Pouco antes de embarcarem para a etapa de abertura do campeonato, pergutaram a Niki Lauda qual era a potência dos novos motores 1.6L V6 Turbo da Mercedes. Lauda teria respondido que eram cerca de 580 cavalos, que juntamente com o ERS de 160cv somariam os esperados 740 cavalos que muitos imaginavam.
Só que agora o jornal alemão Bild diz que as rivais da fabricante alemã estariam dizendo que esse motor na verdade estaria desenvolvendo cerca de 740 cavalos sozinho, somando impressionantes 900 cavalos com o auxílio do ERS quando operando em sua configuração de desempenho máximo, o que seria um número bastante exuberante ante aos inicialmente imaginados.
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Perguntado sobre a potência dos motores da Mercedes, Helmut Marko, da rival Red Bull respondeu apenas que "com certeza o motor tem mais potência do que estão dizendo", acrescentando "a Mercedes não está enfrentando problemas (técnicos) com seu motor e eles tem potência em excesso, então podem fazer uma corrida de estratégia".
Será mesmo que a vantagem da Mercedes é tamanha? Os números verdadeiros dos fabricantes são escondidos de todos, então nunca saberemos ao certo, mas vamos lembrar que o jornal Bild é conhecido por carregar nas tintas em suas histórias e manchetes e por mais que a Mercedes tenha uma vantagem sobre as rivais, não creio que não possa ser alcançada pela Ferrari e Renault ao longo do tempo. Até lá Mercedes, Williams, McLaren e Force Índia que aproveitem o bilhete premiado!

Então só o giro é limitado? A potência dos 1.6 podem variar de acordo com o regulamento?
ResponderExcluirIsso não descumpre algum regulamento da FIA? A Williams e Mercedes estavam impecáveis. Vamos ver na malásia se essa superioridade permanece depois da evolução natural das outras equipes.
ResponderExcluirOs melhores carros..
ResponderExcluir1 Mercedes
2 Williams
3 McLaren
Quem assistir e acompanha os tempo no site da FIA, logo percebe que os melhores tempos são dos motores Mercedes, tudo bem que a 3 melhor volta, foi de Alonso, ele é bom mesmo e não tem outra, Ferrari que não acertou a mão novamente.
Melhores voltas da corrida.
NICO ROSBERG 1:32.478
VALTTERI BOTTAS 1:32.568
FERNANDO ALONSO 1:32.616
Azar de Massa, corrida seria dele ou 2° lugar e olhe que não gosto muito dele, mais o carro é bom.
Então não há um limite de potência? É para cada fabricante extrair o que conseguir de um motor 1.6 V6 dentro da rotação permitida?
ResponderExcluirObserve no link abaixo, a melhor volta na corrida foi de Rosberg com TANQUE AINDA CHEIO na volta 19, tempo absurdo de 1'32''478.
ResponderExcluirA segunda melhor marca vem com Bottas com tanque quase vazio na volta 56, com 1'32''568.
Todas melhores voltas do GP da Austrália 2014:
http://www.statsf1.com/pt/2014/australie/meilleur-tour.aspx
Rosberg simplesmente passeou na corrida, poderia tirar muito mais do carro, mas foi inteligente em não provocar uma quebra. Saber dosar o acelerador vai ser fundamental em 2014. Que a Mercedes tinha um motor muito forte não era novidade, mas cerca de 740 cavalos chegando a 900, chega ser surreal...
Não é a toa que Hamilton disse, é o carro mais difícil que pilotou no molhado...
A fábrica alemã não vai entregar de mão beijada os segredos(dados), desse motor as rivais Mclaren, Williams e Force índia. O título deve ficar com um piloto da Mercedes, estou apostando na regularidade de Rosberg.
Mclaren e Williams devem conseguir vários pódios, até vencer algumas corridas, o que seria o máximo depois do péssimo ano de 2013. Force índia só resta sonhar com pódio...
Magnussen e Bottas vai dar o que falar em 2014, já começaram no GP da Austrália. Se Massa perder essa oportunidade, pode jogar uma pá de cal nesse assunto...
Marcelo
A potência dos motores da F1 nunca foi limitada, mas os recursos para avançar nas melhorias do motor para se obter esses ganhou sim. Assim os fabricantes podem extrair o máximo de desempenho, economia e durabilidade dentro das regras estabelecidas.
ResponderExcluirabs!
A vantagem de ter mais potência é poder andar no mesmo ritmo que os outros com menos esforço no motor,menos giros, melhor consumo e com mais confiabilidade. Se não tiver algum problema claro, como o Hamilton.
ResponderExcluir@joseinacio
ResponderExcluirhá uma coisa que não percebi.
as unidades de potencia actuais são um sistema hibrido entre o próprio motor e a recuperação de energia cinética e calorífica, o ERS.
este ERS terá o dobro da potencia do ano passado e "pode ser usado" durante 33 seg por volta.
e é neste ultimo ponto que entra a minha confusão: no ano passado tinhamos e botao "KERS" para accionar a potencia extra (80 BHP em 6,6seg)e alguns carros ainda tinham o botão "overtake".
este ano apenas vi o botão "overtake" a ser mencionado. a minha questão é: como é que é feita a gestão da potencia adicional? a gestão é feita automaticamente pela electrónica do motor e é igual para todos, ou podemos ter uma situação em que um piloto está a usar o motor mais a totalidade da energia adicional, e outro piloto esteja apenas a usar o motor, devido aos tais 33seg por volta a que equivale a energia adicional?
@ CPA
ResponderExcluirPelo o que eu entendi, o Antigo KERS - agora renomeado como ERS tem seu funcionamento AUTOMÁTICO (o piloto não o aciona) limitado a 33 segundos por volta. Já o DRS continua como era antes, sendo acionado por um botão no volante.
Pra quem quiser rever a corrida(completa), ou passar para DVD, assista logo antes que a Globo tire do ar.
ResponderExcluirGrande Prêmio da Austrália de Fórmula 1 de 2014
http://globotv.globo.com/rede-globo/formula-1/t/provas/v/grande-premio-da-australia-de-formula-1-de-2014/3216631/
Marcelo
Solução rápida!!!
ResponderExcluirTurbospoke Exhaust System
http://www.youtube.com/watch?v=qqpcBpSsj1A
Ecclestone se diz "horrorizado" com falta de barulho dos carros 2014 da F1 e pede solução rápida
http://www.grandepremio.com.br/f1/noticias/ecclestone-se-diz-horrorizado-com-falta-de-barulho-dos-carros-2014-da-f1-e-pede-solucao-rapida
Marcelo
A resposta para isso é: TURBO! Antes de mais nada, fique-se calro uma coisa: POTÊNCIA = TORQUE x RPM. Nos motores aspirados, potência é diretamente proporcional ao giro, uma vez que é difícil variar muito a curva de torque! Isso porque o torque é praticamente todo dependente da cilindrada, que é fixa. Por isso, a limitação nos RPM dos carros, junto com padronização da cilindrada, era tão crucial para a potência a ser alcançada por eles.... Os desenvolvimentos eram meramente na eficiência do motor em admitir o ar, minimizar a fricção ou otimizar a queima. Então, pra extrair mais potência, mesmo com um grande salto tecnológico conseguia-se apenas alguns décimos de kgf.m de torque por rotação e, como o giro era limitado, no máximo uns 20 cavalinhos aqui ou ali. Com motores sobrealimentados é diferente: mesmo com giros mais baixos é possível extrair potências elevadas, já que a quantidade de ar admitida nos cilindros não depende mais da cilindrada do motor, mas também da pressão do turbo! Ganha-se um absurdo de torque com pouco aumento de pressão, numa mesma faixa de giro. Com pressões elevadas, o turbo passa a ser determinante na potência total. Ou seja: mesmo limitando-se o giro ou a cilindrada, é possível claramente potências astronômicas. No regulamento atual, parece que o grande fator limitador em tudo isso é principalmente o consumo de combustível, limitado pelo regulamento. Fora das amarras do limite do tanque para corrida, em sessão de classificação (limitados apenas pelo fluxo de combustível), é possível obter potências gigantescas. Com a "folga", usa-se a sobra para durabilidade em corrida.
ResponderExcluirA vantagem dos Mercedes está na confiabilidade, por isto podem usar mais potência, exemplo as Ferrari tiveram sérios problemas na parte da geração de energia, prejudicando o motor nas retas, não devemos esquecer que no Barhein a Ferrari atingiu a melhor velocidade máxima nas retas, além disto os motores Ferrari demonstraram ser bem econômicos, já a Renault tiveram problemas de superaquecimento, uma das causa é o desenho do Red Bull, por isto mandaram tirar potência do Renault...acredito que a partir da sexta corrida tanto a Renault como a Ferrari vão melhorar, apesar dos motores serem lacrados pela FIA, da pra modificar a parte eletrônica e de refrigeração, mas a Mercedes até lá já estarão administrando os resultado. O Marcelo (vulgo Marcelo Alemão) precisa parar de achar que só coisa de alemão é superior...que o Schumacher é superior que os motores alemães são superiores...existem boa tecnologia em outros países...a Mercedes ganha, mas no fim do ano Red Bull e Ferrari vão andar bem.
ResponderExcluir
ResponderExcluirSe o Massa não fizer um campeonato decente este ano, com o motorzão alemão, é melhor encerrar a carreira na F-1 e correr de kart comigo.