Resumir a primeira metade de ano da Hispania é muito fácil: Um lixo. Depois de quase não sair do papel no começo do ano, mudar de dono e de nome, a Hispania (ex-Campos Meta) não andou com seu carro sequer um metro antes dos treino do GP do Bahrein. As corridas foram se sucedendo e a draga continuou, com seus carros disputando palmo a palmo a rabeira da F1. Seus pilotos Karun Chandhok e Bruno Senna não podem ser cobrados em nada, pois o carro mal projetado pela Dallara (já devidamente rompida com a equipe) quando não quebra, o que é raro, não permite um desempenho sequer razoável a seus pilotos.
Agora, bem no meio da temporada, como que para sacramentar o desespero e despreparo da equipe, substituiram Bruno Senna pelo fraquíssimo Sakon Yamamoto e sua carteira recheada de ienes na estapa de Silverstone. Detalhe: Segundo jornalista que cobriam o evento, fizeram isso sem avisar ao brasileiro, que cumpria sua agenda normalmente representando a equipe eventos com a imprensa internacional, sem os próprios assessores da equipe saberem de algo. Uma atitude baixa que mostra a amoralidade de Colin Kolles, o dirigente da equipe.
O que esperar do segundo semestre? Nada. A mudança de pilotos por uma corrida (ou por todas) em nada aumentará a competitividade do combalido time que corre sério risco de não correr em 2011 por merecida falta de interesse de investidores.
sábado, 10 de julho de 2010
Os iates da F-1 - Parte 2
Continuamos a mostrar os iates e lanchas dos pilotos e dirigentes da F-1, aqui vão mais 6 (ou sete, contando um alugado esporadicamente pelo finlandes). A primeira parte desse ensaio está AQUI!
6- "Indian Empress", Vijay Mallya (Force-Índia);
7- "Kogo", Mansour Ojjeh (Mclaren);
8a-"Iceman", Kimi Raikkonen, mas ele alugava um maior para festas em Mônaco (8b)
9- "Necker Belle", Richard Branson (Virgin)
10- Sem nome conhecido, Lewis Hamilton
11- Sem nome conhecido, Felipe Massa

6- "Indian Empress", Vijay Mallya (Force-Índia);
7- "Kogo", Mansour Ojjeh (Mclaren);
8a-"Iceman", Kimi Raikkonen, mas ele alugava um maior para festas em Mônaco (8b)
9- "Necker Belle", Richard Branson (Virgin)
10- Sem nome conhecido, Lewis Hamilton
11- Sem nome conhecido, Felipe Massa

sexta-feira, 9 de julho de 2010
As novidades dos carros de Williams e Mclaren
Williams e Mclaren apresentaram novidades em Silverstone. A equipe de Frank Williams trouxe sua versão do escapamento com saída perto do assoalho, à exemplo de Red Bull e mais recentmente Ferrari, Renault e Mercedes. Além disso fechou a entrada de ar superior atrás do "Santo Antônio", não se sabe se para algum teste específico do duto frontal ou se tem algo a ver com alguma outra novidade.
(Clique nas imagens para ampliá-las)
Já a Mclaren apresentou asa dianteira com novo desenho e escapamentos baixos, como a Williams, mas parece que ela vai testar também o modelo antigo ou uma combinação deles ou estava querendo tapear os fotógrafos, pelo que se depreende das fotos iniciais onde o escapamento tradiconal "de cima" continua lá:
(Clique nas imagens para ampliá-las)
Já a Mclaren apresentou asa dianteira com novo desenho e escapamentos baixos, como a Williams, mas parece que ela vai testar também o modelo antigo ou uma combinação deles ou estava querendo tapear os fotógrafos, pelo que se depreende das fotos iniciais onde o escapamento tradiconal "de cima" continua lá:
Os iates da F-1 - Parte 1
Depois de passearmos pelos ares conhecendo os aviões de pilotos e dirigentes da F-1 deo presente e do passado recente, é hora de vermos os barquinhos deles. Não por acaso, muitos dos que tem aviêos tem barcos também, mas nem todos.
Os dados desses iates são mais difíceis de se conseguir, porque muitas vezes são feitos sob sigilo e sob medida, mas a proporção não tem muito segredo: Quanto maior, mais caro...
1- "Pilar Rossi", Nelson Piquet. (antigo "Lady Laura II", de Roberto Carlos, amplamentente refomado);
2- "Smooth Operator", Michael Schumacher;
3- "Anaconda", Eddie Irvine;
4- "Force Blue", Flavio Briatore (apreendido recentemente pela justiça italiana);
5- "Snapper", Eddie Jordan;

Amanhã os barcos de Felipe Massa, Vijay Mallya, da Force-Índia, Mansou Ojjeh, da Mclaren, Kimi Raikkonen, Lewis Hamilton e Richard Branson da Virgin.
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Os dados desses iates são mais difíceis de se conseguir, porque muitas vezes são feitos sob sigilo e sob medida, mas a proporção não tem muito segredo: Quanto maior, mais caro...
1- "Pilar Rossi", Nelson Piquet. (antigo "Lady Laura II", de Roberto Carlos, amplamentente refomado);
2- "Smooth Operator", Michael Schumacher;
3- "Anaconda", Eddie Irvine;
4- "Force Blue", Flavio Briatore (apreendido recentemente pela justiça italiana);
5- "Snapper", Eddie Jordan;
Amanhã os barcos de Felipe Massa, Vijay Mallya, da Force-Índia, Mansou Ojjeh, da Mclaren, Kimi Raikkonen, Lewis Hamilton e Richard Branson da Virgin.
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
Bruno Senna substituido por Sakon Yamamoto em Silverstone
O jornalista inglês Joe Saward anunciou, Colin Kolles, diretor da Hispania confirmou: Sakon Yamamoto substituirá o piloto brasileiro no cockpit do Hispânia esse fim de semana.
A razão para a substição seria dinheiro de patrocinios que o japonês traria consigo.
Não se sabe se essa substituição valeria apenas em Silverstone ou para as demais corridas do campeonato, e mesmo que seja apenas para essa corrida, se Bruno vai querer voltar depois dessa puxada de tapete.
Mais detalhes serão divulgados pela equipe somente na manhã de sexta-feira.
A razão para a substição seria dinheiro de patrocinios que o japonês traria consigo.
Não se sabe se essa substituição valeria apenas em Silverstone ou para as demais corridas do campeonato, e mesmo que seja apenas para essa corrida, se Bruno vai querer voltar depois dessa puxada de tapete.
Mais detalhes serão divulgados pela equipe somente na manhã de sexta-feira.
A Williams e a Sucessão
Pouco a pouco a equipe Williams vai passando de mão. Em 2004 Patrick Head, sócio de Frank Williams na equipe abdicou de seu cargo de Diretor técnico em favor de Sam Michael, embora continue na Williams como diretor de engenharia. No começo do ano Eles venderam uma parcela minoritária de suas ações para Toto Wolff. Hoje foi a vez de Frank Williams passar a Diretoria Executiva para Adam Parr (à direita na foto), que está na equipe desde 2006. Frank continuará na equipe como chefe do Conselho, mas na prática o dia-a-dia da gestão da equipe passa para a "próxima geração".
Agora resta esperar e torcer para que essas mudanças dêem inicio a outras, mais técnicas, que resultem no reestabelecimento da equipe, permitindo-a alçar voos mais altos e disputar vitórias, como fez até pela última vez em 2004.
PS: A Williams também deve anunciar a qualquer momento a permanência da Cosworth como sua fornecedora de motores para 2011.
Agora resta esperar e torcer para que essas mudanças dêem inicio a outras, mais técnicas, que resultem no reestabelecimento da equipe, permitindo-a alçar voos mais altos e disputar vitórias, como fez até pela última vez em 2004.
PS: A Williams também deve anunciar a qualquer momento a permanência da Cosworth como sua fornecedora de motores para 2011.
Análise do meio de ano: SAUBER
Após o quase fechamento no fim do ano Passado, a equipe recomprada emergencialmente por Peter Sauber iniciou a pré-temporada virando tempos bons no inverno europeu, e arrancando elogios da fabricante de pneus Bridgestone, que chegou a dizer que o carro deles era o que melhor usava seus compostos. Sem o dinheiro farto e garantido da montadora bávara, Peter Sauber resolveu apostar na larga experiência de Pedro de la Rosa como piloto de testes da Mclaren como garantia de desenvolvimento do carro ao longo do ano e na juventude e arrojo de Kamui Kobayashi, único representante nipônico na categoria, o que também significaria potenciais patrocinadores japoneses.
Com o início da temporada, ficou claro que o carro da Sauber era ruim: Lento, ficava sempre lá atrás nos grids de largada e nas corridas, quase sempre quebrava. O tempo foi passando e os resultados não foram chegando, com isso tampouco vieram os potencias patrocinadores, os carros continuam brancos e entre seus pilotos, de la Rosa vem apresentando rendimentos abaixo do esperado. Eis que chega a etapa de Valência e tudo parece mudar de figura. Após uma classificação melhorzinha, mas ainda longe da ideal (lembrem-se que a BMW-Sauber iniciou 2009 acreditando no título), uma corrida com estratégias diferentes para seus pilotos e com a providencial presença do Safety-Car garantiu a Kobayashi a oportunidade de andar quase toda a corrida com pneus duros em terceiro lugar e as últimas voltas com pneus macios em ritmo espetacular, passando Fernando Alonso na penúltima volta e Buemi na última curva, garantindo para equipe valiosíssimos pontos no campeonato e uma lufada de ar fresco no ambiente pesado que se instalava na equipe pela falta de rendimento. Agora resta ver se nas etapas seguintes a equipe vai continuar a frequentar a zona de pontos pela melhora real de seus carros ou se o 7º lugar em Valência foi apenas um golpe de sorte isolado. Dependendo do que conseguirem daqui pra frente, 2011 pode estar em risco.
Com o início da temporada, ficou claro que o carro da Sauber era ruim: Lento, ficava sempre lá atrás nos grids de largada e nas corridas, quase sempre quebrava. O tempo foi passando e os resultados não foram chegando, com isso tampouco vieram os potencias patrocinadores, os carros continuam brancos e entre seus pilotos, de la Rosa vem apresentando rendimentos abaixo do esperado. Eis que chega a etapa de Valência e tudo parece mudar de figura. Após uma classificação melhorzinha, mas ainda longe da ideal (lembrem-se que a BMW-Sauber iniciou 2009 acreditando no título), uma corrida com estratégias diferentes para seus pilotos e com a providencial presença do Safety-Car garantiu a Kobayashi a oportunidade de andar quase toda a corrida com pneus duros em terceiro lugar e as últimas voltas com pneus macios em ritmo espetacular, passando Fernando Alonso na penúltima volta e Buemi na última curva, garantindo para equipe valiosíssimos pontos no campeonato e uma lufada de ar fresco no ambiente pesado que se instalava na equipe pela falta de rendimento. Agora resta ver se nas etapas seguintes a equipe vai continuar a frequentar a zona de pontos pela melhora real de seus carros ou se o 7º lugar em Valência foi apenas um golpe de sorte isolado. Dependendo do que conseguirem daqui pra frente, 2011 pode estar em risco.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Análise do meio de ano: MERCEDES
Após conquistar o título de construtores e pilotos em 2009, a equipe Brawn foi comprada e batizada com o nome de sua nova proprietária, Mercedes-Benz, e sobre ela criou-se a fundada expectativa de que continuaria a apresentar resultados exuberantes, disputando os títulos novamente. Ainda na pré-temporada, chegou-se até mesmo a se ouvir boatos de que haveria o risco disso não acontecer, pois eles teriam focado tanto em ganhar no ano passado que o carro desse ano teria nascido com menos atenção que suas rivais, boato prontamente afastado por Ross Brawn.
Movido por essa expectativa grandiosa, Nico Rosberg deixa a segurança da Williams apostando em vitórias. Mais para frente, para tirar o sono de Nico, Schumacher anuncia que será seu companheiro, então forma-se definitivamente o cenário para grandes resultados para a equipe Anglo-Germânica. Nos testes de inverno seus resultados são razoáveis, mostrando de fato estar entre as "top 4", mas nada muito exuberante.
Com o início do campeonato, verifica-se que a equipe realmente não está no mesmo patamar de Ferrari, Mclaren e Red-Bull, especialmente essas duas, e o pódio se torna uma lembrança cada vez mais distante para seus pilotos. Isso porque o carro, assim como Ferrari, não se entende com os pneus e a equipe não mostra a mesma rapidez de reagir que a Mclaren, por exemplo. Como se não bastasse, sua estrela principal, Michael Schumacher, está bem abaixo do desempenho esperado, comprovando que com carro ruim não há piloto bom que faça milagres. Só que comparado à Rosberg, o heptacampeão tem deixado a desejar, acumulando menos da metade de pontos que seu colega. Com isso muitos já questionam se ele ainda pode reagir, se poderá voltar a ser aquele Schumacher, se vai cumprir seu contrato (de 3 anos) com a Mercedes até o fim, etc. Chegam até a pensar que ele está "apenas se divertindo". O fato é que ele não se adaptou tão bem ao carro como Rosberg, talvez até por ter ficado fora da F-1 por 3 anos, mas devido a ser ele quem é, eu não o descartaria tão cedo daqueles que podem ganhar corrida, senão esse ano, em 2011.
Com isso a segunda metade dessa temporada será para, a curto prazo, verificarem se ainda vale a pena investir nesse carro ou se já vão intensificar seus recursos no carro do ano que vem, esse com o dedo de Schumacher. A briga da Mercedes nesse segundo semestre está mais com Renault do que com Ferrari, então é bom eles não largarem a mão tão cedo.
Movido por essa expectativa grandiosa, Nico Rosberg deixa a segurança da Williams apostando em vitórias. Mais para frente, para tirar o sono de Nico, Schumacher anuncia que será seu companheiro, então forma-se definitivamente o cenário para grandes resultados para a equipe Anglo-Germânica. Nos testes de inverno seus resultados são razoáveis, mostrando de fato estar entre as "top 4", mas nada muito exuberante.
Com o início do campeonato, verifica-se que a equipe realmente não está no mesmo patamar de Ferrari, Mclaren e Red-Bull, especialmente essas duas, e o pódio se torna uma lembrança cada vez mais distante para seus pilotos. Isso porque o carro, assim como Ferrari, não se entende com os pneus e a equipe não mostra a mesma rapidez de reagir que a Mclaren, por exemplo. Como se não bastasse, sua estrela principal, Michael Schumacher, está bem abaixo do desempenho esperado, comprovando que com carro ruim não há piloto bom que faça milagres. Só que comparado à Rosberg, o heptacampeão tem deixado a desejar, acumulando menos da metade de pontos que seu colega. Com isso muitos já questionam se ele ainda pode reagir, se poderá voltar a ser aquele Schumacher, se vai cumprir seu contrato (de 3 anos) com a Mercedes até o fim, etc. Chegam até a pensar que ele está "apenas se divertindo". O fato é que ele não se adaptou tão bem ao carro como Rosberg, talvez até por ter ficado fora da F-1 por 3 anos, mas devido a ser ele quem é, eu não o descartaria tão cedo daqueles que podem ganhar corrida, senão esse ano, em 2011.
Com isso a segunda metade dessa temporada será para, a curto prazo, verificarem se ainda vale a pena investir nesse carro ou se já vão intensificar seus recursos no carro do ano que vem, esse com o dedo de Schumacher. A briga da Mercedes nesse segundo semestre está mais com Renault do que com Ferrari, então é bom eles não largarem a mão tão cedo.
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