Apesar de andar lá no fundão, a Virgin é uma das três equipes novatas que mais avança nas evoluções de seus carros. Mesmo ainda não estando em condições de abalar a supremacia da Lotus entre as estreantes, ao menos consegue deixar a caótica Hispânia para trás. Prova disso são as evoluções de seus carros, que se não são tão drásticas e numerosas como nas equipes de ponta, são rotineiras o suficiente para dar a seus pilotos o mínimo de motivação para esperar por dias melhores em 2011. Na foto acima (1) vemos como o carro ganhou carenagem nova na traseira no estilo barbatana e consequente redesenho da cobertura de motor. Já na foto abaixo (2), vemos como sua asa dianteira aos poucos ganha um aspecto mais complexo e trabalhado em relação aos estágios iniciais da temporada: (Clique nas imagens para ampliá-las)
sábado, 17 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Análise de meio do ano: VIRGIN
Para encerrar o ciclo de análises de meio do ano, falamos da nova equipe Virgin Racing, uma associação da antiga equipe Manor da GP2 e Richard Branson, o bilionário dono do Grupo Virgin que detém gravadoras, lojas, companhia aérea, espacial etc.
A equipe com ares de banda de rock de Lucas di Grassi e Timo Glock, assim como suas pares novatas Lotus e Hispania, sofreu e ainda sofre com a falta de quilometrarem, de modo que seus carros ainda estão bem aquém do desempenho de suas rivais estabelecidas e se não tem o mesmo ritmo de desenvolvimento nem é tão badalada quanto a Lotus, certamente é mais organizada e promissora que a caótica e periclitante equipe hispânica.
Como era de se esperar, ela ainda está lá atrás no pelotão, mas aos poucos vai atualizando seu carro gerado 100% por computador e sem túnel de vento. O calcanhar de Aquiles da equipe, entretanto, mais do que sua velocidade que até lhe permite disputas circunstanciais com a Lotus, é a a confiabilidade. O carro simplesmente quebra muito e de muitas maneiras diferentes, certamente tambem por culpa de sua concepção ter se dado no meio totalmente virtual.
Seus pilotos tem correspondido às expectativas depositadas neles, com mais experiente Timo Glock liderando o desenvolvimento do carro e Lucas Di Grassi aprendendo mais sobre o comportamento e reações do carro nas diferentes pistas e condições de pistas em corridas, qualificações e também dando suas conhecidas opiniões técnicas, ainda que sejam, via de regra, baseadas em na sua vivência em cima de versões não tão atualizada do carro comparadas às de seu companheiro alemão.
O que se espera até o fim do ano é que as pequenas mas importantes atualizações aerodinâmicas e mecânicas nos carros continuem chegando, para permitir encostar mais na Lotus, atrair potenciais patrocinadores e iniciar 2011 com uma base de conhecimentos e experiência maior aplicada ao novo carro que em breve já começará a ser desenhado, dessa vez com a ainda importante ajuda de um túnel de vento, espero.
A equipe com ares de banda de rock de Lucas di Grassi e Timo Glock, assim como suas pares novatas Lotus e Hispania, sofreu e ainda sofre com a falta de quilometrarem, de modo que seus carros ainda estão bem aquém do desempenho de suas rivais estabelecidas e se não tem o mesmo ritmo de desenvolvimento nem é tão badalada quanto a Lotus, certamente é mais organizada e promissora que a caótica e periclitante equipe hispânica.
Como era de se esperar, ela ainda está lá atrás no pelotão, mas aos poucos vai atualizando seu carro gerado 100% por computador e sem túnel de vento. O calcanhar de Aquiles da equipe, entretanto, mais do que sua velocidade que até lhe permite disputas circunstanciais com a Lotus, é a a confiabilidade. O carro simplesmente quebra muito e de muitas maneiras diferentes, certamente tambem por culpa de sua concepção ter se dado no meio totalmente virtual.
Seus pilotos tem correspondido às expectativas depositadas neles, com mais experiente Timo Glock liderando o desenvolvimento do carro e Lucas Di Grassi aprendendo mais sobre o comportamento e reações do carro nas diferentes pistas e condições de pistas em corridas, qualificações e também dando suas conhecidas opiniões técnicas, ainda que sejam, via de regra, baseadas em na sua vivência em cima de versões não tão atualizada do carro comparadas às de seu companheiro alemão.
O que se espera até o fim do ano é que as pequenas mas importantes atualizações aerodinâmicas e mecânicas nos carros continuem chegando, para permitir encostar mais na Lotus, atrair potenciais patrocinadores e iniciar 2011 com uma base de conhecimentos e experiência maior aplicada ao novo carro que em breve já começará a ser desenhado, dessa vez com a ainda importante ajuda de um túnel de vento, espero.
As novidades em Silverstone - Renault
Enquanto a sua versão do duto frontal ainda não fica pronta (está previsto para estrear em Spa), a Renault, conhecida por suas constantes evoluções, chegou a Silverstone trazendo mais algumas, como uma asa dianteira com novos "sidepods" ou defletores laterais. Além disso mudou o tamanho e formato das entradas de ar quem refrigeram seus freios dianteiros, tornado-os mais curvos veja os detalhes destacados na imagem abaixo: (Clique na imagem para ampliá-la)
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Análise do meio de ano: Toro-Rosso
A irmã menor e mais pobre da Red Bull terminou o ano de 2009 sem os rumores de que seria vendida, como se ouviu no ano anterior. Além disso teve a promessa de seu proprietario Dietrich Mateschitz, que receberia um pequeno aumento de orçamento, visto que teria que conceber e produzir sozinha seus próprios carros, que antes eram gerados em íntima parceria com sua irmã maior com a valiosa assinatura de Adrian Newey.
Com início da temporada verificou-se que ela figuraria no nundo do pelotão intermediário, disputando posições com Sauber e Williams, antes dessas se recuperarem. Com o passar das corridas entretanto o desenvolvimento do carro foi ficando pra trás, sem nenhuma grande atualização como duto frontal, escapamento perto do assoalho, etc, de modo que seus jovens e rápidos pilotos Sebastien Buemi e Jaime Alguersuari (fotos acima) tem visitado cada vez menos o Q3 e a zona de pontuação e a disputa com Sauber, Williams, Force Índia e Renault tem se resumido a momentos circunstanciais, quando pilotos dessas equipes tem algum problema ou um fins de semana pouco inspirados.
As pretensões da Toro Rosso não são muito grandes, para tristeza de seus pilotos. Ela é um celeiro de pilotos para serem preparados para, se mostrarem serviço, serem promovidos para a "nave mãe" Red Bull quando houver vaga. O mínimo que se pode esperar da equipe sediada em Faenza, Ítalia (na mesma fabrica da antiga Minardi) é que corra atrás dos prejuízos e avance mínimamente com as atualizações de seu carro, seja para possibilitar a seus pilotos o mínimo de competitividade seja para não ser engolida pela ascendente Lotus se ainda não esse ano, no seguinte onde estará mais forte.
Com início da temporada verificou-se que ela figuraria no nundo do pelotão intermediário, disputando posições com Sauber e Williams, antes dessas se recuperarem. Com o passar das corridas entretanto o desenvolvimento do carro foi ficando pra trás, sem nenhuma grande atualização como duto frontal, escapamento perto do assoalho, etc, de modo que seus jovens e rápidos pilotos Sebastien Buemi e Jaime Alguersuari (fotos acima) tem visitado cada vez menos o Q3 e a zona de pontuação e a disputa com Sauber, Williams, Force Índia e Renault tem se resumido a momentos circunstanciais, quando pilotos dessas equipes tem algum problema ou um fins de semana pouco inspirados.
As pretensões da Toro Rosso não são muito grandes, para tristeza de seus pilotos. Ela é um celeiro de pilotos para serem preparados para, se mostrarem serviço, serem promovidos para a "nave mãe" Red Bull quando houver vaga. O mínimo que se pode esperar da equipe sediada em Faenza, Ítalia (na mesma fabrica da antiga Minardi) é que corra atrás dos prejuízos e avance mínimamente com as atualizações de seu carro, seja para possibilitar a seus pilotos o mínimo de competitividade seja para não ser engolida pela ascendente Lotus se ainda não esse ano, no seguinte onde estará mais forte.
As novidades em Silverstone - Williams
A Williams foi outra equipe a introduzir uma série de mudanças em seus carros na etapa de Silverstone. O Escapamento que era no fim dos pontões laterais (1), saiu dalí para se instalar junto ao assoalho (3) para alimentar o difusor de ar traseiro, como manda a cartilha da Red bull, ganhando assim mais pressão aerodinâmica. Além disso aperfeiçoaram o duto frontal que joga ar n a asa traseira(2), ganhando velocidade nas retas. Um sinal de aperfeiçoamento é o fechamento da segunda entrada de ar (4)que havia atrás do Santo Antonio até a etapa de Valência, veja: (Clique nas imagens para ampliá-las)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Análise do meio de ano: RED BULL
Depois de uma temporada forte em 2009, a Red Bull começou a temporada 2010 como uma das grandes favoritas aos título de construtores e pilotos. A receita básica para isso foi a mesma do ano anterior: Andrian Newey, Sebastian Vettel e Mark Webber. Um item que eles tentarm adicionar foi o motor Mercedes, mas isso foi vetado pela sua rival Mclaren, obrigando-os a ficar com os apenas razoáveis Renault. Mesmo assim a confiança era tanta que o lançamento do carro da equipe foi o último entre as grandes, perdendo uma valiosa sessão de testes para evitar que copiassem alguma ideia de seu carro.
No início do ano, a Red Bull parecia continuar o problema que lhe afetou também no ano anterior: Confiabilidade. Vettel perdeu duas corridas, onde tinha tudo para vencer, por problemas do carro. Com o passar do tempo esses problemas parecem ter sido solucionados, mas ainda assim aprecem de vez em quando, e se não tiram seus pilotos da corrida, os obrigam a não tirar tudo que o carro tem a oferecer.
Recentemente entretanto a equipe tem um grande problema nas mãos, seus pilotos. Sebastian Vettel, ainda que menos, continua cometendo alguns erros típicos de pilotos afoitos e ainda inexperientes e Mark Webber sabendo-se menos talentoso, tem usado seu poder de fazer pressão política e psicológica para tentar desestabilizar seu companheiro e ganhar a disputa interna da equipe, mesmo que fique contra esta. O grande risco dessa estratégia de Webber e que a disputa interna acabe por favorecer suas rivais mais harmônicas, sobretudo a Mclaren, de quem está atrás na tabela.
Mais do que uma vitória de Mclaren ou Ferrari, a eventual perda desses títulos seria uma enorme derrota interna da Red Bull, que assinaria com letras garrafais o livro dourado da incompetência, graças sobretudo a falta de pulso do seu diretor Christian Horner que não tem conseguido domar seus próprios empregados. Eles ainda tem o melhor carro e uma excelente combinação de talento e experiência pilotando-os, resta ver se nesse segundo semestre conseguirão colocar ordem na equipe e capitalizar esse potencial ou se repetirão, guardadas as devidas proporções, o fiasco da Mclaren de 2007.
No início do ano, a Red Bull parecia continuar o problema que lhe afetou também no ano anterior: Confiabilidade. Vettel perdeu duas corridas, onde tinha tudo para vencer, por problemas do carro. Com o passar do tempo esses problemas parecem ter sido solucionados, mas ainda assim aprecem de vez em quando, e se não tiram seus pilotos da corrida, os obrigam a não tirar tudo que o carro tem a oferecer.
Recentemente entretanto a equipe tem um grande problema nas mãos, seus pilotos. Sebastian Vettel, ainda que menos, continua cometendo alguns erros típicos de pilotos afoitos e ainda inexperientes e Mark Webber sabendo-se menos talentoso, tem usado seu poder de fazer pressão política e psicológica para tentar desestabilizar seu companheiro e ganhar a disputa interna da equipe, mesmo que fique contra esta. O grande risco dessa estratégia de Webber e que a disputa interna acabe por favorecer suas rivais mais harmônicas, sobretudo a Mclaren, de quem está atrás na tabela.
Mais do que uma vitória de Mclaren ou Ferrari, a eventual perda desses títulos seria uma enorme derrota interna da Red Bull, que assinaria com letras garrafais o livro dourado da incompetência, graças sobretudo a falta de pulso do seu diretor Christian Horner que não tem conseguido domar seus próprios empregados. Eles ainda tem o melhor carro e uma excelente combinação de talento e experiência pilotando-os, resta ver se nesse segundo semestre conseguirão colocar ordem na equipe e capitalizar esse potencial ou se repetirão, guardadas as devidas proporções, o fiasco da Mclaren de 2007.
A asa da discordia da Red-Bull
Mais do que a asa em si, a maior diferença mais notável é o bico.Na foto abaixo, vemos os dois modelos, o de cima é o bico velho, que Webber teve que usar na classificação e na corrida, o de baixo é o novo, de Sebastian Vettel, que segundo a revista italiana especializada Autosprint, teria sido inspirado no bico da Force-Índia, comparem: (Clique na imagem para ampliá-la)
terça-feira, 13 de julho de 2010
Brasileiro é um mau torcedor
Desde o começo do ano, Felipe Massa não vem atravessando sua melhor temporada, especialmente comparando seu desempenho com o de seu companheiro Fernando Alonso, que apesar de especialmente errático, tem sido constantemente mais rápido que o brasileiro.
Com esse pano de fundo, tem se observado em fóruns de discussões, Orkut, e mesmo conversas com amigos que muitos deixaram de acreditar em Felipe Massa e que ele teria se resignado como segundo piloto da Ferrari. O tom das conversas vai desde a descrença ao deboche grosseiro, mas o que mais me espanta é que essas mesmas pessoas que hoje questionam Massa até o ano passado apostariam suas almas na fé que tinham nele. Pergunto: Em 1 ano Massa desaprendeu a ser aguerrido, rápido e técnico como mostrou-se em 2008 e inicio de 2009? Não.
Não vou aqui aprofundar as razões que levam Felipe estar abaixo das expectativas esse ano, mas sim o lamentável comportamento volúvel da massa torcedora (sem trocadilho) que por tantos anos pegou injustamente no pé de Barrichello e que agora elege Felipe Massa o novo Judas a ser malhado e achincalhado. A maior parte dos torcedores brasileiros parecem só torcer quando é fácil, quando está tudo bem, e assim que as coisas desandam, aquela certeza no talento de seus ídolos se esvai como fumaça, como se um piloto tivesse que estar no auge em 100% de sua carreira e qualquer coisa abaixo disso significasse fracasso, fraqueza e covardia.
Esses brasileiros tinham que olhar mais para seus próprios umbigos. Suas vidas são tão formidáveis assim, que nunca tiveram reveses? Quem hoje debocha de Massa é, em sua maioria, o mesmo espírito de porco que torcia pelo insucesso de Barrichello quando esse corria na Ferrari em condições muito mais adversas que as hoje enfrentadas por Massa.
Ora! Se você acredita em alguém e se diz torcedor dele, que seja coerente e torça integralmente. Não estou dizendo para fechar os olhos para eventuais erros ou maus resultados, mas torcedor de verdade tem que dar apoio sempre, pois sabe que a vida é cíclica e se hoje Massa está mal, ontem estava bem (e para você estava tudo bem) e amanhã poderá voltar a estar no topo. Se você torce por alguém torça porque acredita nele, esteja ele bem ou não.
Felizmente os verdadeiros torcedores de Massa, Barrichello, Piquet, Senna, etc. são fieis e os pilotos sabem disso. Felizmente também os pilotos tem inteligência suficiente (e que as vezes falta a muitos torcedores) para nortearem suas vidas naquilo que eles acreditam, e não no que a internet propaga (o lado ruim da inclusão social?). Se Barrichello tivesse se baseado no que os "cornetas" falam, sua carreira teria se encerrado na Jordan e ele nunca teria assinado com a Stewart, nem ganhado corridas com a Ferrari. Mas depois disso os ataques a ele pioraram, mas independente disso ele assinou com a Honda e engoliu calado as piadas que tinha que ouvir pelo seu carro ruim e deu novamente a volta por cima em 2009 na Brawn e hoje se encontra bem estabelecido numa equipe que o admira, a ascendente Williams. Tudo porque ele, assim como os chefes de equipes e seus reais torcedores, acredita no seu talento, independente das fases ruins.
Massa está passando por uma fase ruim, está apanhando mais que Alonso de um carro cuja equipe ainda não conseguiu tornar realmente bom, mas ele sabe o que é capaz de fazer e está sereno, até porque já mostrou isso recentemente. Dessa forma o mínimo que um verdadeiro torcedor deve fazer por ele é torcer, mostrar apoio especialmente nessa hora difícil onde ele tem que se adaptar e se reinventar para voltar a ganhar. Entretanto, se for para avacalhar que seja com educação, e depois se cale e não venha dizer que "sempre acreditou nele" quando ele der a volta por cima.
Com esse pano de fundo, tem se observado em fóruns de discussões, Orkut, e mesmo conversas com amigos que muitos deixaram de acreditar em Felipe Massa e que ele teria se resignado como segundo piloto da Ferrari. O tom das conversas vai desde a descrença ao deboche grosseiro, mas o que mais me espanta é que essas mesmas pessoas que hoje questionam Massa até o ano passado apostariam suas almas na fé que tinham nele. Pergunto: Em 1 ano Massa desaprendeu a ser aguerrido, rápido e técnico como mostrou-se em 2008 e inicio de 2009? Não.
Não vou aqui aprofundar as razões que levam Felipe estar abaixo das expectativas esse ano, mas sim o lamentável comportamento volúvel da massa torcedora (sem trocadilho) que por tantos anos pegou injustamente no pé de Barrichello e que agora elege Felipe Massa o novo Judas a ser malhado e achincalhado. A maior parte dos torcedores brasileiros parecem só torcer quando é fácil, quando está tudo bem, e assim que as coisas desandam, aquela certeza no talento de seus ídolos se esvai como fumaça, como se um piloto tivesse que estar no auge em 100% de sua carreira e qualquer coisa abaixo disso significasse fracasso, fraqueza e covardia.
Esses brasileiros tinham que olhar mais para seus próprios umbigos. Suas vidas são tão formidáveis assim, que nunca tiveram reveses? Quem hoje debocha de Massa é, em sua maioria, o mesmo espírito de porco que torcia pelo insucesso de Barrichello quando esse corria na Ferrari em condições muito mais adversas que as hoje enfrentadas por Massa.
Ora! Se você acredita em alguém e se diz torcedor dele, que seja coerente e torça integralmente. Não estou dizendo para fechar os olhos para eventuais erros ou maus resultados, mas torcedor de verdade tem que dar apoio sempre, pois sabe que a vida é cíclica e se hoje Massa está mal, ontem estava bem (e para você estava tudo bem) e amanhã poderá voltar a estar no topo. Se você torce por alguém torça porque acredita nele, esteja ele bem ou não.Felizmente os verdadeiros torcedores de Massa, Barrichello, Piquet, Senna, etc. são fieis e os pilotos sabem disso. Felizmente também os pilotos tem inteligência suficiente (e que as vezes falta a muitos torcedores) para nortearem suas vidas naquilo que eles acreditam, e não no que a internet propaga (o lado ruim da inclusão social?). Se Barrichello tivesse se baseado no que os "cornetas" falam, sua carreira teria se encerrado na Jordan e ele nunca teria assinado com a Stewart, nem ganhado corridas com a Ferrari. Mas depois disso os ataques a ele pioraram, mas independente disso ele assinou com a Honda e engoliu calado as piadas que tinha que ouvir pelo seu carro ruim e deu novamente a volta por cima em 2009 na Brawn e hoje se encontra bem estabelecido numa equipe que o admira, a ascendente Williams. Tudo porque ele, assim como os chefes de equipes e seus reais torcedores, acredita no seu talento, independente das fases ruins.
Massa está passando por uma fase ruim, está apanhando mais que Alonso de um carro cuja equipe ainda não conseguiu tornar realmente bom, mas ele sabe o que é capaz de fazer e está sereno, até porque já mostrou isso recentemente. Dessa forma o mínimo que um verdadeiro torcedor deve fazer por ele é torcer, mostrar apoio especialmente nessa hora difícil onde ele tem que se adaptar e se reinventar para voltar a ganhar. Entretanto, se for para avacalhar que seja com educação, e depois se cale e não venha dizer que "sempre acreditou nele" quando ele der a volta por cima.
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