piquet - Não disponível
22. Kazuki Nakajima - Não disponível
Williams ja testa para 2011
Segundo pessoas ligadas ao dia-a-dia da F1, a equipe Williams já começa a testar aos poucos pequenas modificações em seus carros visando a temporada de 2011. Nos treinos livres do GP da Hungria a equipe usou um sofisticado aparelho para medir o fluxo de ar que passa ao redor de seu carro visando, segundo disseram à época, o carro que Rubens Barrichello e Nico Hulkenberg deverão pilotar no ano que vem, além de beneficiar o modelo desse ano, logicamente. Veja as imagens: (Clique para ampliá-las)
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
A reconstrução de dois pilotos
Depois do lamentável acontecimento no GP da Alemanha, Felipe Massa foi para a Hungria e revisitou os médicos que lhe atenderam um ano antes quando sofreu o terrível acidente nessa mesma pista. Abraços, sorrisos, gratidão verdadeira, foi isso que pode se perceber na cena do reencontro. Aparte a isso, seu GP foi discreto. Largou em quarto lugar e na mesma colocação chegou, sem em nenhum momento ameaçar os três primeiros Webber, Alonso e Vettel.
Acabado o GP, concedeu as entrevistas habituais aos órgãos de imprensa que cobrem o evento e lá foi Massa pegar seu avião rumo ao Brasil. Desde então, silêncio total.
Passadas mais de duas semanas desde o inicio das férias de meio de ano da F1, Bruno Senna, Lucas Di Grassi e Rubens Barrichello tem dado entrevistas e feito aparições em eventos e na mídia, sobretudo este último. Rubens nas últimas semanas concedeu entrevistas para o Esporte Espetacular, Serginho Groisman, Jovem Pan, Band (rádio e TV), RedeTV, Rede Record, esse blog aqui etc.
É interessante observar o atual momento de Rubens Barrichello (foto à direita). Ele enfrenta um momento de parcial reversão da imagem negativa que por muitos anos teve junto a setores da sociedade brasileira. A ordem de equipe cumprida por Massa em Hokchenheim tirou dos ombros de Rubens parte do estigma de "piloto vendido" ou "subserviente" que arrastava desde o fatídico episódio do GP da Áustria de 2002. No imaginário popular brasileiro, a repetição do episódio agora com Massa, dissolve em parte a "culpa" do veterano piloto da Williams. A sociedade aos poucos se conscientiza que por mais desagradável e antidesportivo que seja, acatar ordens de equipe não era exclusividade de Barrichello, e sim um fato que ocorre mais vezes do que gostaríamos na F1, com pilotos das mais variadas nacionalidades desde os tempos mais antigos e que hoje se torna mais visível devido ao áudio das conversas entre piloto e equipes disponibilizados pela FIA.
Some-se a isso a emblemática e bem sucedida ultrapassagem de Rubinho em cima de Schumacher pelo pontinho do 10º lugar no GP Húngaro e pronto: De uma lado a Marmelada na F-1 sendo entendida como um erro/abuso da Ferrari de ontem e hoje, não do piloto (de ontem ou de hoje), do outro lado a encarniçada batalha na pista restauraria em Barrichello a imagem de "guerreiro" que o público quer ver em seus pilotos.
Não digo com isso que agora Barrichello apagou da memória dos brasileiros as piadas maldosas que lhe fizeram ou a decepção que simbolizava, nem que voltou a ser o queridinho unânime, mas voltou sim a ser mais respeitado como piloto, podendo seus resultados na pista voltarem a ser vistos com mais idoneidade e menos ranço, dentro daquilo que seu equipamento, uma ascendente mas ainda média Williams Cosworth permite.
E Felipe Massa (foto abaixo)? Como escrevi acima, sumiu. Nenhuma entrevista na mídia Brasileira, não aparece em lugar algum e assim deve ser por um tempo, até a "mágoa" do público com ele amenizar mais um pouco e o julgamento da FIA acontecer. Mesmo depois disso, não haverá muito o que ele possa falar do episódio, mas restará a Massa dos mais difíceis desafios de sua carreira: Esse ano ele, assumindo ou não, já está trabalhando para ajudar Alonso na luta pelo campeonato, só podendo vencer uma corrida quando não for possivel ajudar o espanhol. No ano que vem, entretanto, ele tem que provar na pista que ainda é merecedor de tratamento igual da equipe, e isso só conseguirá sendo consistentemente mais rápido que seu companheiro de equipe nos treinos, classificações e corridas e não comentendo erros. O que "pega" é que ele terá que fazer tudo isso em cima do bicampeão Fernando Alonso, um piloto que desde que estreou na F1 em 2001 não sabe o que é perder uma disputa interna, a exceção da passagem pela Mclaren, onde Hamilton (não a toa hoje campeão mundial e vice-lider do atual campeonato) teria lhe dado muito trabalho.
Além disso, há a silenciosa batalha de fazer os carros da Ferrari daqui pra frente nascerem e evoluírem mais ao gosto de pilotagem de um piloto específico. Mesmo tendo estilos de condução parecidos, ha diferenças sutis que num projeto pode significar a melhor adaptação de um piloto do que a do outro ao carro, fator que tem seu peso na busca dos décimos no cronometro, e nesse sentido Alonso, tenha certeza, já tem maior influência nos destinos do carro de 2011 do que Massa.
O ano que vem deverá ser um divisor de águas na carreira de Felipe Massa dentro da Ferrari. Ele e todos nós descobriremos se de fato, seu o futuro na F1 ainda pode ser dentro da equipe italiana com Alonso ao seu lado ou se ele terá que buscar novos horizontes em outras equipes, como seu amigo Barrichello acabou fazendo.(Clique nas imagens para ampliá-las)
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Acabado o GP, concedeu as entrevistas habituais aos órgãos de imprensa que cobrem o evento e lá foi Massa pegar seu avião rumo ao Brasil. Desde então, silêncio total.
Passadas mais de duas semanas desde o inicio das férias de meio de ano da F1, Bruno Senna, Lucas Di Grassi e Rubens Barrichello tem dado entrevistas e feito aparições em eventos e na mídia, sobretudo este último. Rubens nas últimas semanas concedeu entrevistas para o Esporte Espetacular, Serginho Groisman, Jovem Pan, Band (rádio e TV), RedeTV, Rede Record, esse blog aqui etc.
É interessante observar o atual momento de Rubens Barrichello (foto à direita). Ele enfrenta um momento de parcial reversão da imagem negativa que por muitos anos teve junto a setores da sociedade brasileira. A ordem de equipe cumprida por Massa em Hokchenheim tirou dos ombros de Rubens parte do estigma de "piloto vendido" ou "subserviente" que arrastava desde o fatídico episódio do GP da Áustria de 2002. No imaginário popular brasileiro, a repetição do episódio agora com Massa, dissolve em parte a "culpa" do veterano piloto da Williams. A sociedade aos poucos se conscientiza que por mais desagradável e antidesportivo que seja, acatar ordens de equipe não era exclusividade de Barrichello, e sim um fato que ocorre mais vezes do que gostaríamos na F1, com pilotos das mais variadas nacionalidades desde os tempos mais antigos e que hoje se torna mais visível devido ao áudio das conversas entre piloto e equipes disponibilizados pela FIA.
Some-se a isso a emblemática e bem sucedida ultrapassagem de Rubinho em cima de Schumacher pelo pontinho do 10º lugar no GP Húngaro e pronto: De uma lado a Marmelada na F-1 sendo entendida como um erro/abuso da Ferrari de ontem e hoje, não do piloto (de ontem ou de hoje), do outro lado a encarniçada batalha na pista restauraria em Barrichello a imagem de "guerreiro" que o público quer ver em seus pilotos.
Não digo com isso que agora Barrichello apagou da memória dos brasileiros as piadas maldosas que lhe fizeram ou a decepção que simbolizava, nem que voltou a ser o queridinho unânime, mas voltou sim a ser mais respeitado como piloto, podendo seus resultados na pista voltarem a ser vistos com mais idoneidade e menos ranço, dentro daquilo que seu equipamento, uma ascendente mas ainda média Williams Cosworth permite.
E Felipe Massa (foto abaixo)? Como escrevi acima, sumiu. Nenhuma entrevista na mídia Brasileira, não aparece em lugar algum e assim deve ser por um tempo, até a "mágoa" do público com ele amenizar mais um pouco e o julgamento da FIA acontecer. Mesmo depois disso, não haverá muito o que ele possa falar do episódio, mas restará a Massa dos mais difíceis desafios de sua carreira: Esse ano ele, assumindo ou não, já está trabalhando para ajudar Alonso na luta pelo campeonato, só podendo vencer uma corrida quando não for possivel ajudar o espanhol. No ano que vem, entretanto, ele tem que provar na pista que ainda é merecedor de tratamento igual da equipe, e isso só conseguirá sendo consistentemente mais rápido que seu companheiro de equipe nos treinos, classificações e corridas e não comentendo erros. O que "pega" é que ele terá que fazer tudo isso em cima do bicampeão Fernando Alonso, um piloto que desde que estreou na F1 em 2001 não sabe o que é perder uma disputa interna, a exceção da passagem pela Mclaren, onde Hamilton (não a toa hoje campeão mundial e vice-lider do atual campeonato) teria lhe dado muito trabalho.
Além disso, há a silenciosa batalha de fazer os carros da Ferrari daqui pra frente nascerem e evoluírem mais ao gosto de pilotagem de um piloto específico. Mesmo tendo estilos de condução parecidos, ha diferenças sutis que num projeto pode significar a melhor adaptação de um piloto do que a do outro ao carro, fator que tem seu peso na busca dos décimos no cronometro, e nesse sentido Alonso, tenha certeza, já tem maior influência nos destinos do carro de 2011 do que Massa. O ano que vem deverá ser um divisor de águas na carreira de Felipe Massa dentro da Ferrari. Ele e todos nós descobriremos se de fato, seu o futuro na F1 ainda pode ser dentro da equipe italiana com Alonso ao seu lado ou se ele terá que buscar novos horizontes em outras equipes, como seu amigo Barrichello acabou fazendo.(Clique nas imagens para ampliá-las)
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Raio X de um Formula 1
Eis uma imagem rara: O raio X de um Formula 1, onde podemos ver direitinho as partes do carro como motor, câmbio, cockpit, etc. O carro no caso é o Toyota TF109 que está sendo usado a partir de agora por Nick Heidfeld para desenvolvimento dos novos pneus Pirelli que serão usados a partir da temporada 2011/2012.
Veja você mesmo: (Clique na imagem para ampliá-la)
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Pirelli testa pneus para 2011 - FOTOS
Veja as primeiras imagens de Nick Heidfeld testando o Toyota TF109 (carro que correu a temporada de 2009 com Jarno Trulli, Timo Glock e Kamui Kobayashi) já equipado com os pneus da Pirelli que serão usados por todas as equipes a partir de 2011. Após romper amigavelmente seu contrato de piloto de testes com a Mercedes GP, o piloto realizou os testes em Mugello, Itália.
Essa experiência valiosíssima certamente será muito útil para ajudar Heidfeld a conseguir um assento no grid de 2011, ou ao menos garantir um salário maior na Mercedes GP se voltar pra lá com valiosas informações...
(Clique nas imagens para ampliá-las)

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Essa experiência valiosíssima certamente será muito útil para ajudar Heidfeld a conseguir um assento no grid de 2011, ou ao menos garantir um salário maior na Mercedes GP se voltar pra lá com valiosas informações...
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Nova asa dianteira da Ferrari em mais detalhes
Além do novo "blow-diffuser" na traseira, um dos motivos da melhora da equipe Ferrari de Fernando Alonso e Felipe Massa seria sua nova asa flexível dianteira. Além dessa maior flexibilidade, a asa também tem um redesenho de suas lâminas superiores, que antes era 2 e agora são 3 (1). Além disso, ela tem sua parede lateral mais trabalhada e ligeiramente curva, aumentando o fluxo de ar canalizado por um dos pequenos túneis inferiores nas extremidades (2) e uma abertura dessa parede externa em novo formato (3), compare com o desenho antigo à esquerda das fotos. (Clique nas imagens para ampliá-las)
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
As novidades na Williams
Assim como a Mclaren, devido ao forte calor da pista Húngara a Williams também resolveu seguir os ensinamentos da Red Bull e igualmente trouxe uma traseira redesenhada com uma abertura no seu final, para melhor dispersão do calor do motor e câmbio, veja: (Clique na imagem para ampliá-la)
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