Muita gente já viu esse vídeo, mas ainda assim é interessante revê-lo especialmente numa semana onde outro piloto perdeu sua vida e hoje é enterrado. Trata-se de um acidente na classificação do GP da Bélgica de 1992 e o piloto que "apagou" é o francês Erick Comas da Ligier. Hoje em dia os carros e mesmo os guard-rail das pistas são muito mais seguros e melhor preparados para absorver impactos e possivelmente um acidente desses hoje em dia deixaria o piloto apenas um pouco zonzo mas ele sairia andando do carro. Imaginar um piloto competitivo como Senna abandonar suas chances na classificação para ajudar alguém sabendo que pouco depois o socorro chegaria é algo que toca ainda hoje. Dêem um desconto para a música de melodrama de fundo.
Uma curiosidade: lembram do acidente fatal de Senna em Ímola 1994? Lembra que com a pista já fechada e todos os carros parados nos boxes um carro de F1 é ligado e sai inadvertidamente do pit-lane e chega ao local do resgate onde estão médicos, ambulâncias e helicóptero atendendo Ayrton e então desliga o carro? Era uma Larousse com Erik Comas ao volante.
Uma curiosidade: lembram do acidente fatal de Senna em Ímola 1994? Lembra que com a pista já fechada e todos os carros parados nos boxes um carro de F1 é ligado e sai inadvertidamente do pit-lane e chega ao local do resgate onde estão médicos, ambulâncias e helicóptero atendendo Ayrton e então desliga o carro? Era uma Larousse com Erik Comas ao volante.
Ele falava como se soubesse o destino, com expressão de tristeza nos últimos anos de vida...
ResponderExcluirEssa musica é do filme do Senna
ResponderExcluiruma pergunta, se Eric morresse a segurança nos carros seria melhor?
ResponderExcluirPossivelmente alguma coisa melhoraria sim, mas não tanto quanto melhorou a partir da morte de um tricampeão. Quanto amúsica, é sentimentaloide mesmo assim, hehehe
ResponderExcluirincrível a valoração de uma vida. Ratzenberger morreu e nada seria feito em termos e segurança. Precisou morrer um tricampeão para as pessoas se preocuparem. Puta mundo hipócrita.
ResponderExcluirA morte do Ayrton provavelmente não seria evitada com os carros de 95, 96, etc. Já que sabemos que o que acabou com ele foi a barra da suspensão, mas o Ratzemberger por exemplo, é alguem que nao teria morrido se naquela época existisse o HANS. E talvez nao tivesse morrido com aqueles apoios de cabeça que foram introduzidos nos cockpits a partir de 95.
ResponderExcluirInfelizmente o "se" nao vai trazer nenhum dos dois de volta.