sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Raio X Ferrari 1990


Como hoje é noite de Natal, escolhi um carro com as cores natalinas, ainda que seu comportamento ético e moral não seja dos mais cristãos ultimamente... O Carro é a Ferrari 641, que quase deu o título a Alain Prost em 1990, não tivesse Senna acertado-lhe a traseira em Suzuka naquele ano como "retribuição" pela trancada que recebera na mesma pista no ano anterior.

O carro equipado com um motor 3.5 V12 ganhou 6 corridas naquele ano, 5 com Prost e 1 com Nigel Mansell. Nesse ano a grande batalha foi tornar o câmbio automatizado (o pioneiro da Formula 1) desse carro confíavel e o clima dentro da equipe mais unido.

O carro era uma evolução do novo projetista de Maranelo, Steve Nichols sobre o modelo 640 de 1989, este projetado pelo "Adrian Newey da época", John Barnard. Tinha como grande trunfo a maior resistência mecânica do que o seu predecessor, que já era rápido e assim manteve-se neste ano.

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Eu saio de férias, O BLOG NÃO!

Bem Muito bem, pessoal, é Natal e logo mais ano novo. Como filho de Deus também tenho direito a um descanso. Mas o Blog não, ele é escravo mesmo.

Nos próximos dias soltarei mais "Raios-X" de carros antigos (outros nem tanto) da Formula 1 e F-Indy.

TODOS OS DIAS TEREMOS POSTS NOVOS por aqui, então continue visitando, recomendando, comentando e me seguindo no Twitter (@inacio1).

Boas festas, um abração e até dia 3 de Janeiro!

PS: Logo mais tem o Post de hoje!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Raio X Williams-Renault 1992

Evolução do FW14 de 1991, o FW14B era para ser apenas um carro de uso temporário no início da temporada de 1992 e ser substituído pelo FW15, só que as coisas saíram tão boas com esse modelo que o carro novo foi abortado e já pensado para 1993, ano que os carros da F1 sofreriam mudanças importantes em suas dimensões. Um dos grande méritos do carro foi seu apurado desenho aerodinâmico, fruto de muitas horas de testes em túnel de vento comandados pelo jovem Adrian Newey e, acima dele, Patrick Head.

Outro trunfo do carro era sua suspensão ativa, desenvolvida desde 1987 (no carro do tricampeonato de Piquet) e desde então refinado para não apresentar os problemas de confiabilidade enfrentados pelo FW12. Só para 1992 o carro rodou mais de 11.200 quilômetros para aperfeiçoar a suspensão eletrônica nas mãos de seu então piloto de testes, Damon Hill. Como se não bastasse, o câmbio eletrônico e o controle de tração se mostraram muito eficientes durante todo o ano.

Não podemos esquecer ainda o importante papel dos motores 3.5L V10 da Renault, que naquele ano rodaram suas versões RS3C e RS4 que pesavam cerca de 140 quilos e superavam em potência os famosos V12 da Honda, completando um quadro de imensa superioridade que tirou o sono de Ayrton Senna.

O FW14B deu o título de Campeão Mundial à Nigel Mansell com larga vantagem sobre seu companheiro de equipe, o vice-campeão Ricardo Patrese. Além disso a Williams, também com vasta vantagem, conquistou o título de construtores daquele ano

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Sauber 2011

Essas fotos mostram Sérgio Perez, o novo piloto mexicano da equipe suíça, provando seu assento no novo carro da equipe. Apesar de não estar totalmente montado, já podemos ver que se trata do chassis definitivo do modelo C30 que competirá no campeonato do ano que vem, todo feito em fibra de carbono.

Nota-se que apesar dos disfarces, a entrada de ar superior será um pouco menor [A]que a desse ano, bem como que ele se renderam a um expediente que os carros da Red Bull vem utilizando nos últimos 2 anos e várias outras nesse ano: um certo abaulamento na parte central da dianteira do cockpit, formando um discreto "v" quando se olha de frente embaixo da fita laranja, à direita da mão do mecânico [B]  (muito perceptível na foto acima, pois a de baixo colocaram uma placa preta por cima), veja:
 
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cartão Postal da Red Bull

Recebi a imagem do meu colega Speeder76 e repasso a vocês: O cartão da Red Bull dando uma nada sutil alfinetada na Ferrari e sua controversa ordem de equipe no GP da Alemanha. Aqui a da frase mais tristemente célebre de toda a temporada 2010 ganha ar de humor, veja:
 
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Raio X Benetton-Ford 1994

A grande vantagem do B194 foi ter ficado pronto muito antes de seus rivais. Além disso a Cosworth conseguiu um considerável salto no nível de desempenho do novo motor Ford Zetec-R V8, 25mm mais comprido que seu antecessor e um pouco mais pesado,e todo o conjunto mostrou grande estabilidade e agilidade desde o início do ano.

Pilotado por Michael Schumacher, Jos Vertappen, J. J. Lehto e Johnny Herbert, o B194 é muito semelhante ao B193. Do ano anterior para esse uma grande diferença foi a redução do tanque de combustível, graças a chegada do reabastecimento. Essa mudança permitiu uma redução de sua área frontal, com o rebaixamento do cockpit e da tomada de ar superior, mas para compensar isso foram montados radiadores maiores nas laterais do carro de modo a permitir o correto arrefecimento dos novos motores que chagavam a inéditos 15 mil giros.

A superioridade do conjunto foi abalada pelas duvidas da lisura do mesmo. Em San Marino a FIA descobriu que o carro tinha um sistema eletrônico proibido de largada, mas como não havia provas de que ele havia sido usado, não foram punidos, mas a sombra permaneceu até o fim do ano.

Pouco depois descobriu-se que a equipe não usava um filtro obrigatório na bomba de combustível e com isso ganhavam preciosos segundos no reabastecimento. Além disso ainda o fato de Schumacher ignorar uma bandeira preta no GP de Silverstone, sendo desclassificado dela e proibido de correr as 2 seguintes e depois ser desclassificado novamente em Spa por ter a prancha de madeira no assoalho do carro apresentado desgaste 10mm maior que o permitido não ajudaram em nada a reforçar a boa imagem.

Para coroar, a última corrida na Austrália Schumacher ainda jogou o seu carro quebrado sobre Damon Hill, enterrando de vez as chances dos méritos do carro se destacarem ante as ilegalidades ora de seu piloto, ora de sua equipe.

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Raio X Benetton-Ford 1992

Desenhado por Ross Brawn e Rory Byrne, o B192 era um carro bastante competitivo, alcançando a importante marca de 12 pódios, incluindo-se aí a primeira vitória de Michael Schumacher na categoria justamente na pista que estreara um ano antes, Spa-Francorchamps.

O desempenho do carro, se não era extraordinário sequer ameaçando as imbatíveis Williams, foi suficiente para eclipsar o pouco confiável Mclaren-Honda MP4-7 de Ayrton Senna que apesar das 3 vitórias (mais 2 de Berger) nesse ano amargou um distante 4º lugar no campeonato de pilotos atrás do campeão Nigel Mansell, do vice Patrese e justamente de do piloto alemão em sua primeira temporada completa na F1. O outro piloto da Benetton a dirigir o B192 foi Martin Brundle.

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Raio X Benetton-Ford 1990

O Benetton-Ford B190 foi projetado por Rory Byrne sob supervisão de John Barnard e teve como pilotos o brasileiro Nelson Piquet e o italiano Alessandro Nanini, que após se acidentar com um helicóptero perto de sua casa em Siena no fim daquele ano foi substituído pelo também brasileiro Roberto Pupo Moreno.

Esse carro venceu 2 corridas no ano, os GPs de Suzuka, no Japão e Adelaide, na Austrália, ambas com Piquet. No Japão, GP em que Senna acertou a traseira da Ferrari de Prost e sagrou-se bicampeão, a Benetton ainda viu sua vitória com dobradinha, com Moreno em segundo.

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