Veja passo a passo de como nasce um carro de F1 moderno, especificamente os carros de Sebastian Vettel e Mark Webber da Red-Bull.
É bem explicativo e quem entende um pouco mais de inglês vai entender alguns detalhes interessantes, mas pra quem não entende, as imagens falam por si:
terça-feira, 20 de julho de 2010
A asa da discordia da Red-Bull em detalhes
Voltando a analisar a asa dianteira da Red-Bull, notamos que as diferenças são um pouco maiores do que a mera supressão das bases para câmeras nas laterais superiores do bico. Na verdade elas não foram suprimidas (até porque o regulamento obriga sua presença), mas realojadas atrás do centro da asa principal (1). Além disso a parede lateral do aerofólio que antes tinha uma abertura, passou a ter uma segunda (2) e o desenho da asa inclinada em sua ganhou novos contornos, mais arredondados perto da base (3), veja: (Clique na foto para ampliá-la)
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Parceria entre Williams e Volkswagen pode sair em breve
Segundo o jornalista Adam Nichols da Revista GP Week, Colin Kolles atual diretor técnico da combalida Hispânia pode ser o artífice da união entre o grupo Volkswagen e a equipe Williams num futuro próximo. Segundo ele o dirigente da Hispânia seria o intermediário dessa operação.
Inicialmente deveria ser a equipe de Senna e Chandhok a futura parceira da Volkswagen, (e que poderia até ser comprada por ela), por reunir um piloto Brasileiro e um Indiano, nacionalidades de dois dos mercados mais importantes para a marca no mundo, só que o fato da situação financeira do time espanhol estar muito enrolada (a ponto de depender do dinheiro de Sakon Yamamoto para conseguir terminar o ano) e seu dono dever mais de um bilhão de dólares a credores e a total falta de estrutura e perspectivas da equipe que está a beira do fechamento teriam pesado contra essa decisão ainda na fase de estudos.
Então em oito de Julho a Williams anunciou que não correria com os Renault em 2011 e continuaria com os motores Cosworth, mesmo sendo esses os mais fracos do grid. Porque? O que tem a ver?
Segundo a tese do jornalista, porque a Williams seria o porto de chegada da VW na Formula 1, que precisaria de mais um ano ou dois para preparar as coisas para seu ingresso na categoria, tudo costurado por Colin Kolles, o mesmo que já trouxe o investidor Toto Wolff para a Williams, que costurou a parceira entre a Williams Hybrid Power e a Porsche (do grupo VW) no fornecimento de Kers para seus carros de GT e que é muito bem relacionado com Adam Parr, recém empossado presidente da Williams.
Será que isso vai se concretizar? Não saberemos tão cedo e só o tempo dirá, mas que olhando de fora tem lá a sua lógica, tem.
Inicialmente deveria ser a equipe de Senna e Chandhok a futura parceira da Volkswagen, (e que poderia até ser comprada por ela), por reunir um piloto Brasileiro e um Indiano, nacionalidades de dois dos mercados mais importantes para a marca no mundo, só que o fato da situação financeira do time espanhol estar muito enrolada (a ponto de depender do dinheiro de Sakon Yamamoto para conseguir terminar o ano) e seu dono dever mais de um bilhão de dólares a credores e a total falta de estrutura e perspectivas da equipe que está a beira do fechamento teriam pesado contra essa decisão ainda na fase de estudos.
Então em oito de Julho a Williams anunciou que não correria com os Renault em 2011 e continuaria com os motores Cosworth, mesmo sendo esses os mais fracos do grid. Porque? O que tem a ver?
Segundo a tese do jornalista, porque a Williams seria o porto de chegada da VW na Formula 1, que precisaria de mais um ano ou dois para preparar as coisas para seu ingresso na categoria, tudo costurado por Colin Kolles, o mesmo que já trouxe o investidor Toto Wolff para a Williams, que costurou a parceira entre a Williams Hybrid Power e a Porsche (do grupo VW) no fornecimento de Kers para seus carros de GT e que é muito bem relacionado com Adam Parr, recém empossado presidente da Williams.
Será que isso vai se concretizar? Não saberemos tão cedo e só o tempo dirá, mas que olhando de fora tem lá a sua lógica, tem.
Detalhes técnicos da asa da Ferrari
Veja em uma imagem mais próxima as duas asas dianteiras da Ferrari que além de ter substituído seu conceito inicial de 2 asas principais por 3, ela ainda introduziu uma pequena modificação na aleta superior, que era tinha uma pequena curvatura e passou a ser reta (1, veja: (Clique na imagem para ampliá-la)
domingo, 18 de julho de 2010
A Ferrari finalmente muda sua asa dianteira
Depois de usar a mesmíssima asa dianteira desde o começo da temporada, evidenciando talvez uma certa letargia em reagir aos avanços da concorrência, a equipe de Fernando Alonso e Felipe Massa finalmente trocou o desenho desta para um mais moderno, seguindo a tendência de suas principais rivais que usam três laminas na asa dianteira. Abaixo a comparação do modelo antigo e do que estreou na décima etapa do mundial: (Clique na imagem para ampliá-la)
sábado, 17 de julho de 2010
A evolução da Virgin
Apesar de andar lá no fundão, a Virgin é uma das três equipes novatas que mais avança nas evoluções de seus carros. Mesmo ainda não estando em condições de abalar a supremacia da Lotus entre as estreantes, ao menos consegue deixar a caótica Hispânia para trás. Prova disso são as evoluções de seus carros, que se não são tão drásticas e numerosas como nas equipes de ponta, são rotineiras o suficiente para dar a seus pilotos o mínimo de motivação para esperar por dias melhores em 2011. Na foto acima (1) vemos como o carro ganhou carenagem nova na traseira no estilo barbatana e consequente redesenho da cobertura de motor. Já na foto abaixo (2), vemos como sua asa dianteira aos poucos ganha um aspecto mais complexo e trabalhado em relação aos estágios iniciais da temporada: (Clique nas imagens para ampliá-las)
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Análise de meio do ano: VIRGIN
Para encerrar o ciclo de análises de meio do ano, falamos da nova equipe Virgin Racing, uma associação da antiga equipe Manor da GP2 e Richard Branson, o bilionário dono do Grupo Virgin que detém gravadoras, lojas, companhia aérea, espacial etc.
A equipe com ares de banda de rock de Lucas di Grassi e Timo Glock, assim como suas pares novatas Lotus e Hispania, sofreu e ainda sofre com a falta de quilometrarem, de modo que seus carros ainda estão bem aquém do desempenho de suas rivais estabelecidas e se não tem o mesmo ritmo de desenvolvimento nem é tão badalada quanto a Lotus, certamente é mais organizada e promissora que a caótica e periclitante equipe hispânica.
Como era de se esperar, ela ainda está lá atrás no pelotão, mas aos poucos vai atualizando seu carro gerado 100% por computador e sem túnel de vento. O calcanhar de Aquiles da equipe, entretanto, mais do que sua velocidade que até lhe permite disputas circunstanciais com a Lotus, é a a confiabilidade. O carro simplesmente quebra muito e de muitas maneiras diferentes, certamente tambem por culpa de sua concepção ter se dado no meio totalmente virtual.
Seus pilotos tem correspondido às expectativas depositadas neles, com mais experiente Timo Glock liderando o desenvolvimento do carro e Lucas Di Grassi aprendendo mais sobre o comportamento e reações do carro nas diferentes pistas e condições de pistas em corridas, qualificações e também dando suas conhecidas opiniões técnicas, ainda que sejam, via de regra, baseadas em na sua vivência em cima de versões não tão atualizada do carro comparadas às de seu companheiro alemão.
O que se espera até o fim do ano é que as pequenas mas importantes atualizações aerodinâmicas e mecânicas nos carros continuem chegando, para permitir encostar mais na Lotus, atrair potenciais patrocinadores e iniciar 2011 com uma base de conhecimentos e experiência maior aplicada ao novo carro que em breve já começará a ser desenhado, dessa vez com a ainda importante ajuda de um túnel de vento, espero.
A equipe com ares de banda de rock de Lucas di Grassi e Timo Glock, assim como suas pares novatas Lotus e Hispania, sofreu e ainda sofre com a falta de quilometrarem, de modo que seus carros ainda estão bem aquém do desempenho de suas rivais estabelecidas e se não tem o mesmo ritmo de desenvolvimento nem é tão badalada quanto a Lotus, certamente é mais organizada e promissora que a caótica e periclitante equipe hispânica.
Como era de se esperar, ela ainda está lá atrás no pelotão, mas aos poucos vai atualizando seu carro gerado 100% por computador e sem túnel de vento. O calcanhar de Aquiles da equipe, entretanto, mais do que sua velocidade que até lhe permite disputas circunstanciais com a Lotus, é a a confiabilidade. O carro simplesmente quebra muito e de muitas maneiras diferentes, certamente tambem por culpa de sua concepção ter se dado no meio totalmente virtual.
Seus pilotos tem correspondido às expectativas depositadas neles, com mais experiente Timo Glock liderando o desenvolvimento do carro e Lucas Di Grassi aprendendo mais sobre o comportamento e reações do carro nas diferentes pistas e condições de pistas em corridas, qualificações e também dando suas conhecidas opiniões técnicas, ainda que sejam, via de regra, baseadas em na sua vivência em cima de versões não tão atualizada do carro comparadas às de seu companheiro alemão.
O que se espera até o fim do ano é que as pequenas mas importantes atualizações aerodinâmicas e mecânicas nos carros continuem chegando, para permitir encostar mais na Lotus, atrair potenciais patrocinadores e iniciar 2011 com uma base de conhecimentos e experiência maior aplicada ao novo carro que em breve já começará a ser desenhado, dessa vez com a ainda importante ajuda de um túnel de vento, espero.
As novidades em Silverstone - Renault
Enquanto a sua versão do duto frontal ainda não fica pronta (está previsto para estrear em Spa), a Renault, conhecida por suas constantes evoluções, chegou a Silverstone trazendo mais algumas, como uma asa dianteira com novos "sidepods" ou defletores laterais. Além disso mudou o tamanho e formato das entradas de ar quem refrigeram seus freios dianteiros, tornado-os mais curvos veja os detalhes destacados na imagem abaixo: (Clique na imagem para ampliá-la)
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