Chegamos ao GP de Valência com Algumas definições e várias probabilidades quanto ao mercado de pilotos para o ano que vem, pelo menos nas equipes principais. Senão vejamos:
Ferrari:
Fernando Alonso e Felipe Massa já tem contratos assinados até o fim de 2012.
Red-Bull:
Mark Webber e Sebastian Vettel tem contrato até o fim de 2011. Sebastian Vettel ja está sendo cobrado para renovar até 2015.
Mclaren:
Lewis Hamilton e Jenson Button tem contrato para correr até 2012 na equipe, segundo os jornais britânicos.
Mercedes:
Michael Schumacher e Nico Rosberg teriam contrato até o fim de 2012, mas no caso do heptacampeão ele poderia abandonar no fim de 2011 se quisesse, segunda diz a imprensa.
Williams:
Nico Hulkenberg é outro que tem contrato até o fim de 2012 e Rubens Barrichello, que é elogiado constantemente por todos na equipe, terá seu contrato automaticamente renovado para 2011 e possivelmente 2012.
Renault:
Por uma combinação dos bons resultados obtidos até agora e por falta de opções nas equipes mais fortes que banquem a quebra de seu contrato, Robert Kubica deverá cumpri-lo até o fim de 2011. Já o russo Vitaly Petrov que tem tido um desempenho satisfatório para um novato e traz dinheiro para a equipe também deverá continuar.
Force-India:
A recente onda de perdas de engenheiros não deve ter peso na negociação com os pilotos de 2011. Timo Glock e Vitantonio Liuzzi não tem contrato para o ano que vem, mas a expectativa é que pelo menos um deles, mas provavelmente Sutil, continue em 2011 e Paul di Resta entre na segunda vaga.
Sauber:
Tanto Kamui Kobayashi como Pedro de la Rosa não tem contrato para 2011, mas a própria equipe, pela falta endêmica bons resultados e de patrocínios também não é certeza de estar no grid, embora a probabilidade maior é para que esteja.
Toro Rosso:
Apesar de ser a equipe de formação de pilotos para serem usados na Red-Bull, por falta de espaço na equipe principal estaria empacando as vagas na Toro Rosso para os novatos, e com isso tanto Jaime Alguersuari como Sebastien Buemi, que ainda não tem contrato para 2011, poderão continuar, salvo algum com muito dinheiro e talento razoável lhes bater a porta.
Lotus:
A mais estruturada das equipes novatas já teve um de seus pilotos, Jarno Trulli, divulgando na mídia que também tem contrato até o fim de 2012. Heikki Kovalainen, cujo contrato termina no fim desse ano, não tem sua situação definida, mas a julgar por seu desempenho, poderá ganhar mais 1 ano na equipe, mas ainda não é certo.
Virgin:
Timo Glock já está garantido até o fim de 2011, pois seu contrato é de 2 anos (2010 e 2011). A segunda vaga deverá ficar entre o brasileiro Lucas di Grassi, que vem tendo um desempenho bom, dentro do possível com um carro muito imaturo que quebra muito e sempre tecnicamente defasado em relação ao carro de seu companheiro de equipe.
Hispania:
Assim como no começo desse ano, entre as equipes novatas, é a que está em maiores problemas financeiros e técnicos. Se correr ano que vem, Karun Chandhok pode sair, pois não trouxe o patrocinador que prometera, e Bruno Senna, que igualmente não trouxe o retorno financeiro imaginado por seus empregadores, também pode (e deveria mesmo) sair, pois não tem equipamento minimamente a altura de seus rivais.
13ª equipe:
Alguns eternos nomes voltam a rondar a futura equipe, que nem definida está: Jacques Villeneuve, Pastor Maldonado, Andy Soucek e até o provavelmente desempregado em potencial mas experiente, Pedro de la Rosa.
Os Brasileiros: Com Massa e Barrichello com suas vidas acertadas para 2011, as duvidas recaem sobre di Grassi e Senna, que estão em equipes novatas sem estrutura. di Grassi ainda tem uma situação menos pior, pois seu carro não é tão tosco como o da Hispânia, mas a condição de segundo pilotos recebendo sempre equipamento inferior ao de seu companheiro não deverá favorecê-lo para fazer uma boa vitrine em 2011 e deveria procurar uma equipe melhor (Sauber, Lotus?), mas falta de patrocinadores que banquem essa transferência é uma grande barreira. A possível continuidade na Virgin não é a melhor opção, mas é aceitável dentro das circunstâncias. Já Senna está numa situação pior. A mesma falta de patrocínios que Lucas enfrenta, Bruno encara também, ainda que com menos intensidade devido ao potencial de marketing de seu sobrenome e as óbvias associações inerentes, dificultando sua transferência para equipes médias que também dependem de dinheiro dos pilotos para reforçar seus orçamentos. Além disso, a permanência na equipe é uma péssima opção, pois entre todas as novatas é a que tem a pior situação financeira e técnica, o que certamente influenciará na concepção e desempenho do carro do ano que vem, de modo que sua permanência nela em 2011 pode significar um prego no caixão de sua carreira.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Mônaco
Estive em Mônaco. Por si só esse fato e as fotos abaixo deveriam bastar para que os fãs de automobilismo imaginem luxo, glamour e tudo mais. Pois Mônaco, a cidade onde reside Galvão Bueno é realmente fantástica. Os carros de luxo se sucedem nas ruas, Lamborghinis, Ferraris, Porsches, Bentleys e Rolls-Royces se não são tão comuns como nossos Gol, Uno e Celta, são ao menos tão frequentes nas ruas como Corollas, Civics e Vectras. Os jardins públicos, calçadas e ruas são impecáveis, limpos e agradáveis, a civilidade (como no resto da Europa) impera, bastando você colocar um pé sobre a faixa de pedestres para que os carros lhe dêem passagem, sem achar ruim. As lojas de grifes estão todas presentes, as peruas louras com botox também, os iates com seus donos playboys e/ou árabes igualmente batem cartão, assim como as mulheres lindas, estonteantes e que nem olham para você, parte "dessa gente que anda a pé, credo".
Outro clichê em Mônaco depende ativamente da ação do visitante para ocorrer, e foi que fiz, percorrendo o traçado usado no GP de Formula-1. Como sabemos, ele é nas ruas da cidade, então andar de carro nela é fácil, com apenas um trecho de poucos metros, (15 no máximo) inacessível de carro por ser contra-mão, bem na Frente do Hotel Paris e ao lado do Casino, mas que podem ser percorridos a pé.
Como a corrida ocorreu recentemente, as marcas de pneus estão todas lá no chão, inclusive das derrapagens que antecederam as batidas de Alonso, na classificação e Barrichello no Domingo. O bueiro que se soltou e ocasionou a batida do brasileiro dessa vez parecia estava preso quando passei por cima com meu Renault Laguna alugado.
Falando sobre a marina, esse é outro lugar onde a opulência reina. Barcos enormes. Os menores de lá são maiores do que os maiores que encontramos aqui no Brasil, isso para não falar no Mega-iates, com mais de cem metros de comprimento, que custam entre 150 e 500 milhões de dólares, e que também são vários por lá aportados. Para critério de comparação - não ache vou falar em "quantos carros populares daria para comprar", é muito clichê basta lembrar que se você ganhar numa Mega Sena acumulada em 30 milhões de reais, não compraria nem 10% de um barco desse, para não falar em custos de manutenção, salários de dezenas de tripulantes, diesel...
Ainda passeando pela Marina topa-se com essa imagem ao lado, um(a?) Bugatti Veyron, carro de 1001 cavalos de potência e que custa mais de 5 milhões de reais, estacionado na frente de um "barquinho" com amigos e várias garotas. Perde-se o fôlego. Ando um pouco mais e vejo outro barco, este muito maior, o "Lady Moura". Para se ter uma ideia do tamanho dele, olha só essa foto que tirei de parte de sua traseira com uma pessoa dentro e veja a proporção:
Enfim, pode-se pensar que Mônaco é um lugar só para ricos. Não é bem verdade, a maior prova disso é que eu estive lá e gostei bastante. Na região do principado há restaurantes, bares e hotéis para todos os bolsos minimamente preparados para gastar em euros, mas uma coisa é verdade: Para se divertir mesmo, ou seja, alugar iate, hospedar-se nos melhores hotéis, jogar nos casinos, comer nos restaurantes estrelados pelo guia Michelin e comprar nas lojas caras, aí precisa ter e gastar muito, muito mesmo.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Mais novidades na Williams
A equipe de Frank Williams, mesmo não tendo conseguido um resultado muito positivo no Canadá, declarou por meio de Barrichello, Hulkenberg e Sam Michael que as novidades apresentadas no circuito de Montreal deram ao carro mais velocidade nas classificações e mais ritmo de prova. Veja algumas dessas mudanças mais visíveis: 1 sai de ar (?) estilo Red-Bull no fim da carenagem do motor; 2 Elementos a menos na parte de baixo do assoalho; 3 abertura traseira do assoalho levemente menor (?); 4 Carenagem com saida mais fechada em torno do escapemento; 5 Nova asa traseira com três laminas. Na verdade são 2, por força de regulamento, mas a imagem dá a entender que ela tem sub-divisões.
Eu voltei
Como perceberam (e conforme escrevi) estive viajando nesses últimos 26 dias, mas agora voltei ao batente, e já começarei hoje mostrando algumas novidades que a Williams mostrou no Canada, aguardem!
domingo, 20 de junho de 2010
Jackie Stewart Pilota 6: Benetton
Para encerrar nossa série com o intrépido piloto escocês, trago esse vídeo onde ele dirigiu o Benetton-Ford B187 o modelo da temporada de 1987 da F1. Foi guiado naquela temporada por Teo Fabi e Thierry Boutsen.
sábado, 19 de junho de 2010
Jackie Stewart pilota 5: TWR-Jaguar
Em mais um vídeo do tricampeão, ele dirige (e bate) um carro do campeonato de Marcas e Protótipos de 1988/89, o TWR-Jaguar modelo XJR-9LM. Irônicamente esses dois nomes viriam a integrar a F-1 separadamente no fim da década de 90 e abandoná-la melancolicamente no inicio dos anos 2000:
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Jackie Stewart pilota 4: Lotus-Honda 1988
Para dar prosseguimento a série, Sir Jackie dessa vez anda no Lotus 100T equipados com os potentes motores Honda Turbo, os mesmo que equipavam as Mclaren de Senna e Prost. Esse carro foi usado na temporada de 1988 pelo então atual (tri)campeão mundial Nelson Piquet e seu companheiro Satoru Nakajima.
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