sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dança das cadeiras 2013/2014

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ATUALIZADO (13/12/2013) -  Entre os pilotos já confirmados, os bem cotados e os ainda apenas especulados, por enquanto está assim a dança das cadeiras da Fórmula 1 de 2014:

RED BULL
Sebastian Vettel
Daniel Ricciardo


MERCEDES
Lewis Hamilton
Nico Rosberg


FERRARI
Fernando Alonso
Kimi Raikkonen


LOTUS
Romain Grosjean
Pastor Maldonado


McLAREN
Jenson Button
Kevin Magnussen


FORCE ÍNDIA
Nico Hulkenberg
Sérgio Perez

SAUBER
Adrian Sutil Esteban Gutierrez (?)  Felipe Nasr (?) Sergey Sirotkin (?)

TORO ROSSO
Jean-Eric Vergne
Daniil Kviat


WILLIAMS
Felipe Massa
Valteri Bottas


MARUSSIA
Jules Bianchi
Max Chilton (?)  Rodolfo Gonzales (?)  Esteban Gutierrez (?) 

CATERHAM
Giedo van der Garde (?)  Marcus Ericcson (?) Charles Pic (?)  Heikki Kovalainen (?)

Sauber anuncia Adrian Sutil

Adrian Sutil foi oficialmente confirmado pela equipe Sauber como um de seus pilotos titulares para a temporada de 2014. É a primeira vez que o piloto alemão correrá na Fórmula 1 em uma equipe que não seja da Force Índia.

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A outra vaga da equipe segue em aberto e está sendo disputada por pilotos como o atual titular Esteban Gutierrez, o novato russo Sergey Sirotkin e o brasileiro Felipe Nasr, entre outros, todos com mais ou menos dinheiro no bolso, fator este que deverá ser decisivo para a escolha final da equipe.

Volte mais tarde para maiores informações!

Mais problemas na Lotus?


A equipe Lotus parece estar com problemas em seu projeto de carro de 2014, pelo menos é que se infere do seu pedido encaminhado a FIA para adiar em uma semana a primeira sessão de testes de 2014, que se realizará no final de janeiro em Jerez de la Frontera, na Espanha.

Aparentemente a falta de recursos financeiros que a perseguiu ao longo dessa temporada e causou a debandada de Kimi Raikkonen e vários engenheiros gabaritados de seu plantel técnico para Ferrari, Mercedes e Williams, pode ter afetado o processo de criação e/ou de fabricação do novo carro, a ponto deles pedirem uma semana a mais de prazo para concluir seus afazeres antes de ir para a pista.

As demais equipes, que fizeram bem sua lição de casa, não parecem muito sensíveis aos pedidos da rival e não devem aprovar o adiamento e assim a equipe preta e dourada corre o risco de não conseguir participar do primeiro - e fundamental - teste dos carros de 2014, que vai servir de base para a coleta de dados para entender todas as novidades e preparar as primeiras atualizações e correções de rota a serem implementadas no teste seguinte, distante Bahrein.

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Além disso, se você reparar bem, até agora nada da equipe anunciar oficialmente quem será seu fornecedor de motores para o ano que vem. Tudo caminha para a permanência da Renault, mas essa demora para bater o martelo pode ser um indicativo que ainda pressionam os franceses para ceder seus propulsores de graça, como fazem com a Red Bull, ou que a situação entre ambas as partes não está nas melhores condições sob o ponto de vista financeiro.

Enquanto isso as igualmente sem-grana Sauber e Caterham anunciaram que seus novos carros já foram devidamente testados e aprovados nos crash-tests exigidos para homologação da FIA...

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Ayrton Senna e Damon Hill



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Ayrton Senna ultrapassa Damon Hill na pista de Interlagos durante os treinos (creio) do GP Brasil de 1994. Repare como a Williams-Renault FW16 do inglês nem número ostentava mais, passando a usar o logotipo da fabricante francesa em tamanho maior no lugar do seu tradicional número zero que usava desde a temporada anterior. Isso aconteceu em algumas poucas ocasiões no início do desse ano. Clique na imagem para ampliá-la!

O grande erro da Fórmula 1

A organização da Fórmula 1 anunciou antes de ontem algumas medidas que me pareceram bem interessantes. Uma é interessante pelo seu lado positivo: Os pilotos terão números fixos a serem escolhidos, que os acompanharão para onde quer que rumem, facilitando sua identificação para os fãs, como já acontece na Nascar e na MotoGP e mesmo parcialmente na Fórmula 1 do passado (quem não conhece o 46 de Valentino Rossi ou o não se lembra do red five de Nigel Mansell nos tempos de Williams?), o que também deve facilitar a venda de camisetas, bonés etc de cada piloto.

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A outra novidade, ao meu ver, descabida, é dar pontos em dobro para a etapa final da Fórmula 1, que em 2014 será em Abu Dhabi. Ora, se os pontos são em dobro, a corrida deveria ter algum desavio extra para justificar! Que coloquem mais 100 quilômetros em sua duração ou algo do tipo. Entendo que a ideia seja tentar garantir emoção até a última corrida do campeonato, especialmente em Abu Dhabi onde nada de mais costuma acontecer em sua linda mas modorrenta pista, pois agora as equipes terão um estímulo a mais para manter o desenvolvimento de seus carros até o fim do ano, mas fórmulas mágicas não resolvem isso.

Além disso, repito, pontuar em dobro deve estar atrelado a um mérito maior por parte de seus competidores ao enfrentarem um desafio igualmente maior, senão vira apenas uma gincana maluca. Ah, e se para critérios de comparação histórica a pontuação dos pilotos já foi jogada no lixo com os sistemas que passaram a imperar na última década, agora então o despropósito fica ainda mais acentuado (avisem o Fernando Alonso).

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Uma Ferrari de Fórmula Indy

Nem todos sabem mas em 1986, quando a FIA pressionava as equipes de Fórmula 1 a adotarem motores V8, contra os V12 que tradicionalmente usavam. Assim, a tradicionalíssima Ferrari ameaçou se bandear para os Estados Unidos para a temporada seguinte, 1987, seguindo um antigo e declarado desejo do comendador Enzo Ferrari de que seus carros um dia conquistassem as 500 Milhas de Indianápolis, como a Lotus já fizera com Jim Clark no passado.

Para provar suas intenções contratou o projetista Gustav Brunner que desenhou o modelo que vocês vem nessas fotos, o 637, seguindo as regulamentações que a CART ordenava na época, incluindo um novo motor V8 2,65L Turbo

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O carro de alumínio e fibra de carbono, foi testado por Michelle Alboreto e depois apresentado oficialmente à imprensa mundial. Só que não passou de pressão mesmo, com John Barnard, projetista da divisão principal, cancelando tudo em cima da hora para focar todos os recursos no projeto de 1989, quando os motores turbos estariam banidos da F1. Desse modo este carro nunca competiu na categoria americana, virando apenas um dispendioso artigo de museu. Teria sido bem interessante...

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pacific Team Lotus

Em 1995 a equipe Lotus não existia mais, após décadas de história na Fórmula 1 (eles até já tinham projetado o carro desse ano, como mostrei AQUI). Com o direito de uso do seu nome vendido a David Hunt, irmão do campeão de 1976 James Hunt, passou a formar uma parceria meramente nominal com a nanica equipe Pacific - egressa da Fórmula 3000 - que estreara no ano anterior com um carro excepcionalmente lento mas que desta vez vinha com um novo projeto que prometia melhores resultados, especialmente agora que se viam aliados ao nome tradicional da Fórmula 1, formando a Pacific Tem Lotus.

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Infelizmente essas esperanças não se concretizaram, especialmente porque ainda dependiam fortemente do dinheiro de pilotos pagantes e lentos que entravam e saiam ao longo da temporada, de modo que tanto a Pacific como a Lotus desapareceriam novamente da categoria ao fim dessa único ano juntos., como a Simtek no mesmo ano e a Larousse um ano antes. Realmente uma pena, pois até que o carro deles era bonito... Clique nas imagens para ampliá-las!

Williams contrata mais reforços

Shaun Whitehead, quando ainda era da Red Bull
Em sua reestruturação em busca da melhores resultados após a péssima temporada de 2013 a Williams anunciou mais dois reforços importantes na sua área técnica e que já assumem suas posições agora mesmo no começo dessa semana.

David Wheater (é mais um que) sai da Lotus e após quase 8 anos e agora assume o posto de chefe de performance aerodinâmica da rival, acompanhado de Shaun Whitehead, que por mais de 7 anos bateu cartão na equipe Red Bull e agora passa a ser chefe de processo aerodinâmico. Ambos responderão ao chefe do setor de aerodinâmica Jason Somerville que por sua vez se reporta a Pat Symonds, novo diretor técnico da equipe desde julho.

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Com a chegada desse pessoal, de Felipe Massa, aliada a possibilidade do engenheiro Rob Smedley também engrossar fileiras em Grove e ainda a chegada dos novos motores da Mercedes, muitos acreditam que a Williams poderá ter em 2014 uma temporada sensivelmente melhor que dos últimos anos, com chances até de ser o destaque no pelotão intermediário com mais frequência.

A ver.