sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Dança das cadeiras 2014

Vamos ver agora, com base nas poucas informações concretas e os muitos (e pouco confiáveis) rumores, como está a disputa pelas vagas para a temporada 2014 da Fórmula 1:

Em verde estão marcados os pilotos que sabemos já ter contratos assinados para 2014. Di Resta é um deles, embora a equipe tenha declarado que não o seguraria caso encontrasse uma vaga numa equipe top e o acordo entre a Williams e a PDVSA de Maldonado termina só em 2015.

Em amarelo estão os pilotos ainda sem contrato ou anúncio oficial para o ano que vem, caso dos brasileiros Felipe Massa e Felipe Nasr, sendo que em ambos os casos nem sabemos ao certo com que equipes seus empresários estariam mantendo conversas, mas elas já estariam ocorrendo, embora só a partir do fim de setembro que a maioria das negociações começam realmente a tomar mais forma no paddock.

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Pessoalmente penso que as coisas, sobretudo entre as equipes grandes, tendam a ficar mais estáveis do que os muitos e diferentes rumores apontam, pois em ano de grandes mudanças técnicas, ter um piloto se adaptando enquanto ainda tentam entender um carro completamente diferente não ajuda muito. Com isso creio em Kimi e Grosjean ficando na Lotus, Alonso e Massa (se reagir) na Ferrari e Ricciardo realmente subindo para a matriz Red Bull.

Nas médias, entretanto, onde o fator financeiro de cada piloto fala mais alto, sim, podem haver algumas mudanças. Mas vai saber se as coisas mudam amanhã... Agora façam as suas apostas:

Red Bull:
Sebastian Vettel
Daniel Ricciardo
Kimi Raikkonen


Mercedes:
Lewis Hamilton
Nico Rosberg

McLaren:
Jenson Button
Sérgio Perez

Ferrari: 
Fernando Alonso
Felipe Massa
Kimi Raikkonen
Nico Hulkenberg
Jules Bianchi


Lotus:
Kimi Raikkonen
Romain Grosjean
Nico Hulkenberg
Felipe Nasr
Fernando Alonso


Force Índia:
Paul Di Resta
Adrian Sutil
James Callado


Sauber:

Nico Hulkenberg
Esteban Gutierrez

Sergey Sirotkin
Jules Bianchi


Williams:

Pastor Maldonado
Valteri Bottas

Toro Rosso:
Jean-Eric Vergne
Antonio Felix da Costa
Felipe Nasr


Caterham:
Charles Pic
Giedo van der Garde

Felipe Nasr

Marussia:

Jules Bianchi
Max Chilton

Kevin Magnussen

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

20 anos separam essas duas Williams de F1

Fiz essa foto de duas réplicas de minha coleção. Elas mostram as Williams FW34 2012 de Bruno Senna e a FW14B 1992 de Nigel Mansell, com exatos 20 anos de diferença entre cada projeto. Ambas são do mesmo fabricante (Minichamps) e tem a mesma escala (1:43).

Interessante notar como os carros (e os pneus) eram mais largos e muito mais curtos do que os de hoje, lembrando que naquele tempo o motor Renault da Williams era maior (3,5 litros V10 contra o atual 2.4 litros V8) e portanto mais beberrão, provavelmente
exigindo um tanque de combustível maior que os de hoje, isso numa época que também não havia reabastecimento durante as corridas, que tinham a mesma duração das atuais.

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Sinal da evolução de uma Fórmula 1 que evoluiu muito sob o ponto de vista comercial, financeiro e técnico, com o peso da aerodinâmica se aprofundando muito na de lá para cá, mesmo com os regulamentos técnicos atuais restringindo muito mais a liberdade criativa dos projetistas.

Como curiosidade, lembro também que Michael Schumacher estava na ativa nessas duas distantes fases da categoria, correndo contra esses dois aí em cima. Clique na imagem para ampliá-la!

Carros da F1 2014 poderão ser ainda mais potentes


Para quem está preocupado com a queda dos tempos de volta dos carros da Fórmula 1 a partir de 2014, quando passam a valer as novas regras do regulamento técnico que introduz os motores 1.6L V6 turbo no lugar dos atuas 2.4L V8, parece que não haverá razões para grandes decepções.


Segundo a projeções iniciais, o novo motor deveria render cerca de 600 cavalos de potência e seria auxiliado por um novo KERS com 160 cavalos, e por um período de acionamento maior de 33 segundos por volta, sendo que atualmente ele gera 80 cavalos e pode ser usado por apenas 6 segundos a cada volta.

Ok, essa informação sobre o KERS está mantida e será essa potência e tempo mesmo, o que por si só já representará um grande ganho em relação aos tempos atuais. Ocorre que os atuais cálculos dos especialistas que acompanham o desenvolvimento dos motores dão conta que o avanço dos fabricantes nos projetos dos motores turbo avançou bastante desde os primeiros estudos e a potência já estaria se aproximando da casa dos 700 cavalos, portanto 100 a mais do que o imaginado inicialmente, o que somado com os 160 cavalos do sistema elétrico combinariam uma potência total na casa dos 850 cavalos, cerca de 70 a mais do que os motores aspirados da Fórmula 1 atual.

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É claro que também haverá as novas restrições técnicas no carro (bico bem mais baixo, escapamento central e único sem efeitos aerodinâmicos, asa traseira sem aquela asa inferior, asa dianteira mais estreita, fim dos apêndices aerodinâmicos no entorno das entradas de ar laterais, etc.), mas segundo se comenta no meio, as equipes também já estaria conseguindo contornar relativamente bem essas limitações de modo a não perder tanta carga aerodinâmica como se esperava.

Em tese tudo isso deveria se refletir em tempos de voltas bem próximos aos atuais, ainda que as equipes fatalmente devam enfrentar problemas de quebras dos motores, KERS e desgaste acentuado de pneus nesse primeiro ano, já que a soma de tantas novas variáveis de engenharia será totalmente nova tudo terá a interrogação do ineditismo experimental, só que (e esse é um importante "só que") a economia de combustível passará a ter um peso fundamental nessa nova engenharia de corrida, então não adianta muito ter o motor mais potente se ele gastar mais combustível que os rivais o que o brigaria suas equipes a saírem mais carregados/pesados de combustível, mas como o tamanho do tanque também será bem menor, acabaria por obrigar os pilotos a aliviarem o pé ao longo da corrida sob o perigo de sofrer uma pane seca...

Agora nos cabe esperar (ansiosamente) para ver como todas essas novidades vão funcionar e como os diferentes carros das 11 equipes vão aparentar!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Red Bull usou bico mais alto


Além das novidades na traseira dos seus RB9, que mostrei AQUI na semana passada, Adrian Newey trouxe para a Red Bull um novo bico para os carros de Sebastian Vettel e Mark Webber.

Essa nova peça, como vemos nas imagens acima e ao lado, é ligeiramente mais alta e esguia que os modelos adotados anteriormente, que ainda tinha uma leve curvatura descendente na sua extremidade.

Além disso, as laterais da asa dianteira ainda ganhou um sutil redesenho em sua abertura lateral, como o detalhe ao lado evidencia.

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Agora resta-nos esperar para ver se essa novidade será utilizada apenas em circuitos de maior velocidade média como Spa e Monza, tendo portanto uma função específica de configuração de baixa pressão aerodinâmica, ou se perdurará em pistas mais travadas também, como as ruas de Cingapura. Clique nas imagens para ampliá-las:

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Alonso-Ferrari Azedou? Entenda a teoria de Alonso na Lotus

Reação fria da Ferrari ao bom resultado de Alonso em Spa foi sintomático

A mais recente onde de rumores da Fórmula 1 dão conta de um improvável, mas possível cenário onde o bicampeão Fernando Alonso sairia da Ferrari com destino à Lotus.

Tal teoria diz que Alonso está insatisfeito com a falta de melhores resultados no time italiano, que pela quarta temporada consecutiva não lhe dá um carro a altura das Red Bull, de modo que don Fernando estaria ficando preocupado em não ganhar um título pelo sétimo ano consecutivo, sabendo não vai ficar mais jovem a cada ano que passa nessa batalha.

Com isso em mente ele poderia voltar para a Lotus (sim, voltar, lembre-se que a Lotus era a Renault, equipe pela qual ele foi bicampeão em 2005/2006) com o apoio do banco Santander e um maior envolvimento oficial da fabricante francesa de motores. Outra possibilidade é ele estar usando essa possível transferência para pressionar a Ferrari por melhores resultados - o que seria uma estratégia burra, já que os italianos sabidamente não reagem bem a esse tipo de ameaça.

Assim, a possível negociação da Ferrari com Kimi seria um plano B dos italianos para o caso do espanhol realmente sair no fim dessa temporada, já que o finlandês é o único piloto TOP disponível no mercado.

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Isso pode acontecer? Pode, mas acho que seria um tiro no pé para o espanhol, lembrando que a Ferrari acaba de levar o nome forte da área técnica da Lotus (James Allison) para lá e que a equipe dos carros pretos e dourados está sabidamente com problemas financeiros, a ponto de atrasar os pagamentos de salário de Kimi e ainda não ter acordo fechado para fornecimento de motores para 2014.

Além disso, se a Ferrari precisa de Alonso, na minha opinião o melhor piloto do grid atual, o bicampeão precisa ainda mais dos italianos, já que dentre os carros disponíveis (e McLaren, Red Bull e Mercedes não estão), a Ferrari mesmo com tropeços no seu desenvolvimento, é a melhor opção.

De qualquer modo fica evidente que o clima entre Alonso e a Ferrari já foi melhor, como vimos pelo frio tratamento que ambas as partes se trataram após o expressivo segundo lugar conquistado na Bélgica. Como disse Niki Lauda ao analisar essa situação em Spa, Alonso precisa motivar mais a equipe, não fazer ameças veladas ou reclamar publicamente, pois os italianos detestam ser colocados contra a parede e já mandaram campeões falastrões passear antes. Pergunte a Alain Prost.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O risco do Brasil sem pilotos na F1

Felipe Massa precisava de um bom resultado no GP da Bélgica para acalmar as vozes ferraristas que o vem como carta fora do baralho para 2014. Precisava fazer uma bela apresentação para mostrar que o velho e aguerrido Felipe do fim de 2012 ainda está lá, vivo e pulsante, pronto para marcar para a equipe pontos graúdos na tabela de construtores e tentar tirar pontos dos adversários de Alonso ao título.

Aparte do próprio Alonso não estar conseguindo disputar o título como gostaria, já que seu carro (para variar) não é páreo para a Red Bull de Vettel, Massa, com atesta o modesto 7º lugar  de Spa (Alonso foi o 2ª, ambos largando da mesma 5ª fila) por um motivo ou outro, não tem conseguido o desempenho que precisa para assegurar seu emprego. Segundo comentam no paddock, Spa teria sido a primeira de duas corridas "probatórias" do brasileiro para a Ferrari decidir se o mantém ou troca por Kimi, Hulkenberg ou quem quer que seja.

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Caso a Ferrari realmente o dispense, ele já está de olho em outras possibilidades no grid. Felipe mesmo já disse que seu agente, Nicolas Todt, conversa com outras equipes de olho em um plano B, claro sinal que a ameaça à sua atual vaga não é mera especulação de facções da mídia especializada. (falarei sobre as alternativas de Massa num outro post)

Enquanto isso, outro Felipe, o Nasr, desperdiçou na Bélgica uma chance de ouro para assumir a liderança do campeonato da GP2. O brasileiro, que ainda não venceu esse ano, largou muito à frente de seu rival e líder do campeonato Stefano Coletti, mas num raro erro de cálculo bateu o carro no seu próprio companheiro de equipe ao tentar ultrapassá-lo numa relargada pós safety-car.

Assim, ele não marcou ponto algum e ainda largou na última posição na segunda corrida, no domingo e mesmo escalando mais de 17 posições, até o 8º lugar, o que deixou uma boa impressão  presentes, mas acabou por só marcar 1 pontinho, continuando na vice-liderança, 5 pontos atrás de Coletti e agora com Leimer e Bird chegando em seu cangote para embolar a disputa.

Com isso suas chances de se tornar campeão estão mais ameaçadas, e ser campeão na GP2 é quase um pré-requisito para ascender à F1, embora não garantia, como o atual campeão e reserva da Lotus Davide Valsecchi pode atestar.

A consequência imediata de tudo esse quadro é que, apesar dos bons ritmos de corrida apresentados, Massa e Nasr vão para as etapa de Monza sob grande pressão para mostrarem resultados finais que impressionem, dentro das possibilidades de seu carros, que embora bons, não são os melhores do grid.

Mas não é hora de pensar no fim do mundo nem de ser pessimista. Temos é que torcer pela reação dos Felipes, pois se eles não conseguirem bons resultados logo, fincar os pés na F1 2014 ficará cada vez mais difícil, e num improvável cenário extremo onde tudo dá errado, o Brasil não teria representantes no grid pela primeira vez em mais de 4 décadas...

GP da BÉLGICA - Resultados e análise

Assistindo a corrida de Spa-Francorchamps fiquei sem o gostinho de ver a chuva aparecer para embaralhar um pouco as coisas no final da prova, algo que teria sido muito bem vindo para colocar mais emoção em mais um passeio dominical de Sebastian Vettel rumo a uma vitória tranquila numa corrida onde as disputas aconteceram apenas nas posições intermediárias do pelotão. Vamos agora à minha "análise equipe-por equipe" do GP da Bélgica de 2013:

RED BULL: Definitivamente tinha o melhor carro do grid e Vettel soube se aproveitar bem disso logo se livrando de Hamilton e abrindo confortável vantagem pelo resto da corrida, sem ser ameaçado em momento algum. Webber largou mal e não conseguiu negociar as ultrapassagens com muito êxito apesar da maquina que tinha, chegando num modesto 5º lugar.

FERRARI: Largando muito bem, Alonso veio escalando o pelotão e de 9º terminou em 2º, tudo com base no que fez na pista, sendo, no braço, o segundo carro mais rápido que vimos. Ainda não tenha contado com um equipamento para tentar chegar na Red Bull do alemão, fez uma tremenda corrida. Massa largou bem mas perdeu posições na primeira curva, e de lá teve que negociar ultrapassagens não tão fáceis e ainda enfrentou por algumas poucas voltas problemas no seu volante e KERS, que deixaram de funcionar bem, para logo voltarem a operar normalmente. Ele precisava mostrar um desempenho bem sólido em Spa, já que sua vaga na Ferrari não está nada garantida, mas não foi dessa vez. Vai para Monza com muita pressão nos ombros...

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MERCEDES: Eles mesmo diziam que a pole era circunstancial, mas perder a ponta me menos de meia volta não devia estar nos planos de Hamilton. Depois disso foi ainda passado por Alonso e depois administrou sua posição até o fim. Rosberg largou e chegou na mesma quarta posição, comprovando que era essa a realidade da equipe nessa pista Com o resultado geral a equipe aumentou 1 ponto sua vantagem na tabela para a Ferrari.

McLAREN: Jenson Button fez o que pode com seu carro e chegar na 6ª posição foi bastante positivo, considerando que seu carro não era lá nenhuma Brastemp. Aliás, seus preciosos pontos colocaram a equipe de volta ao 5º lugar na tabela de pontos, à frente da Force Índia, algo importante para a combalida imagem da McLaren esse ano, mas a julgar pela diferença para a Lotus, não deve passar disso. Perez não foi bem e sequer pontuou, ainda mais depois de ter sido punido por espremer Grosjean numa dividida de curva.

LOTUS: Não foram bem nessa pista. Kimi abandonou com problemas de freio, mas não estava a disputar sua melhor corrida, disputando posições baixa dentre as que marcavam pontos. Grosjean também enfrentou a mesma realidade, tendo ainda sido prejudicado pela espremida de Perez, que também lhe fez perder a posição para Felipe Massa.

FORCE ÍNDIA: Paul di Resta largou muito mal e despencou miseravelmente na primeira volta, depois teve que fazer uma corrida de recuperação, mas não conseguiu fazê-lo muito bem, tanto que seu companheiro Sutil, que largará muito atrás dele, já estava à sua frente quando foi acertado pelo sempre imprevisível Pastor Maldonado. Sutil, diga-se, fez uma bela corrida e seus pontinhos, ainda que magros, foram um pequeno consolo para a equipe indiana que perdeu o posto na tabela para a McLaren.

TORO ROSSO: Ricciardo e Vergne escalaram bem o pelotão até onde chegaram, lembrando que foram logo eliminados no Q1 da classificação. Ricciardo, virtual contratado da Red Bull para 2014, marcou um pontinho e está encostado no companheiro francês, que dessa vez não pontuou.

SAUBER: Hulkenberg fez uma bela largada e chegou a ter possibilidade de marcar pontos, mas com o carro que tinha, por mais que tenha aguerridamente lutado na pista nas disputas por posição, ia perdendo terreno para os carros mais rápidos. Gutierrez, também bastante combativo e motivado, chegou logo atrás do alemão, mostrando que a equipe suíça ainda não se achou com o carro desse ano e já devem estar pensando em 2014, além das dívidas que se acumulam.

WILLIAMS: A velha rotina de não marcar pontos voltou a valer para a equipe inglesa. Maldonado lutava com unhas e dentes por posições fora da zona de pontos quando meteu seu carro em Di Resta ao ir para o box sem ver se havia carro ao lado (havia!) e com isso além de perder tempo trocando o bico, ainda foi punido com um merecido stop-and-go de 10 segundos, fazendo-o terminar atrás da Caterham de Van der Garde. Assim, Bottas foi a melhor Williams na pista com seu esquecível 15º posto (lembrando que seria 17º se Kimi e Di Resta tivessem completado a corrida) no GP de estréia de Pat Fry na equipe. Ele não deve estar nem dormindo bem ao ver o trabalhão que tem nas mãos.

CATERHAM e MARUSSIA: Apesar das posições de largada melhores que antes, a realidade implacável de seus carros logo se fez presente e após poucas voltas ficaram na rabeira de todos, com os verdes à frente dos vermelhos e Jules Bianchi à frente de Max Chiste Chilton.


Pos  Piloto               Equipe                 Tempo/Diferença
 1.  Sebastian Vettel     Red Bull-Renault          1h23m42.196s
 2.  Fernando Alonso      Ferrari                       +16.869s
 3.  Lewis Hamilton       Mercedes                      +27.734s
 4.  Nico Rosberg         Mercedes                      +29.872s
 5.  Mark Webber          Red Bull-Renault              +33.845s
 6.  Jenson Button        McLaren-Mercedes              +40.794s
 7.  Felipe Massa         Ferrari                       +53.922s
 8.  Romain Grosjean      Lotus-Renault                 +55.846s
 9.  Adrian Sutil         Force India-Mercedes        +1m09.547s
10.  Daniel Ricciardo     Toro Rosso-Ferrari          +1m13.470s
11.  Sergio Perez         McLaren-Mercedes            +1m21.936s
12.  Jean-Eric Vergne     Toro Rosso-Ferrari          +1m26.740s
13.  Nico Hulkenberg      Sauber-Ferrari              +1m28.258s
14.  Esteban Gutierrez    Sauber-Ferrari              +1m40.436s
15.  Valtteri Bottas      Williams-Renault            +1m47.456s
16.  Giedo van der Garde  Caterham-Renault              +1 volta
17.  Pastor Maldonado     Williams-Renault              +1 volta
18.  Jules Bianchi        Marussia-Cosworth             +1 volta
19.  Max Chilton          Marussia-Cosworth            +2 voltas

Melhor volta: Vettel, 1m50.756

Abandonos:

Piloto           Equipe                    Na volta
Paul di Resta    Force India-Mercedes            26
Kimi  Raikkonen  Lotus-Renault                   25
Charles Pic      Caterham-Renault                 8


Pontuação nos campeonatos após a 11ª etapa:

Pilotos:                      Construtores:                    
 1.  Vettel        197        1.  Red Bull-Renault          312
 2.  Alonso        151        2.  Mercedes                  235
 3.  Hamilton      139        3.  Ferrari                   218
 4.  Raikkonen     134        4.  Lotus-Renault             187
 5.  Webber        115        5.  McLaren-Mercedes           65
 6.  Rosberg        96        6.  Force India-Mercedes       61
 7.  Massa          67        7.  Toro Rosso-Ferrari         25
 8.  Grosjean       53        8.  Sauber-Ferrari              7
 9.  Button         47        9.  Williams-Renault            1
10.  Di Resta       36       10.  Caterham-Renault            0 
11.  Sutil          25       11.  Marussia-Cosworth           0
12.  Perez          18
13.  Vergne         13
14.  Ricciardo      12
15.  Hulkenberg      7
16.  Maldonado       1

sábado, 24 de agosto de 2013

TV corrida de 21/08/2013 com Silvio Zambello

Nesse programa falamos sobre o mercado de pilotos da Fórmula 1 e Fórmula Indy, além de recebermos a presença de Silvio Zambello, organizador dos famosos 500 km de Interlagos (que acontecem dias 7 e 8 de setembro e é de graça) para falarmos do evento, de automobilismo nacional e internacional!

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