Segundo o jornalista Adam Nichols da Revista GP Week, Colin Kolles atual diretor técnico da combalida Hispânia pode ser o artífice da união entre o grupo Volkswagen e a equipe Williams num futuro próximo. Segundo ele o dirigente da Hispânia seria o intermediário dessa operação.
Inicialmente deveria ser a equipe de Senna e Chandhok a futura parceira da Volkswagen, (e que poderia até ser comprada por ela), por reunir um piloto Brasileiro e um Indiano, nacionalidades de dois dos mercados mais importantes para a marca no mundo, só que o fato da situação financeira do time espanhol estar muito enrolada (a ponto de depender do dinheiro de Sakon Yamamoto para conseguir terminar o ano) e seu dono dever mais de um bilhão de dólares a credores e a total falta de estrutura e perspectivas da equipe que está a beira do fechamento teriam pesado contra essa decisão ainda na fase de estudos.
Então em oito de Julho a Williams anunciou que não correria com os Renault em 2011 e continuaria com os motores Cosworth, mesmo sendo esses os mais fracos do grid. Porque? O que tem a ver?
Segundo a tese do jornalista, porque a Williams seria o porto de chegada da VW na Formula 1, que precisaria de mais um ano ou dois para preparar as coisas para seu ingresso na categoria, tudo costurado por Colin Kolles, o mesmo que já trouxe o investidor Toto Wolff para a Williams, que costurou a parceira entre a Williams Hybrid Power e a Porsche (do grupo VW) no fornecimento de Kers para seus carros de GT e que é muito bem relacionado com Adam Parr, recém empossado presidente da Williams.
Será que isso vai se concretizar? Não saberemos tão cedo e só o tempo dirá, mas que olhando de fora tem lá a sua lógica, tem.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Detalhes técnicos da asa da Ferrari
Veja em uma imagem mais próxima as duas asas dianteiras da Ferrari que além de ter substituído seu conceito inicial de 2 asas principais por 3, ela ainda introduziu uma pequena modificação na aleta superior, que era tinha uma pequena curvatura e passou a ser reta (1, veja: (Clique na imagem para ampliá-la)
domingo, 18 de julho de 2010
A Ferrari finalmente muda sua asa dianteira
Depois de usar a mesmíssima asa dianteira desde o começo da temporada, evidenciando talvez uma certa letargia em reagir aos avanços da concorrência, a equipe de Fernando Alonso e Felipe Massa finalmente trocou o desenho desta para um mais moderno, seguindo a tendência de suas principais rivais que usam três laminas na asa dianteira. Abaixo a comparação do modelo antigo e do que estreou na décima etapa do mundial: (Clique na imagem para ampliá-la)
sábado, 17 de julho de 2010
A evolução da Virgin
Apesar de andar lá no fundão, a Virgin é uma das três equipes novatas que mais avança nas evoluções de seus carros. Mesmo ainda não estando em condições de abalar a supremacia da Lotus entre as estreantes, ao menos consegue deixar a caótica Hispânia para trás. Prova disso são as evoluções de seus carros, que se não são tão drásticas e numerosas como nas equipes de ponta, são rotineiras o suficiente para dar a seus pilotos o mínimo de motivação para esperar por dias melhores em 2011. Na foto acima (1) vemos como o carro ganhou carenagem nova na traseira no estilo barbatana e consequente redesenho da cobertura de motor. Já na foto abaixo (2), vemos como sua asa dianteira aos poucos ganha um aspecto mais complexo e trabalhado em relação aos estágios iniciais da temporada: (Clique nas imagens para ampliá-las)
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Análise de meio do ano: VIRGIN
Para encerrar o ciclo de análises de meio do ano, falamos da nova equipe Virgin Racing, uma associação da antiga equipe Manor da GP2 e Richard Branson, o bilionário dono do Grupo Virgin que detém gravadoras, lojas, companhia aérea, espacial etc.
A equipe com ares de banda de rock de Lucas di Grassi e Timo Glock, assim como suas pares novatas Lotus e Hispania, sofreu e ainda sofre com a falta de quilometrarem, de modo que seus carros ainda estão bem aquém do desempenho de suas rivais estabelecidas e se não tem o mesmo ritmo de desenvolvimento nem é tão badalada quanto a Lotus, certamente é mais organizada e promissora que a caótica e periclitante equipe hispânica.
Como era de se esperar, ela ainda está lá atrás no pelotão, mas aos poucos vai atualizando seu carro gerado 100% por computador e sem túnel de vento. O calcanhar de Aquiles da equipe, entretanto, mais do que sua velocidade que até lhe permite disputas circunstanciais com a Lotus, é a a confiabilidade. O carro simplesmente quebra muito e de muitas maneiras diferentes, certamente tambem por culpa de sua concepção ter se dado no meio totalmente virtual.
Seus pilotos tem correspondido às expectativas depositadas neles, com mais experiente Timo Glock liderando o desenvolvimento do carro e Lucas Di Grassi aprendendo mais sobre o comportamento e reações do carro nas diferentes pistas e condições de pistas em corridas, qualificações e também dando suas conhecidas opiniões técnicas, ainda que sejam, via de regra, baseadas em na sua vivência em cima de versões não tão atualizada do carro comparadas às de seu companheiro alemão.
O que se espera até o fim do ano é que as pequenas mas importantes atualizações aerodinâmicas e mecânicas nos carros continuem chegando, para permitir encostar mais na Lotus, atrair potenciais patrocinadores e iniciar 2011 com uma base de conhecimentos e experiência maior aplicada ao novo carro que em breve já começará a ser desenhado, dessa vez com a ainda importante ajuda de um túnel de vento, espero.
A equipe com ares de banda de rock de Lucas di Grassi e Timo Glock, assim como suas pares novatas Lotus e Hispania, sofreu e ainda sofre com a falta de quilometrarem, de modo que seus carros ainda estão bem aquém do desempenho de suas rivais estabelecidas e se não tem o mesmo ritmo de desenvolvimento nem é tão badalada quanto a Lotus, certamente é mais organizada e promissora que a caótica e periclitante equipe hispânica.
Como era de se esperar, ela ainda está lá atrás no pelotão, mas aos poucos vai atualizando seu carro gerado 100% por computador e sem túnel de vento. O calcanhar de Aquiles da equipe, entretanto, mais do que sua velocidade que até lhe permite disputas circunstanciais com a Lotus, é a a confiabilidade. O carro simplesmente quebra muito e de muitas maneiras diferentes, certamente tambem por culpa de sua concepção ter se dado no meio totalmente virtual.
Seus pilotos tem correspondido às expectativas depositadas neles, com mais experiente Timo Glock liderando o desenvolvimento do carro e Lucas Di Grassi aprendendo mais sobre o comportamento e reações do carro nas diferentes pistas e condições de pistas em corridas, qualificações e também dando suas conhecidas opiniões técnicas, ainda que sejam, via de regra, baseadas em na sua vivência em cima de versões não tão atualizada do carro comparadas às de seu companheiro alemão.
O que se espera até o fim do ano é que as pequenas mas importantes atualizações aerodinâmicas e mecânicas nos carros continuem chegando, para permitir encostar mais na Lotus, atrair potenciais patrocinadores e iniciar 2011 com uma base de conhecimentos e experiência maior aplicada ao novo carro que em breve já começará a ser desenhado, dessa vez com a ainda importante ajuda de um túnel de vento, espero.
As novidades em Silverstone - Renault
Enquanto a sua versão do duto frontal ainda não fica pronta (está previsto para estrear em Spa), a Renault, conhecida por suas constantes evoluções, chegou a Silverstone trazendo mais algumas, como uma asa dianteira com novos "sidepods" ou defletores laterais. Além disso mudou o tamanho e formato das entradas de ar quem refrigeram seus freios dianteiros, tornado-os mais curvos veja os detalhes destacados na imagem abaixo: (Clique na imagem para ampliá-la)
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Análise do meio de ano: Toro-Rosso
A irmã menor e mais pobre da Red Bull terminou o ano de 2009 sem os rumores de que seria vendida, como se ouviu no ano anterior. Além disso teve a promessa de seu proprietario Dietrich Mateschitz, que receberia um pequeno aumento de orçamento, visto que teria que conceber e produzir sozinha seus próprios carros, que antes eram gerados em íntima parceria com sua irmã maior com a valiosa assinatura de Adrian Newey.
Com início da temporada verificou-se que ela figuraria no nundo do pelotão intermediário, disputando posições com Sauber e Williams, antes dessas se recuperarem. Com o passar das corridas entretanto o desenvolvimento do carro foi ficando pra trás, sem nenhuma grande atualização como duto frontal, escapamento perto do assoalho, etc, de modo que seus jovens e rápidos pilotos Sebastien Buemi e Jaime Alguersuari (fotos acima) tem visitado cada vez menos o Q3 e a zona de pontuação e a disputa com Sauber, Williams, Force Índia e Renault tem se resumido a momentos circunstanciais, quando pilotos dessas equipes tem algum problema ou um fins de semana pouco inspirados.
As pretensões da Toro Rosso não são muito grandes, para tristeza de seus pilotos. Ela é um celeiro de pilotos para serem preparados para, se mostrarem serviço, serem promovidos para a "nave mãe" Red Bull quando houver vaga. O mínimo que se pode esperar da equipe sediada em Faenza, Ítalia (na mesma fabrica da antiga Minardi) é que corra atrás dos prejuízos e avance mínimamente com as atualizações de seu carro, seja para possibilitar a seus pilotos o mínimo de competitividade seja para não ser engolida pela ascendente Lotus se ainda não esse ano, no seguinte onde estará mais forte.
Com início da temporada verificou-se que ela figuraria no nundo do pelotão intermediário, disputando posições com Sauber e Williams, antes dessas se recuperarem. Com o passar das corridas entretanto o desenvolvimento do carro foi ficando pra trás, sem nenhuma grande atualização como duto frontal, escapamento perto do assoalho, etc, de modo que seus jovens e rápidos pilotos Sebastien Buemi e Jaime Alguersuari (fotos acima) tem visitado cada vez menos o Q3 e a zona de pontuação e a disputa com Sauber, Williams, Force Índia e Renault tem se resumido a momentos circunstanciais, quando pilotos dessas equipes tem algum problema ou um fins de semana pouco inspirados.
As pretensões da Toro Rosso não são muito grandes, para tristeza de seus pilotos. Ela é um celeiro de pilotos para serem preparados para, se mostrarem serviço, serem promovidos para a "nave mãe" Red Bull quando houver vaga. O mínimo que se pode esperar da equipe sediada em Faenza, Ítalia (na mesma fabrica da antiga Minardi) é que corra atrás dos prejuízos e avance mínimamente com as atualizações de seu carro, seja para possibilitar a seus pilotos o mínimo de competitividade seja para não ser engolida pela ascendente Lotus se ainda não esse ano, no seguinte onde estará mais forte.
As novidades em Silverstone - Williams
A Williams foi outra equipe a introduzir uma série de mudanças em seus carros na etapa de Silverstone. O Escapamento que era no fim dos pontões laterais (1), saiu dalí para se instalar junto ao assoalho (3) para alimentar o difusor de ar traseiro, como manda a cartilha da Red bull, ganhando assim mais pressão aerodinâmica. Além disso aperfeiçoaram o duto frontal que joga ar n a asa traseira(2), ganhando velocidade nas retas. Um sinal de aperfeiçoamento é o fechamento da segunda entrada de ar (4)que havia atrás do Santo Antonio até a etapa de Valência, veja: (Clique nas imagens para ampliá-las)
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