Em 1971 O inglês Peter Gethin conseguiu um feito memorável: Ganhou o Grande Prêmio da Itália daquele ano (em Monza) seguido de pertinho pelos seus 4 adversários diretos naquela corrida. 5 pilotos separados por pouco mais de meio segundo, algo que ainda não teve paralelo na F-1 até hoje, veja:
1. Peter Gethin, BRM,
2. Ronnie Peterson, March-Ford + 0.01s
3. Francois Cevert, Tyrrell-Ford + 0.09s
4. Mike Hailwood, Surtees-Ford + 0.18s
5. Howden Ganley, BRM + 0.61s
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
A vaga de Hulkenberg
A equipe Williams está passando nas ultimas semanas, e certamente continuará pelas próximas também, por um momento de grande indecisão a respeito de que piloto vai ser o companheiro de Rubens Barrichello em 2011. Nico Hulkenberg (à esquerda na foto) é um talento nato, indiscutivel, mas que teve um início de temporada mais fraco do que esperavam dele. Culpa parcial do carro que não era grande coisa e do diminuto período de testes que a Formula 1 tem hoje.
E aí?
Em relação a Adrian Sutil (á direita na foto), tem que se ver se essa possibilidade é real mesmo e em que condições financeiras. Quanto desse tal patrocínio seria efetivamente para a equipe e quanto iria direto pro salário do piloto?
Alemão por alemão, não seria melhor manter-se com Hulkenberg, cria da casa há anos? O tempo e as finanças dirão.
Quanto ao outro concorrente, Hulkenberg é claramente mais piloto que Pastor Maldonado (foto abaixo), que se não tivesse dinheiro estatal da Venezuela talvez nem tivesse a oportunidade de ficar 4 anos na GP2 até finalmente ser campeão num ano sem grandes talentos no grid - o último foi justamente Hulkenberg, campeão no ano passado.
Mas como o dinheiro está especialmente curto na Williams, esses numero, se forem realmente altos e reais como dizem os rumores, pode ser o fiel da balança a favor do latino.
Sendo esse o caso, pior pra Barrichello que não terá um parceiro de gabarito com quem trocar informações apuradas e apenas mais um novato pra ensinar, cabendo quase totalmente a ele o desenvolvimento do carro de 2011.
E ainda haveria outro risco para a equipe inglesa: SE o Venezuelano entrar mesmo, periga o tio Frank perder grande parte do lucro obtido com seu patrocínio graças aos pontos não conquistados pelo inexperiente, afobado e não-tão-talentoso novato, repetindo em menor escala o que aconteceu em 2009 onde só Nico Rosberg pontuou pela equipe e Nakajima só fez figuração, colaborando para uma pior colocação final no Campeonato de Construtores no, colocação essa que define os valores que cada equipe recebe de Bernie Ecclestone pelas vendas dos direitos comercias e de imagem e nas transmissões de TV.
Isso sem falar nos possíveis prejuízos com carros batidos por Maldonado...
De quebra a Williams ainda tem que pensar que ter um piloto alemão pode ser importante para tentar seduzir a Porsche numa eventual parceria caso a montadora resolva realmente fornecer motores para alguma equipe de F1 em 2013.
Em primeiro lugar torço pra que Hulkenberg fique desde que isso não seja para a Williams um fardo financeiro, mas pelo que Adam Parr declarou há uns 2 meses, a situação deles pro ano que vem está bem encaminhada, então creio que Hulk fique sim. Em segundo lugar prefiro Sutil, por sua sabida velocidade e competitividade aliada a um bem vindo e razoável aporte financeiro, ainda que não seja uma fortuna, mas esse é o menos provável dos três a ocupar um cockpit na Williams de 2011. Por último vem Maldonado, que só interessaria pelo seu dinheiro mesmo e só se for tudo isso que se fala.
Passada a fase inicial o alemão começou a apresentar melhores resultados e chegou a andar até na frente do ultra-experiente e altamente motivado Barrichello.
Só que no fim desse ano a Williams perderá vários patrocínios importantes, como do banco Royal Bank of Scotland - RBS, o principal patrocinador da equipe, diga-se, o da companhia aérea Air Asia, que por ser de propriedade do sócio e chefe da equipe Lotus vai pra lá e da seguradora alemã Allianz, que já anunciou que vai bandear-se para a Mercedes, isso sem falar na possível saída ainda não confirmada da Phillips.
Some a esse cenário a dificuldade em conseguir grande empresas para torrar milhões de dólares em automobilismo, adicione o histórico de uma equipe que não vence há 6 anos e você entenderá o dilema que Frank Williams está enfrentando.
Eis que nesse momento financeiramente delicado o empresário de Hulk e ex de Schumacher Willy Weber resolve pedir um substancial aumento de salário para seu pupilo. Ouviu um sonoro não e ainda saiu com a recomendação de voltar com algum patrocínio.
Ao mesmo tempo surge no mercado o piloto venezuelano Pastor Maldonado, recém consagrado campeão da GP2 e com muito dinheiro da estatal petrolífera Venezuelana PDVSA por trás. Fala-se em 5, 9, e até 11 milhões de euros, mas nada confirmado. Além dele, o empresário do veloz alemão Adrian Sutil, com valiosos 3 anos de experiência na F-Índia e cerca de 2 milhões de euros em patrocínios nas costas também teria sondado a Williams, que está numa fase mais promissora que a desfalcada equipe indiana, que vem perdendo nomes importantes de seu staff técnico e terreno na pistas
E aí?
Em relação a Adrian Sutil (á direita na foto), tem que se ver se essa possibilidade é real mesmo e em que condições financeiras. Quanto desse tal patrocínio seria efetivamente para a equipe e quanto iria direto pro salário do piloto?
Alemão por alemão, não seria melhor manter-se com Hulkenberg, cria da casa há anos? O tempo e as finanças dirão.
Quanto ao outro concorrente, Hulkenberg é claramente mais piloto que Pastor Maldonado (foto abaixo), que se não tivesse dinheiro estatal da Venezuela talvez nem tivesse a oportunidade de ficar 4 anos na GP2 até finalmente ser campeão num ano sem grandes talentos no grid - o último foi justamente Hulkenberg, campeão no ano passado.
Mas como o dinheiro está especialmente curto na Williams, esses numero, se forem realmente altos e reais como dizem os rumores, pode ser o fiel da balança a favor do latino.
Sendo esse o caso, pior pra Barrichello que não terá um parceiro de gabarito com quem trocar informações apuradas e apenas mais um novato pra ensinar, cabendo quase totalmente a ele o desenvolvimento do carro de 2011.
E ainda haveria outro risco para a equipe inglesa: SE o Venezuelano entrar mesmo, periga o tio Frank perder grande parte do lucro obtido com seu patrocínio graças aos pontos não conquistados pelo inexperiente, afobado e não-tão-talentoso novato, repetindo em menor escala o que aconteceu em 2009 onde só Nico Rosberg pontuou pela equipe e Nakajima só fez figuração, colaborando para uma pior colocação final no Campeonato de Construtores no, colocação essa que define os valores que cada equipe recebe de Bernie Ecclestone pelas vendas dos direitos comercias e de imagem e nas transmissões de TV.
Isso sem falar nos possíveis prejuízos com carros batidos por Maldonado...
De quebra a Williams ainda tem que pensar que ter um piloto alemão pode ser importante para tentar seduzir a Porsche numa eventual parceria caso a montadora resolva realmente fornecer motores para alguma equipe de F1 em 2013.
Em primeiro lugar torço pra que Hulkenberg fique desde que isso não seja para a Williams um fardo financeiro, mas pelo que Adam Parr declarou há uns 2 meses, a situação deles pro ano que vem está bem encaminhada, então creio que Hulk fique sim. Em segundo lugar prefiro Sutil, por sua sabida velocidade e competitividade aliada a um bem vindo e razoável aporte financeiro, ainda que não seja uma fortuna, mas esse é o menos provável dos três a ocupar um cockpit na Williams de 2011. Por último vem Maldonado, que só interessaria pelo seu dinheiro mesmo e só se for tudo isso que se fala.
Renault e suas pequenas modificações
Tradicionalmente a Renault é uma das equipes que mais mexem na aerodiâmica de seus carro. Não são modificações radicais, mas quase sempre resultam em um bom desempenho para Robert Kubica, que junto com o inconstante Petrov agora luta para bater a Mercedes no campeonato mundial de construtores.
Dessa vez a Renault trouxe modificações em seu defletor lateral, que perdeu um pequeno elemento aerodinâmico (1), uma asa dianteira com uma pequena modificação na sua extremidade interna (2) e novos dutos de refrigeração para os freios dianteiros, que eram mais arredondados e agora ficaram mais quadrados (3), veja: (Clique na imagem para ampliá-las)
Dessa vez a Renault trouxe modificações em seu defletor lateral, que perdeu um pequeno elemento aerodinâmico (1), uma asa dianteira com uma pequena modificação na sua extremidade interna (2) e novos dutos de refrigeração para os freios dianteiros, que eram mais arredondados e agora ficaram mais quadrados (3), veja: (Clique na imagem para ampliá-las)
domingo, 17 de outubro de 2010
A Virgin é fogo
sábado, 16 de outubro de 2010
10 batidas na primeira volta - FINAL
Hoje terminamos a rememoração de 10 momentos marcantes da F-1. Esses últimos 4 vídeos mostram mais batidas interessantes de carros de F-1, sempre na primeira volta de uma corrida.
Hockenheim 1994: Com os 26 carros alinhados no grid (numa então surpreendente dobradinha da Ferrari), a confusão se dá na metade de trás do pelotão quando Andrea de Cesaris - sempre ele - larga com vigor e vai direto pra dentro da traseira da Lotus de Zanardi. Aí lá na fente Hakkinen à esquerda de seu vídeo encosta na roda da Williams de Colthard e atravessa o pelotão, levando mais alguns carros consigo:
Canadá 1998: Numa primeira curva tumultuada, Alexander Wurz tenta se espremer na parte interna e acaba na grama, sem poder frear e atravessa a frente de Trulli, Alesi e Herbert e o outro carro da Prost, levando-os consigo na sua dupla capotagem em seguida, resultando numa bandeira vermelha e na nova largada Hill roda e Trulli vai parar com seu carro em cima da cabeça de Alesi:
Áustria 1987: Quando a Williams de Nigel Mansell larga mal e vai ficando pelo caminho, pilotos em alta velocidade se vêem obrigados a se virar pra não bater nele, e acabam batendo entre sí:
Silverstone 1973: Quando Jody Scheckter perde o controle de sua Mclaren ao passar com suas rodas na grama, acaba rodando e parando atravessado no meio da pista, aí o resultado já é o esperado: Quem vem atrás em plena aceleração não consegue desviar e acertam o carro e os de trás acertam os da frente. Com excessão do piloto italiano Andrea de Adamich que teve seu tornozelo quebrado, ninguém mais saiu ferido:
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Hockenheim 1994: Com os 26 carros alinhados no grid (numa então surpreendente dobradinha da Ferrari), a confusão se dá na metade de trás do pelotão quando Andrea de Cesaris - sempre ele - larga com vigor e vai direto pra dentro da traseira da Lotus de Zanardi. Aí lá na fente Hakkinen à esquerda de seu vídeo encosta na roda da Williams de Colthard e atravessa o pelotão, levando mais alguns carros consigo:
Canadá 1998: Numa primeira curva tumultuada, Alexander Wurz tenta se espremer na parte interna e acaba na grama, sem poder frear e atravessa a frente de Trulli, Alesi e Herbert e o outro carro da Prost, levando-os consigo na sua dupla capotagem em seguida, resultando numa bandeira vermelha e na nova largada Hill roda e Trulli vai parar com seu carro em cima da cabeça de Alesi:
Áustria 1987: Quando a Williams de Nigel Mansell larga mal e vai ficando pelo caminho, pilotos em alta velocidade se vêem obrigados a se virar pra não bater nele, e acabam batendo entre sí:
Silverstone 1973: Quando Jody Scheckter perde o controle de sua Mclaren ao passar com suas rodas na grama, acaba rodando e parando atravessado no meio da pista, aí o resultado já é o esperado: Quem vem atrás em plena aceleração não consegue desviar e acertam o carro e os de trás acertam os da frente. Com excessão do piloto italiano Andrea de Adamich que teve seu tornozelo quebrado, ninguém mais saiu ferido:
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Desfile dos pilotos sob o ponto de vista de um piloto
Lucas di Grassi disponibilizou hoje um vídeo de como é o desfile dos pilotos - antes de todas as corridas - sob o seu ponto de vista, já que filmou o acontecimento no último GP do Japão com sua câmera filmadora pessoal, veja as imagens e o clima de descontração:
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10 batidas na primeira volta - 2 de 3
Hoje voltamos com as 10 batidas mais impressionantes numa primeira volta de uma corrida de F1. Como disse ontem, coloquei esses momentos em ordem aleatória, não sendo o primeiro vídeo necessariamente mais "intenso" que o segundo e assim por diante.
4- GP da França 1989: Outro clássico pra quem tem cerca de 30 anos ou mais foi essa batida na largada do GP francês nos tempos em que ainda era disputado no circuito de Paul Ricard. Maurício Gugelmim larga bem com sua March mas perde o ponto de frenagem e mergulha com os pneus travados na traseira dos carros à sua frente na tangência da primeira curva. Interessante notar os comentários do narrador antes do acidente contando que nenhum piloto queria instalar câmeras on board em seus carros porque costumava ser certeza de quebra e abandono de corrida, como Patrese na volta de instalação comprova:
5- Mônaco 1950: Aqui vemos mais uma vez um acidente em Mônaco. A causa do acidente foi uma rodada de Alberto Ascari na curva "Tabac". O mais interessante é que ele rodou porque uma onda muito forte do mar rebendou na murada e invadiu o asfalto, molhando a curva no momento em que ele freava para contorná-la, fazendo-o perder o controle e outros 9 pilotos baterem em seguida. Isso no primeiro ano de existência da Formula-1:
6- Indianapolis 2006: Em um acidente que quase todos se lembram, Nick Heidfeld contorna a segunda curva do circuito e é lançado numa espiral capotando em cima da brita, junto com outros 4 carros. Note que no instante 0"3s da minutagem a Williams de Mark Webber também é acertado por outro carro bem no extrema esquerda do seu vídeo. Esse dois acidente eliminaram em poucos metros quase 1/3 dos carros da competição.
Amanhã publicarei os 4 últimos vídeos!
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4- GP da França 1989: Outro clássico pra quem tem cerca de 30 anos ou mais foi essa batida na largada do GP francês nos tempos em que ainda era disputado no circuito de Paul Ricard. Maurício Gugelmim larga bem com sua March mas perde o ponto de frenagem e mergulha com os pneus travados na traseira dos carros à sua frente na tangência da primeira curva. Interessante notar os comentários do narrador antes do acidente contando que nenhum piloto queria instalar câmeras on board em seus carros porque costumava ser certeza de quebra e abandono de corrida, como Patrese na volta de instalação comprova:
5- Mônaco 1950: Aqui vemos mais uma vez um acidente em Mônaco. A causa do acidente foi uma rodada de Alberto Ascari na curva "Tabac". O mais interessante é que ele rodou porque uma onda muito forte do mar rebendou na murada e invadiu o asfalto, molhando a curva no momento em que ele freava para contorná-la, fazendo-o perder o controle e outros 9 pilotos baterem em seguida. Isso no primeiro ano de existência da Formula-1:
6- Indianapolis 2006: Em um acidente que quase todos se lembram, Nick Heidfeld contorna a segunda curva do circuito e é lançado numa espiral capotando em cima da brita, junto com outros 4 carros. Note que no instante 0"3s da minutagem a Williams de Mark Webber também é acertado por outro carro bem no extrema esquerda do seu vídeo. Esse dois acidente eliminaram em poucos metros quase 1/3 dos carros da competição.
Amanhã publicarei os 4 últimos vídeos!
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
10 batidas na primeira volta - 1 de 3
Essa semana vou apresentar 10 das mais representativas batidas na primeira volta de um GP de F-1. Não serão unanimidades, imagino, mas certamente serão interessantes de se rever. Essas 10 batidas NÃO ESTÃO EM ORDEM específica, são apenas os 10 momentos mais marcantes em ordem aleatória. Hoje apresento as 3 primeiras confusões:
1- Spa-Francorchamps 1998: Impossível não começar essa rememoração sem lembrar do histórico salseiro em Spa-Francorchamps em 1998 quando em uma largada com pista molhada David Coulthard da Mclaren perde a traseira do seu carro, atravessa a pista, bate no muro e retorna à deriva, sendo em seguida acertado por literalmente uma dúzia de carros:
2- Austrália 2002: A seguida me lembro da polêmica largada do GP Autraliano de 2002, quando Rubens Barrichello, defendendo sua primeira colocação na largada de um afoito Ralf Schumacher foi ultrapassado por cima pelo alemão que no meio da disputa se esqueceu do ponto de frenagem. Vários outros carros ficaram nessa primeira curva em consequência:
3- Mônaco 1980: A terceira de hoje (amanhã tem mais 3) se passou na famosa e hoje menos traiçoeira curva Saint Devote em Mônaco em 1980 quando o piloto Derek Daily da Tyrrell perde o ponto de frenagem e mergulha por cima dos outros carros:
F1 - Terrible carambolage au départ du GP de Monaco
Carregado por Lewis-Hamilton. - Corrida dramática e videos de acidentes
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1- Spa-Francorchamps 1998: Impossível não começar essa rememoração sem lembrar do histórico salseiro em Spa-Francorchamps em 1998 quando em uma largada com pista molhada David Coulthard da Mclaren perde a traseira do seu carro, atravessa a pista, bate no muro e retorna à deriva, sendo em seguida acertado por literalmente uma dúzia de carros:
2- Austrália 2002: A seguida me lembro da polêmica largada do GP Autraliano de 2002, quando Rubens Barrichello, defendendo sua primeira colocação na largada de um afoito Ralf Schumacher foi ultrapassado por cima pelo alemão que no meio da disputa se esqueceu do ponto de frenagem. Vários outros carros ficaram nessa primeira curva em consequência:
3- Mônaco 1980: A terceira de hoje (amanhã tem mais 3) se passou na famosa e hoje menos traiçoeira curva Saint Devote em Mônaco em 1980 quando o piloto Derek Daily da Tyrrell perde o ponto de frenagem e mergulha por cima dos outros carros:
F1 - Terrible carambolage au départ du GP de Monaco
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