| A super Williams FW14B de 1992 e sua suspensão ativa sendo testada nos boxes |
O raciocínio é relativamente simples: com a suspensão ativa é muito mais fácil para todas as equipes encontrarem um acerto ideal dos seus carros, que ficam sempre com o carro todo com a altura ideal para a pista nas retas, curvas, acelerações e freadas, seja com o tanque cheio ou vazio, exigindo menos gastos que os complexos sistemas mecânicos atuais, lembrando que atualmente vários carros mais sofisticados de rua já usam esse tipo de suspensão, não sendo mais uma tecnologia tão cara e complicada para se incorporar.
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A decisão de pedir a revisão dessa regra ainda não foi tomada e seria apenas para 2017 e também seria apenas mais uma das opções que o grupo examina para baratear a categoria. Eles igualmente avaliam mudar as atuais rodas aro 13 para rodas aro 18 (que usariam pneus com desenho mais parecido com os esportivos de rua) e simplificar áreas do carro que são muito caras de se produzir, como as complexas asas dianteiras, sistemas de combustível, estruturas de segurança contra impacto, além da possibilidade de reduzir ainda mais o número máximo de mecânicos que podem comparecer a cada GP e o horário de trabalho deles nos boxes.








